O Exterminador do Futuro: Gênesis
Média
4,0
3015 notas

187 Críticas do usuário

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Gustavo B.
Gustavo B.

7 seguidores 39 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de julho de 2015
E bom ver o Arnold voltar depois de sua temporada de governador! E nada melhor que no exterminador do futuro que e meio confuso com suas viagens no tempo! Atores importantes com papeis insignificantes mas num catado geral o filme e bom!
iGOMedeiros
iGOMedeiros

2 seguidores 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de novembro de 2015
Até agora esse foi o melhor da Coletânea,
assista e você não se arrependerar! #FicaDica
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de novembro de 2017
O começo de uma nova trilogia.
O EXTERMINADOR DO FUTURO: GÊNESIS (Terminator Genisys

O EXTERMINADOR DO FUTURO sempre foi uma das minhas franquias preferidas, marcou uma grande parte da minha infância (principalmente com T1 e T2). Os dois primeiros filmes da série são verdadeiras obras-primas, me apresentou um universo fantástico pra época. Depois de vários problemas internos, a franquia passou por uma reformulação, trazendo O EXTERMINADOR DO FUTURO 3 - A REBELIÃO DAS MÁQUINAS e O EXTERMINADOR DO FUTURO - A SALVAÇÃO. T3 é de longe o pior filme da franquia, já T4 é bastante questionável, mas em partes até que é bom.

O EXTERMINADOR DO FUTURO: GÊNESIS é a tentativa de recomeçar, até com a possibilidade de formar uma nova trilogia. O longa dirigido por Alan Taylor (Thor: O Mundo Sombrio) não é totalmente ruim, mas é bastante questionável (pelo menos na minha opinião). T5 usa todos os seus atributos para tentar se tornar um filme à altura da franquia e tentar motivar os fãs mais antigos (meu caso), como a volta do icônico Schwarzenegger no comando do grandioso T-800 após 12 anos.

Os roteiristas decidiram atirar para todos os lados em T5. O longa funciona com um reboot/remake logo de início e termina com uma nova continuação. T5 usa várias referências dos dois primeiros filmes da série, com cenas icônicas, como a primeira aparição de T-800, a cena do tênis da Nike, a segunda aparição de T-800 em T2, entre outras várias cenas que foram verdadeiras homenagens à franquia (gostei). No começo o roteiro é totalmente perdido, tentando explicar tudo que aconteceu no passado, antes mesmo dos acontecimentos em T1. Uma coisa que de certa forma me incomoda um pouco, pelo fato da franquia não ter mais pra onde caminhar e tentar explicar tudo que aconteceu, como se eu estivesse interessado em saber os mínimos detalhes dos acontecidos antes do início da franquia (pode ser interessante pra outras pessoas). Pra mim, isso funciona como um roteiro perdido, que não sabe pra onde seguir, usando praticamente uma recolagem de cenas.

Depois de tentar explicar tudo que aconteceu no início, o roteiro parte para outro lado, em tentar criar uma nova estória dentro da franquia. Eu achei bem mediano, não me cativou e não me chamou a atenção toda estória do "Gênesis", e o destino que o Kyle Reese tomou foi uma coisa que me incomodou bastante (não gostei). Eu achei um roteiro muito perdido, sem originalidade e sem coesão, até as partes em que mostravam as viagens no tempo pra tentar explicar algo, ficou bagunçado.

Schwarzenegger é o que salva no filme, assim como já havia feito em T3, mesmo com toda sua idade e seus fios grisalhos, ele é sempre fantástico em um filme do Exterminador. Eu achei interessante a forma como usaram o rosto de Schwarzenegger em um outro corpo pra reformular o T-800 de 1984, mas também fiquei um pouco desconfortável em ver uma nova versão do T-800 mais animadinho como o novo "Papi". Aqueles trejeitos que Schwarzenegger coloca em seu personagem é simplesmente sensacional, como o sorriso robótico (uma referência da cena com John Connor em T2).

