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Lúcio T.
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3,0
Enviada em 5 de outubro de 2016
Mais uma enredo sobre alguém "superior" aos demais que caiu na vida devido ao seus vícios e após abandoná-los, quer levantar se rumo ao sucesso novamente mas não deixou para trás a arrogância em seu ser, então, nova queda, novo aprendizado. Nada de novo no trabalho do diretor John Wells que tem como roteirista Steven Knight, apenas temos um novo cenário (muito apetitoso por sinal, nhami nhami). Mas lembro que sempre é bom assistir filmes como este, para que em nossa complicada mente, fique uma mensagem: não adianta ser o melhor no que faz e querer sempre o segundo lugar distante de ti, você nunca será melhor que você mesmo, mas se resolves ensinar e compartilhar seu conhecimento, ai sim, estarás se tornando uma pessoa a mais do que você já é! Podes até chegar ao topo sozinho, mas sem ajuda, não se sustenta por lá! A trama foco não tem mais do que já descrito e possui subtramas interessantes, mas como não são desenvolvidas, nada acrescentam ao contexto original. Todas as situações são levadas para o espectador de uma forma bem leve para este drama com um pequeno humor. A carisma do elenco também ajuda à narrativa ser mais suave. Temos um "desiquilíbrio" quando a cozinha começa a trabalhar, com direto a berros, pratos ao ar (em direção a parede mais próxima) e comida no lixo. E pelo visto, um dia normal em um grande restaurante. Av Marys, que cobrança! Me lembrou muito trabalhar em banco e o "Chef" seria uma espécie de Gerente Geral com Gerente de Atendimento, por exemplo ele bancando o GG: "vamos lá pessoal, rápido! Na mesa um são cinco capitalizações, na mesa sete dez seguros, na três um consórcio no capricho! Vamos que é para ontem!!!!.....Agora como GA: "está tudo errado, lixo! Lixo! Lixo! Pode refazer! Falta documento no prato da mesa cinco! Não vou liberar o crédito da mesa quatro!.....Mamãe..... Mas comparações à parte, a película é gostosa de se ver (e dá fome.....), tranquila. O pedido perfeito quando você quer sair para comer e a pessoa amada está com preguiça, depois de vê-lo, certeza vai querer ir para algum lugar (ou pedir no IFood....)...
É um bom filme de se assistir para passar o tempo, para quem gosta de programas culinários que tanto aparecem na televisão. Falta aprofundamento no enredo dos personagens, o filme pouco destaca a filha de Jean Luc, os traficantes, a filha da cozinheira, a tão esperada terceira estrela Michelin, entre outros aspectos, o que prejudica o sucesso do filme. Mas, no geral, um bom filme, com boas atuações.
A película apresenta de forma real as pressões e o jogo na cozinha de um restaurante, o dia a dia duma cozinha e seus cozinheiros e chef. Só isso. Uma história interessante de um clichê de quem já fez muito sucesso, mas se perdeu em vícios: álcool, drogas, relacionamentos... Após recuperação, recomeço de vida: profissão, amigos (ex-parceiros de trabalho), quem sabe um novo romance. Nada mais. Nada aprofundado. Bem feito e bem dirigido. Quem gosta de cozinha vai gostar e sentir vontade de ir a um bom restaurante após o filme.
Filme leve com "pitadas" de drama e melancolia em certos momentos, um entretenimento pra toda família em um domingo a tarde. O esterótipo bonitão de Bradley Cooper faz jus ao seu papel, afinal um homem com talentos culinários sempre é charmoso e bem visto. O filme relata os fantasmas do passado e a superação, aonde a rendenção não vem através de um coroamento final, mas sim de aceitações e mudanças intimas do ser humano.
Entrando nessa leva atual gastronômica com programas de culinária e master chefs, esse roteiro é interessante e trabalhado com maturidade os conflitos de quem já sentiu o poder de um novo tipo de fama e quer retornar à glória. Tudo se trata de seus próprios demônios, perfeitamente interpretados por Cooper e grande elenco, que nos prende todo o tempo e faz torcer para um "gran finale". Sutil, porém de grande expressão.
O chefe de cozinha Adam Jones (Bradley Cooper) já foi um dos mais respeitados em Paris, mas o envolvimento com álcool e drogas fez com que sua carreira fosse ladeira abaixo. Após um período de isolamento em Nova Orleans, ele parte para Londres disposto a recomeçar a carreira e conquistar a sonhada terceira estrela no badalado guia Michelin de restaurantes. Para tanto ele conta com a ajuda de Tony (Daniel Brühl), que gerencia um restaurante na capital britânica, e recruta uma equipe de velhos conhecidos.Mediano, filme tem um bom elenco, tem uma boa historia, mais de resto tudo e mediano, filme e meio rapido, mais ta longe de ser um filme ruim. Nota 6.0
Coloquem mais vinte minutos de filme, com todos os clichés piegas que já ficaram subentendidos e aí teríamos um filme realmente memorável. Absurdo deixarem um final tão sem sal.
Bem parecido com o Chefe aquele aonde tem a Scarlett Johansson no elenco. Ambos tratam de cozinha, comida, e suas pressões. O diferencial é que pegando fogo foco mais dentro da cozinha e seu chefe em processo de reabilitação. Pegando fogo e ótimo a não ser por cenas fora do restaurante um pouco desnecessárias, os traficantes cobram ele por exemplo tem também seu outro concorrente, deram muita importância pra eles Mais isso não deixa o filme ruim. Toda a dinâmica frenética da cozinha, os surtos de Bradley Cooper e tudo bem tenso e bem feito. É ótimo não melhor que o chefe mais ótimo e com. Pra ser incrível o foco deveria ser mais ele é a cozinha, sem subtramas desnecessárias.
Quanto ao final fiquei esperando a tão sonhada três estrelas E cadê? Ele ganhou ou não?
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