Direito de Amar
Média
3,9
138 notas

18 Críticas do usuário

5
4 críticas
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Yan
Yan

8 seguidores 47 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de março de 2014
Fora a espetacular atuação de Colin Firth, o filme nada mais apresenta de interessante. Apesar do casal gay, o enredo não se trata de levantar a bandeira para luta de direitos ou coisa desse gênero. Retrata apenas a amargura de homem que perdeu o seu companheiro e pensa em se matar. Conclusão do enredo interpretativo. Concordo com os que deram notas mais baixas. A película não pode receber um cinco estrelas. Enquadramento pessoal quase o filme todo. Interessante o jogo de cores das cenas que saem do cinza para o vermelho quando vem as lembranças do seu companheiro
anônimo
Um visitante
1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
-A única coisa que realmente valeu a pena foi a grande atuação de Colin Firth,(*como sempre)...O resto não passa de filme bobo e sem emoção.

-Não consegui ver um grande filme igual todos estão falando aqui,mais vou assistir de novo pra ver se eu mudo meu pensamento.

-Não Assista...(*Ruim)!
Noemia M
Noemia M

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Por ser dirigido por um Estilista, Single Man sofreu alguns preconceitos que são totalmente quebrados ao assisti-lo. Colin Firth está magnifico e o filme é encantador.
Lukas Henrier
Lukas Henrier

146 seguidores 163 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muito bom filme.Trata de um tema interessante,e tem muito boa atuação de Colin Firth.
Samantha B.
Samantha B.

4 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...Gostei bastante deste filme. Fiquei na expectativa o filme todo em relação ao professor e o aluno, mas nao deu em nada, o que fez ficar menos dramatico. A parte final é bem ironica. Achei que podia ter feito um final mais descontraido. Apesar disso, adorei Colin nesse papel. RECOMENDO nota 7
Rafael V
Rafael V

385 seguidores 210 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Direito de Amar tem um roteiro com algumas falhas, mas as atuações valem e fazem as deficiências do roteiro ficarem esquecidas. Colin Firth compõe uma personagem complexa, sensível, melancólica, com seu modo de falar, trejeitos, olhares, tudo favorece à construção de sua personagem: um professor universitário em crise existencial após o falecimento do amante. os silêncios e olhares contemplativos do filme se sobrepõem às falhas de roteiro. Julianne Moore aparece pouco, mas quando aparece, mostra todo seu talento, sua personagem é o contraponto da vivida por Firth. Porém, as duas são personagens melancólicas e em crise. O direito de amar é discutido e é valorizado o amor em qualquer que seja sua maneira e/ou vertente. E o valor à vida também é sugerido na obra. Porém, o roteiro poderia explorar melhor esses dois últimos fatores por mim levantados, contudo não explora e o filme, no geral, fica a desejar. As atuações é que valem o acompanhar do desenrolar da obra. A parte técnica é notável. A fotografia e a trilha sonora principalmente. O diretor Tom Ford tem um futuro promissor, mas precisando trabalhar melhor seus roteiros. nota: 6,0.
Mag00 Vini
Mag00 Vini

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O comentário em si foi ótimo, porem, o fato do ator pousar a mão sobre o lado esquerdo do peito não prejudica o sentido da obra, existe uma anomalia genética chamada de "situs-inversus-totalis" cuja a qual o indivíduo carrega os orgãos em lados opostos, ou ainda "Dextrocardia" que o mesmo carrega apenas o coração do lado direito.
MegNico
MegNico

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
De que lado fica o coração?
Quando se passa mal num enfarte se coloca a mão no lado esquerdo do peito,indicando tal condição.Neste filme o ator coloca a mão do lado direito por 2 vezes,sendo uma no correr do filme e,depois,na cena final.
A despeito de ser o primeiro filme do autor e, por isso ter tentado assistí-lo munida de uma certa indulgência, concluí q Tom Ford recorreu a muito lugares comuns e isso prejudicou o resultado final da sua obra, a despeito das interpretações corretas dos atores em cena.Em termos de reconstituição de época o trabalho é bem feito,mas a inclusão de uma única canção francesa na trilha sonora, parece indicar a necessidade de um  "aval" que confirme a sofisticação do trabalho do diretor.
Enfim,T.Ford fica nos devendo um trabalho mais consistente do que este,ainda que baseado no comovente romance do escritor Christopher Isherwood.
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