O Exterminador do Futuro: Gênesis
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4,0
3017 notas

187 Críticas do usuário

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Ana A
Ana A

20 seguidores 37 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de outubro de 2015
Em 1984, o diretor James Cameron apresentou o primeiro filme da franquia Terminator. A série conquistou os seus fãs e teve o seu ápice em 1991 com o lançamento de Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final. Mais de 30 anos depois do primeiro filme, nós somos reintroduzidos ao universo do exterminador.

Exterminado de Futuro – Genesis é uma introdução da franquia para uma nova geração sem, necessariamente, ser um reboot. O filme é cheio de autorreferência e frases de efeito que já se tornaram clichês para as pessoas que cresceram vendo os filmes anteriores, repetições de situações no mesmo universo pode incomodar, pois nada é acrescentado no que já é conhecido e acaba se tornando uma versão genérica do original.

A reconstrução de cenas da versão de 1984 é interessante do ponto de vista cenográfico, transportar 2015 para a década de 1980 não é fácil, reproduzir detalhes de uma época que passou é um trabalho complexo.

Kyle Reese é o guia do público em Gênesis, ele nos apresenta ao mundo apocalíptico após o ataque da Skynet, algo que não é visto no primeiro filme e que serve para percebemos como o mundo tal como conhecemos nunca fará parte da realidade do personagem. Enquanto no filme de 1984 Reese era franzino, desesperado para propagar sobre o futuro da humanidade e extremamente protetor da Sarah Connor, na versão atual nos deparamos com um soldado capacitado e com um porte físico mais imponente, no entanto, o desespero e traumas, consequências de um futuro condenado, são insignificantes, a missão central perde o propósito por conta do rumo que o roteiro dá à trama.

A inevitável comparação fica por conta de Sarah Connor. Ela passa de uma jovem mulher que precisa ser protegida no filme de 1984 para quase uma máquina de combate em O Julgamento Final, talvez, se tornando uma dos ícones pioneiros do Girl Power. Em 2015, Sarah Connor se tornou uma jovem adulta com ares infantil, abordando dilemas que todo adolescente aparentemente enfrenta e perdendo a essência da personagem original. A tentativa de torná-la uma combatente desde o início não funciona, pois o biótipo da Emilia Clarke não se encaixa com os personagens típicos de filmes de ação, não tornando as cenas que exigem mais fisicamente críveis.

John Connor outra vez é o X da questão. Ao invés de ser a solução mais uma vez ele é o problema e, desta vez, não para as máquinas. Antes do lançamento do filme nos cinemas o destino de John Connor já estava traçado, os trailers e cartazes de divulgação não fizeram questão de esconder o rumo do personagem, a escalação do ator Jason Clarke pode ter sido o primeiro indício, o seu rosto já entrega um ar de maus presságios. Toda a estrutura do personagem, o figurino e as cicatrizes são os maiores indicadores do seu destino. O problema não é tornar Connor um dos vilões, mas a toda a crença desenvolvida para torná-lo o salvador desde o início perde todo o sentido, sendo mais uma pista de que o rumo da franquia será outro.

O retorno de Arnold Schwarzenegger como Exterminador é o trunfo do filme, a nostalgia de vê-lo confortável no seu maior papel é gratificante. A introdução de emoções no cyborgue é um reflexo de como o ator se sente a vontade no personagem. Apesar de não ser a primeira vez que o Exterminado transmitir emoções, esta é mais escrachada, a todo momento há um resquício de humanidade na androide. A tentativa de transformar o Exterminador, Sarah Connor e Kyle Reese em uma família disfuncional é o grande exemplo disso.

A tecnologia está muito mais presente neste quinto filme, a atual realidade que vivemos foi uma grande oportunidade de explorar o termo atualização, pois tudo se torna obsoleto em uma velocidade muito grande mesmo que esteja apto para uso, mas para a sobrevivência é necessário a novidade mais recente.

E em uma tentativa de conquistar novos fãs, O Exterminado do Futuro – Gênesis acaba deixando de lado as gerações anteriores que acompanharam o surgimento e ascensão da franquia, talvez seja a hora de um reboot oficial para reconquistar ambos os espectadores.
Pedro C.
Pedro C.