O novo elenco é outro ponto questionável em T5 , eu diria que não ficou ruim, mas assim como em O Exterminador do Futuro 3, não chegaram nem perto dos originais (T1 e T2). Jason Clarke apresenta um John Connor bem mediano, principalmente em suas cenas finais, caricato demais para o meu gosto. Jai Courtney é esforçado em sua versão estranha de Kyle Reese, mas também não me cativou. Emilia Clarke até que ficou interessante como uma versão mais nova de Sarah Connor, foi a que mais me agradou, apesar de não chegar nem na sombra da versão icônica de Linda Hamilton. Mas de certa forma ficou bom, até tentando apresentar aquela versão guerrilheira e aquelas caras da Sarah de Hamilton. Lee Byung-hun foi a nova versão do T-1000, uma grande referência e uma grande homenagem a uns dos vilões mais fodas dos filmes de ação. Ficou bom, eu gostei da sua versão de metal líquido, mas o T-1000 de Robert Patrick é simplesmente inquestionável e insubstituível.

Os pontos positivos do longa está nos efeitos especiais, que dessa vez ficaram muito bons, principalmente no personagem de John Connor e no T-1000. A trilha sonora não é uma das melhores, mas ouvir aquela trilha clássica de Exterminador do Futuro ao subir dos créditos foi muito nostálgico. Gostei das referências aos dois primeiros filmes da franquia, foi algo que me deixou bastante feliz e empolgado, ao rever cenas que acompanhei durante a minha infância.

Como um fã da franquia, o que me resta é esperar pra ver se o nosso "pai" James Cameron ainda consegue salvar a série. Vamos torcer para que tudo saia como o esperado e ele consiga trazer a sequência de Terminator que esperamos desde 1991, ainda mais se tiver a volta da nossa majestade Linda Hamilton.
Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de janeiro de 2019
As perseguições, explosões e pancadarias, por sua vez, são razoáveis. Mostrando algum diferencial apenas quando há o embate do T-800 com o novo modelo T-3000, formado de nanopartículas. Deixo meu destaque no uso de viagem ao tempo usado duas vezes no filme.
Leandro Tavares Vasconcelos
Leandro Tavares Vasconcelos

16 seguidores 82 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de março de 2017
Péssimo filme!!O pior da franquia!!Deveriam ter parar no Terminator Salvation,que ficou bem próximo da visão apocalíptica de James Cameron!
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de junho de 2016
Ação. Explosões. Confuso. Robôs. Falso. Continuação. Tiros. Dominação. Tempo. Acelerado. Cansativo. Confuso.
danilo s
danilo s

1.092 seguidores 293 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de novembro de 2015
Esperava um pouco mais deste filme, mesmo assim gostei tem cenas de ação bem feitas, uma Sarah Connor boa de tiro e o bom e "velho" Arnold.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 3 de outubro de 2015
A grande ironia em relação ao novo 'Exterminador',é saber que o próprio Arnold Schwarzenegger criticou seu próprio trabalho nesse filme.Uma pena,pois o filme é uma boa continuação,assim como o foi o terceiro.Mesmo assim,a continuação deixa os fãs apreensivo,já que os dois primeiros filmes foram considerados por muito obras primas,e que a história era pra ter acabado por ali.Aqui não temos nenhum James Cameron na direção,mas temos o experiente diretor Alan Taylor.Que é bastante conhecido na TV,com excelentes trabalhos em séries.Trabalhou em "Game of Thrones" ao lado de Emilia Clarke,que vive uma Sarah Connor bem ágil e divertida.Lembra um pouco Linda Hamilton em certos momentos dentro do longa.Os minutos iniciais (pra mim) foram os melhores.Nos leva a história inicial,lembrando o primeiro filme,onde tudo começou.Resgata aquela fotografia antiga que sempre nos dá prazer a assistir.E consegue ser idêntico ao filme de 1984.Arnold está demais.Está velho,mas não obsoleto.Ele como sempre diverte,tem bastante carisma e ainda mostra uma boa forma para cenas de ação.Assim como seu personagem,a franquia envelheceu,mas não está obsoleta.

