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Caio S.
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17 críticas
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3,0
Enviada em 26 de outubro de 2014
A intenção de mostrar Hércules como um mercenário e não como um semi deus é interessante, o filme tem um lado cômico que faz rir e as cenas de ação são bem bacanas, podem assistir!
Ele e uma farsa, um simples humano mortal, mais o filme tem ação do começo ao fim, só o que deixa confuso e que ele no meio e final do filme tem força anormal , arrebenta grossas correntes e levanta uma gigantesca estatua e ele e um simples humano ???
O pior filme de época que já vi. Sai no meio do filme, achado que iria melhorar, mas é uma grande merda de filme. Ruim de mais, gente , é muito , mas muito ruim.
muito bom esse filme meu primo Dwayne dessa vez ele caprichou ta de parabéns ele por ser um bom ator só procura fazer o melhor possível pra agradar a população em geral
Um dos maiores heróis da mitologia grega, Hércules – filho de Zeus com uma mortal – é conhecido por todos nós por ter realizado os 12 trabalhos – que exigiram dele a coragem necessária para a expiação dos erros cometidos em seu passado. De uma certa maneira, “Hércules”, filme dirigido por Brett Ratner, também coloca este personagem em uma jornada em busca da liberdade que ele perdeu, principalmente ao ver sua esposa e três filhos serem assassinados. Porém, esse viés fica em segundo plano, na medida em que o diretor prefere enfocar o lado mais forte desse personagem.
Na forma como é retratado em “Hércules”, o personagem (interpretado por Dwayne “The Rock” Johnson) é tratado como uma verdadeira celebridade no mundo das civilizações gregas. Alguém cuja fama adquirida precede os seus passos. Uma pessoa que é admirada, temida e que inspira outros a tentar vencer grandes desafios. A maneira como Hércules vive também ajuda no culto à sua figura: isolado do mundo, acompanhado somente do seu bando formado por guerreiros nos quais ele confia plenamente.
Vivendo como um guerreiro mercenário, o roteiro de “Hércules”, que foi escrito por Ryan Condal e Evan Spilitiopoulos, acompanha o encontro dele com Ergenia (Rebecca Ferguson), princesa do Reino da Trácia, o qual é governado pelo seu pai (John Hurt), e que vive sob a ameaça constante de um homem (Tobias Santelmann) cuja sede de poder é enorme. Aqui, temos o desenho perfeito de uma situação em que Hércules pode nos mostrar o por quê de ele ser quem ele é e do impacto que ele possui sobre as outras pessoas.
Durante boa parte dos seus 98 minutos de duração, “Hércules” não deixa nada a dever aos filmes que pertencem ao seu mesmo gênero, na medida em que a obra oferece para a plateia aquilo que ela deseja assistir em filmes desse tipo. O longa é um filme magnânimo, repleto de frases de efeito e de cenas que evocam grandes sacrifícios e grandes triunfos. O problema é que o filme, em sua reviravolta final, força um pouco a barra rumo a um caminho que, por pior que seja, era completamente previsível.
Este filme é uma visão mais realista de como surgiu a lenda de Hércules, o mitológigo guerreiro que seria filho de Zeus com uma mortal. Nesta versão Hércules esta mais humanizado, se é que podemos considerar o "The Rock" humano (risos). Portanto não espere luta contra monstros mitológicos ou coisas do tipo. É um filme épico, com muita ação e cenas de batalhas medievais. Muito bem feito neste quesito, garantindo as emoções de um filme de ação com algumas reviravoltas interessantes.
Dwayne Johnson em cada filme esta maior, e atuando melhor, quem assistiu sua primeiras atuações como em "O fada dos dentes" e "Doom - Porta do Inferno" ou "Be Cool", consegue perceber seu aprimoramento, agora voltando pro filme em si, me pareceu um dos melhores desse ano. Nessa versão ele esta mais "humanizado", foi retirado daquela posição intocável de Filho de Zeus, o que não o impede de ter uma imagem heroica durante o filme. Hércules divide situações com outros companheiros, em diversas batalhas, isso faz com que o filme não dependa exclusivamente do semi-Deus para ser uma boa pedida.
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