50 seguidores 73 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de janeiro de 2017
Fraco. Adoro Emilia Clarke em GOT. Porém, ficou uma Sarah Connor descontextualizada e frágil. Não chegou aos pés do trabalho de Linda Hamilton. Para quem viu os outros e gostou - principalmente do 2 - vai se decepcionar com este aqui.
Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

22 seguidores 140 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de março de 2025
Mais do mesmo, mas piorado. Sou fã da Emília Clarke, mas está muito abaixo da Linda Hamilton. O cara que interpreta Kyle Reese é horrível, atuação medonha. A mesma atuação medonha também para a interpretação John Connor, ator foi muito mal. O que salva um pouco é nosso amigo Arnold, porém já demonstra sinais de cansaço para este papel. Resumindo, é mais do mesmo, sem criatividade, inclusive para o final, que logo no início você já sabe como termina. Trilha sonora razoável, cenas de ação razoáveis.
Julio Davila
Julio Davila

17 seguidores 64 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de julho de 2015
Talvez, se você gostar de efeitos especiais e cenas de lutas (e não se importar que a história é medíocre, as atuações são ruins e o filme literalmente depende totalmente de Schwarzenegger para ser minimamente decente), você gostará desse filme.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de novembro de 2017
O começo de uma nova trilogia.
O EXTERMINADOR DO FUTURO: GÊNESIS (Terminator Genisys

O EXTERMINADOR DO FUTURO sempre foi uma das minhas franquias preferidas, marcou uma grande parte da minha infância (principalmente com T1 e T2). Os dois primeiros filmes da série são verdadeiras obras-primas, me apresentou um universo fantástico pra época. Depois de vários problemas internos, a franquia passou por uma reformulação, trazendo O EXTERMINADOR DO FUTURO 3 - A REBELIÃO DAS MÁQUINAS e O EXTERMINADOR DO FUTURO - A SALVAÇÃO. T3 é de longe o pior filme da franquia, já T4 é bastante questionável, mas em partes até que é bom.

O EXTERMINADOR DO FUTURO: GÊNESIS é a tentativa de recomeçar, até com a possibilidade de formar uma nova trilogia. O longa dirigido por Alan Taylor (Thor: O Mundo Sombrio) não é totalmente ruim, mas é bastante questionável (pelo menos na minha opinião). T5 usa todos os seus atributos para tentar se tornar um filme à altura da franquia e tentar motivar os fãs mais antigos (meu caso), como a volta do icônico Schwarzenegger no comando do grandioso T-800 após 12 anos.

Os roteiristas decidiram atirar para todos os lados em T5. O longa funciona com um reboot/remake logo de início e termina com uma nova continuação. T5 usa várias referências dos dois primeiros filmes da série, com cenas icônicas, como a primeira aparição de T-800, a cena do tênis da Nike, a segunda aparição de T-800 em T2, entre outras várias cenas que foram verdadeiras homenagens à franquia (gostei). No começo o roteiro é totalmente perdido, tentando explicar tudo que aconteceu no passado, antes mesmo dos acontecimentos em T1. Uma coisa que de certa forma me incomoda um pouco, pelo fato da franquia não ter mais pra onde caminhar e tentar explicar tudo que aconteceu, como se eu estivesse interessado em saber os mínimos detalhes dos acontecidos antes do início da franquia (pode ser interessante pra outras pessoas). Pra mim, isso funciona como um roteiro perdido, que não sabe pra onde seguir, usando praticamente uma recolagem de cenas.

Depois de tentar explicar tudo que aconteceu no início, o roteiro parte para outro lado, em tentar criar uma nova estória dentro da franquia. Eu achei bem mediano, não me cativou e não me chamou a atenção toda estória do "Gênesis", e o destino que o Kyle Reese tomou foi uma coisa que me incomodou bastante (não gostei). Eu achei um roteiro muito perdido, sem originalidade e sem coesão, até as partes em que mostravam as viagens no tempo pra tentar explicar algo, ficou bagunçado.

Schwarzenegger é o que salva no filme, assim como já havia feito em T3, mesmo com toda sua idade e seus fios grisalhos, ele é sempre fantástico em um filme do Exterminador. Eu achei interessante a forma como usaram o rosto de Schwarzenegger em um outro corpo pra reformular o T-800 de 1984, mas também fiquei um pouco desconfortável em ver uma nova versão do T-800 mais animadinho como o novo "Papi". Aqueles trejeitos que Schwarzenegger coloca em seu personagem é simplesmente sensacional, como o sorriso robótico (uma referência da cena com John Connor em T2).

