Não gostei do filme. Achei muito sem graça. Achei que fosse uma luta pelo direto ao amor de ambos os sexos. Muito fraco o contexto do filme por isso dei duas estrelas
Um filme bom, mas nada fora da curva… diria que esquecível. O filme reflete sobre o tempo e como a vida é do jeito que ela é, do jeito que tem que ser. O redescobrimento da beleza da vida é delicadamente explorado através da grande atuação de Colin Firth, principalmente através dos seus diálogos com os personagens secundários (Jim, Charlotte, Carlos e Kenny) e pelas imagens em câmera lenta, quando George atenta-se aos prazeres rotineiros que regozija a sua vida. A fotografia de Tom Ford, assim como em Animais Noturnos, realmente chama a atenção e cria o clima refinado do filme. Julianne (belíssima aqui) e Colin estão ótimos nos papéis.
O filme é tecnicamente muito bom, fotografia, direção de arte, etc, além da excelente atuação de Colin Firth, no entrando o roteiro não é assim tão estimulante.
Simplesmente perfeito o filme! Emocionante... As vezes achamos que não valemos nada, mas estamos perdendo tempo em pensar em se matar. Geo ainda aproveitou bastante o que teve de vida após a morte do seu querido Jim.
Um filme que mostra a dor através da perda de um grande amor. Aqui entre dois homens. A brincadeira das cores para retratar as emoções do personagem do ator Colin Firth, mais cinza, quase sem cor em contrapartida as pessoas a sua volta, em tons vivos, fortes e, em como ao longo da trajetória dele até o final, elas se equilibram. O diretor, o estilista Tom Ford, foi bastante elogiado e criticado em sua estreia na direção de um longa-metragem, na mesma intensidade em que foi dito que esta é uma obra muito estética. Concordo, a estética está ali, presente em todos os ângulos, enquadramentos, figurino, maquiagem, cabelo, na direção de arte, impecáveis, só que a favor do filme! Me agradou muito os demais atores em cena, todos com um ar misterioso, com algo nas entrelinhas, não dito através das falas. Com maior ou menor importância, Julianne Moore, Mathew Goode, Nicholas Hoult, Ginnifer Goodwin, Lee Pace. Curiosidade. Indicado ao Oscar de Melhor Ator para Colin Firth. Nota do público: 7.6 (IMDB) Nota dos críticos: 85%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $9 milhões Mundo - $24 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
O estilista Tom Ford surpreende em sua primeira incursão cinematográfica. Não apenas no quesito visual, notável, belíssimo e caprichado, mas também na condução sutil dessa discreta saga de um homem que decide viver tranquilamente aquele que ele deseja que seja o último dia de sua vida. Quando toma essa decisão, sua percepção do mundo muda e o espectador acompanha esse despertar em todos os aspesctos - profissional, amoroso, político e sexual. Muito do encanto se deve a dupla fenomenal de atores; Julianne Moore como a melhor amiga tem participação consideravelmente pequena, mas tem presença luminosa e, principalmente, Colin Firth, livre de todos os seus maneirísmos numa interpretação merecidamente premiada no festival de Berlim, premiada no BAFTA ("o oscar britânico") e indicada a todas as premiações importantes.
Isso é que eu chamo de drama. Direito de amar é um filme muito sensível e que só quem aprecia um filme pela arte irá gostar. O monólogo do ator, a fotografia, as cores quentes e o preto e branco das cenas são de uma sensibilidade fantástica. Pena que a Julianne Moore nao apareça muito no filme, mas sua breve atuação é esplêndida.
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