-Filme assistido em 03 de Outubro de 2015- Nota 7
William
William

160 seguidores 173 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de setembro de 2015
Este conseguiu uma façanha: Ser pior que o 3!!
Péssimo... não pelo filme em si, mas ser uma continuação de uma das franquias mais conceituadas do cinema. Cosas absurdas em temos de ação como o spoiler: helicóptero que decola no ar
e outras bizarrices como o spoiler: "upgrade" do T800 para T1000
. Sem falar no enredo e aquela maluquice de transformar John Connor spoiler: em vilão
!
A única coisa legal do filme é a nostalgia e recriação das cenas do primeiro, só isso!
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de setembro de 2015
Vivemos uma época de desconstrução dos clássicos. Se até o próprio George Miller – o criador da saga Mad Max – pretendeu “revisitar” (para o bem ou para o mal) a sua mais famosa obra, não é nenhuma surpresa que O Exterminador do Futuro – Gênesis tenha trilhado (quase) pelo mesmo caminho.

Eu digo “quase” porque, embora seja uma espécie de desconstrução, ela não contou – mais uma vez – com a batuta de Cameron.

Gênesis veio para arrumar a casa, limpar a bagunça, mas trocar os móveis de lugar. Ele parte do pressuposto que o terceiro (2003) e o quarto filme (2009) nunca existiram. Como um filho arrogante de Cameron, Gênesis não só quer ter brilho próprio, como tentar provar – do começo ao fim – que as histórias do pai não passavam de mentira.

A sacada é de mestre. Brincando com as linhas temporais, o filme tenta abalar os conceitos já cristalizados no primeiro (1984) e segundo filme (1991), relativizando-os. A rebeldia é essa. Cameron sempre foi uma barreira intransponível para a própria obra. Ele fez tão bem que parecia que nada mais havia o que ser feito. Ainda assim, Mostow e McG tentaram, à sua maneira, continuar com a trama, mesmo pagando um alto preço. Enquanto o filme de Mostow é lembrado como uma esforçada fan-fiction, o trabalho de McG é lembrado como um corpo estranho em toda a franquia.

Alan Taylor aprendeu muito com eles. De Mostow, Taylor pega o respeito de fã, a reverência, a continência para com o mestre. Já de McG, ele obtém a rebeldia, a quase agressividade de trilhar por caminhos próprios. É divertido ver a preocupação de Taylor de reconstituir fielmente cenas icônicas dos primeiros filmes, ainda que ressignificando-os. Aliás, Gênesis mostra, da direção ao roteiro, um trabalho de pesquisa, de quem se debruçou sobre todos os quatro anteriores.

O resultado é que Taylor fez praticamente um filme que lança boas perguntas e muitas pontas soltas e que poderão ser desenvolvidos em uma possível continuação. Ele explode com as bases daquele aspecto “definitivo” esboçado por Cameron em 1991, que prejudicou por muito tempo as tentativas de sequência.

Entretanto, a comparação é inevitável. Gênesis não possui o traço econômico, enxuto, que pautou o início da franquia. Ele grita, se esperneia, soltando fogos, fazendo malabarismos, com surpresas e reviravoltas. É um produto inferior, mas o resultado é razoável. Ao contrário de muitos críticos puristas e saudosistas, achei a transformação de John Connor (Jason Clarke) em vilão o ponto alto do filme. Mas é aquela quebra de expectativa que todos os outros filmes pós-Cameron adotaram, de carona com o segundo. É uma fórmula, mas aqui é bem mais interessante por acrescentar algo novo, inovador.

Em Gênesis há um grande salto de qualidade. Entretém, diverte, empolga como o mais genuíno cinema-pipoca. No entanto, chegamos em 2015 com a sensação que Exterminador do Futuro virou uma franquia irregular, de altos e baixos, com surgimento de pastiches involuntários esmagados pelo gênio criativo de James Cameron.

Talvez o que o Exterminador precise seja não de mais uma continuação, mas de uma refilmagem. Um novo primeiro capítulo. Como as sagas de super-heróis, como os filmes Batman de Tim Burton ou de Christopher Nolan. Como os filmes RoboCop de Verhoeven e Padilha. Nesse aspecto, eu sou radical. O tempo já provou que Cameron está absorvido demais em projetos grandiosos para lançar um terceiro filme, no que isso realmente significa. O Exterminador ganharia se outro diretor fizesse a sua releitura, a partir de outra perspectiva, de outro olhar. Como nos quadrinhos. Inclusive riscando a cláusula pétrea, de que o papel de Terminator deva sempre ser de Schwarzenegger.
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