O novo elenco é outro ponto questionável em T5 , eu diria que não ficou ruim, mas assim como em O Exterminador do Futuro 3, não chegaram nem perto dos originais (T1 e T2). Jason Clarke apresenta um John Connor bem mediano, principalmente em suas cenas finais, caricato demais para o meu gosto. Jai Courtney é esforçado em sua versão estranha de Kyle Reese, mas também não me cativou. Emilia Clarke até que ficou interessante como uma versão mais nova de Sarah Connor, foi a que mais me agradou, apesar de não chegar nem na sombra da versão icônica de Linda Hamilton. Mas de certa forma ficou bom, até tentando apresentar aquela versão guerrilheira e aquelas caras da Sarah de Hamilton. Lee Byung-hun foi a nova versão do T-1000, uma grande referência e uma grande homenagem a uns dos vilões mais fodas dos filmes de ação. Ficou bom, eu gostei da sua versão de metal líquido, mas o T-1000 de Robert Patrick é simplesmente inquestionável e insubstituível.

Os pontos positivos do longa está nos efeitos especiais, que dessa vez ficaram muito bons, principalmente no personagem de John Connor e no T-1000. A trilha sonora não é uma das melhores, mas ouvir aquela trilha clássica de Exterminador do Futuro ao subir dos créditos foi muito nostálgico. Gostei das referências aos dois primeiros filmes da franquia, foi algo que me deixou bastante feliz e empolgado, ao rever cenas que acompanhei durante a minha infância.

Como um fã da franquia, o que me resta é esperar pra ver se o nosso "pai" James Cameron ainda consegue salvar a série. Vamos torcer para que tudo saia como o esperado e ele consiga trazer a sequência de Terminator que esperamos desde 1991, ainda mais se tiver a volta da nossa majestade Linda Hamilton.
William
William

160 seguidores 173 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de setembro de 2015
Este conseguiu uma façanha: Ser pior que o 3!!
Péssimo... não pelo filme em si, mas ser uma continuação de uma das franquias mais conceituadas do cinema. Cosas absurdas em temos de ação como o spoiler: helicóptero que decola no ar
e outras bizarrices como o spoiler: "upgrade" do T800 para T1000
. Sem falar no enredo e aquela maluquice de transformar John Connor spoiler: em vilão
!
A única coisa legal do filme é a nostalgia e recriação das cenas do primeiro, só isso!
Rodrigo C.
Rodrigo C.

15 seguidores 21 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de julho de 2015
Em 1984, James Cameron nos apresentou o futuro de 2035, um mundo caótico, onde as máquinas subjugaram os humanos e uma guerra se iniciou. À beira da extinção, os homens se levantaram, e iniciaram uma rebelião. Liderados por John Connor, a raça humana teve uma chance. E não a desperdiçou. A Skynet, agora quase derrotada, tenta sua última ofensiva. Mas não contra o líder John Connor, e sim contra sua mãe, Sarah Connor, no passado de 1984.

O resto da história provavelmente você já sabe. Afinal, “O Exterminador do Futuro” é um clássico da ficção científica. Conseguindo até hoje ser visto sem nenhuma dificuldade apesar dos efeitos ultrapassados. Além disso, esse seria o filme que alavancaria a carreira de Arnold Schwarzenegger.

Mas a consagração de Arnold viria mesmo só em 1991, quando Cameron novamente decide contar mais um pouco da guerra entre os homens e as máquinas. Criando o melhor filme de ação/sci-fi de todos os tempos: “O Exterminador do Futuro: O Julgamento Final”.

Depois disso, a franquia teria mais dois filmes, “A Rebelião das Máquinas” em 2003, e “A Salvação” em 2009. Ambos criticados severamente por não conseguirem atingir o mesmo patamar dos clássicos.

Nesse ano de 2015, Arnold Schwarzenegger retorna como o Android T-800 em “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, numa história completamente confusa.

Infelizmente, já era esperado que esse filme tivesse dificuldades no roteiro, como aconteceu nos filmes de 2003 e 2009. Certamente, a confiança e expectativa de que esse filme seria bom era quase inexistente.

Na verdade, o único ponto positivo prévio desse filme era a presença de Arnold Schwarzenegger. E após os créditos subirem, ele continua sendo o único.

Dentro e fora da sala escura a confusão predomina.

Primeiramente, que campanha de Marketing foi essa? Como que um trailer revela acontecimentos que deveriam ser passados para o público somente na telona? E não apenas um spoiler, mas vários. A indústria esqueceu como se vende um filme? Pois isso é algo que vem acontecendo constantemente. Como a produção permite isso? É impressionante como isso é recorrente. Aconteceu com “Os Vingadores”; com “O Exterminador” e agora também com o “Homem-Formiga”. Isso é extremamente ruim e prejudicial para o cinema, e obviamente, para o público.

Agora dentro do cinema a coisa piora. O filme é dirigido por Alan Taylor, o mesmo diretor de “Thor: O Mundo Sombrio”. E é impressionante como que as falhas do filme do herói nórdico da Marvel se repete em “O Exterminador”. As cenas de lutas, na sua grande maioria, são de medianas para fracas, a relação afetiva dos personagens não são nada convincentes, os diálogos são ruins, e as explicações inexistentes. A presença de “Deus Ex Machina”, assim como em “Thor: O Mundo Sombrio”, é um recurso também muito presente em “O Exterminador”. Resumidamente, é um recurso de roteiro que é utilizado quando o autor se encontra numa situação impossível de ser resolvida, e então como que por mágica algum evento improvável acontece que resolve aquela situação. Em outras palavras, o roteirista tenta amarrar as pontas soltas que ele mesmo criou sem usar a lógica que ele mesmo construiu durante toda a história. Péssimo.

Mas não para por aí. Emilia Clarke interpreta Sarah Connor, Jason Clarke é John Connor e Jai Courtney assume o papel de Kyle Reese. Esses três deveriam apresentar uma relação afetiva. Afinal, são uma família. E mesmo que separados por viagens temporais, todos se relacionaram entre si em algum momento dessa linha do tempo maluca. Nada é natural. Tudo é muito forçado para o público acreditar que nesses relacionamentos há alguma química. Na verdade, não existe, tudo é muito mal executado, e nada convincente. Isso não significa que eles atuam mal, pelo contrário, tem atuações modestas, nada de muito extraordinário, mas não é ruim.

Além disso, o roteiro nem por um segundo tenta explicar os acontecimentos ao longo do filme. Não explicam nada. É uma confusão. Você não entende se é uma linha do tempo paralela, ou se é a linha original. Na verdade, parece que nem o próprio filme sabe. Além disso, ele se confunde no próprio universo, e é completamente cheio de furos que é quase certeza que esse filme foi feito às pressas por causa dos direitos autorais. Para piorar, várias cenas só acontecem por serem convenientes com o roteiro. Muitas situações só ocorrem porque estava escrito que deveriam acontecer. Isso só mostra como o roteiro é fraco.

A trilha sonora é inexistente. Se agarra na trilha original, e segue ao longo do filme assim. Sem originalidade nenhuma.

Novamente, Arnold Schwarzenegger é a estrela do filme. Quando ele aparece, tudo parece melhorar. Seu carisma ainda é gigante, e suas cenas, talvez exatamente por isso, são as melhores. Mas infelizmente, ele sozinho não foi capaz de segurar esse filme. Irônico.

“O Exterminador do Futuro: Gênesis” é apenas um resquício de uma grande franquia que na verdade nunca mostrou todo o seu potencial, se pararmos para analisar, essa saga conta com apenas dois filmes que realmente funcionam. Não é um desastre completo. Mas é medíocre em diversos quesitos.

Infelizmente, ainda não fomos contemplados com uma boa sequência. O que resta agora é esperar que a franquia retorne, em 2019, para as mãos de seu criador James Cameron. Mas até lá, muita coisa pode acontecer. Boa e ruim. Porém o histórico recente não é nada favorável.
Enilson S.
Enilson S.

149 seguidores 167 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de setembro de 2015
Se você for pensar que salvar o mundo das maquinas sempre deu errado e que as frases de efeito do Arnold são tão antigas contra o filme mas mesmo assim vale a pena assistir, então será legal. Só não achei que merecesse nota maior pois o filme segue a mesma linha se sempre tentando conectar as historias antigas com a atual, para mostrar que tem ligação, o que já foi feito por muitos e muitos escritores que começam do meio e tentam conectar o começo e o fim com a historia do meio, se é que vocês me entendem. Dai você pode esperar a mesma coisa, batalhas, maquinas e mais maquinas, e Sara Connor, mas o filme é bom pra quem curte muita ação do começo ao fim.
Bruno H.
Bruno H.

26 seguidores 36 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de julho de 2015
Pessoal vi o filme no sabadão. Infelizmente foi fraco. Tio Arnold salvou as duas estrelas. A nostalgia também Fiz todo o preparativo pra ver o filme no clima. Revi toda a franquia nos dias anteriores. E acabei achando fraco. Já não tinha me animado muito com o trailer. Haja Spoilers! Então, o filme pecou muito em deixar tudo apenas pro primeiro filme. Juntaram a introdução do filme com uma linha de tempo com viagens horrível, dificultando a compreensão. Nós que somos fãs e assistimos os anteriores, ficamos um pouco confusos. Imagina quem começou a franquia agora?

Empacotaram tudo junto, realmente uma bagunça. Roteiro confuso.

spoiler: Quem é o exterminador do futuro nesse filme? O Connor? Toda a magia que foi construída foi simplesmente rechaçada nesse nova história. Não funcionou o Connor vilão.


Sobre as atuações, achei bem caricatas. Jai Courtney em péssima atuação. Basta comparar com o Michael Biehn. Kyle Reese mais parecendo um soldado bobão e modelo estilo fitness. Cadê aquela admiração. Faltou ser impactante. Infelizmente também essa nova Sarah Connor deixou a desejar. Emilia Clarke, Emilia Clarke: você não está em um seriado. Está em uma das grandes franquias do cinema. Não pode atuar da mesma forma nos dois. Jason Clarke foi razoável. O roteiro não o deixou trabalhar melhor. Só o tio Arnold mesmo. Com o carisma de sempre. E mostrando o que é trabalhar bem. Não que ele seja um ator fantástico. Más pra esse papel ele merece aplausos.

Parecia um filme de super-heróis. Haja boneco de computador. Efeitos especiais que não são impactantes. Faltou drama, faltou a linda história de amor entre Kyle e Sarah. Faltou suspense. Sangue. Sim, sangue. Não estou pedindo sadismo. Queria que fosse igual ao original. Filme que te dava medo. Com uma trilha sonora impactante.

Parabéns ao Cameron pelos dois originais. E por favor, entre no lugar desse Alan Taylor que é fraquíssimo. Ficou comprovado em Thor o mundo sombrio e agora de novo. Melhore o próximo filme.

Ah ainda ficaram furos:

spoiler: Quem enviou o Papi pro passado, lá em 1973? A resistência? Nem foi explicado. Como Connor volta no tempo se na história, a Sara não chega a ACASALAR com Reese. E se a skynet é destruída, porque o guardião não desapareceu? Já que ele foi fabricado por ela, ele também deveria sumir.


Volte Cameron! Para voltarmos a ter Exterminador do Futuro com pelo menos 4 estrelas!
Laila C.
Laila C.

17 seguidores 45 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de novembro de 2015
AVISO:Esta critica contem tantos spoliers que vcs vao saber a metade ou o filme todo.
O filme ja começa com uma puta cena pre credito contando sobre o dia do julgamento final ocorrido em 1997.
Depois disso o Kyle Reese e salvo pelo john connor, lider da resistencia ai o kyle começa a narrar os feitos dele,um dos artificios mais pobres para se apresentar um personagem.
Vamos aos furos no roteiro: Ao começar pelo famigerado "dia do julgamento" que estabelecido pelo filme aconteceu em 1997 mas la pela metade do filme devido a uma visao ou algo do tipo, passa a ser em 2017 (o genesis e o skynet) parabens ao roterista deste filme que fez a cena pre credito do filme servir pra porra nenhuma.
O fato do kyle e a sarah nao terem praticado o ato do coito e mesmo assim o john nasceu e tambem virou um dos 350 viloes do filme.
Aquele T-1000 japones completamente dispensavel que nao fede e nem cheira (sdds Robert Patrick) .
Quando john,sarah e t-800 vao presos em 2017 e ai sem nenhum motivo aparente começa a tocar a musica dos bad boys, PORRA!Assim nao da.
As piadas infantiloides que,em sua maioria, nao tem graça nenhuma.
E toda vez que a sarah dizia papi,dava vontade de matar o diretor desse filme.
E o pior:E QUE VAI TER O TERMINATOR 6.
Lixo de filme,nem a bunda do kyle reese apareceu,sem falar nas atuaçoes,desculpa mae dos dragoes mas a linda halmintom atira com o fuzil usando apenas uma mao.
Passe longe! Nota:3/10.
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