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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Estado de São Paulo
[Andrew Stanton] mistura ação, romance, fantasia científica e indagações filosóficas sobre a ‘Deusa' e prova, depois de ‘Missão Impossível – Protocolo Fantasma', de Brad (‘Ratatouille') Bird, que o aporte desses diretores vindos da animação está abrindo um novo capítulo da aventura na tela.
Omelete
O script não gagueja, faz a história andar sempre para frente, aumentando seu ritmo e deixando o espectador cada vez mais envolvido com os personagens e de boca aberta com o visual ...
O Globo
Embora o roteiro por vezes embaralhe o entendimento, o diretor Andrew Stanton repete o que fez de seu "Wall-E" (2008) uma obra-prima: homenagear o cinema do passado.
Cinema com Rapadura
"John Carter – Entre Dois Mundos" [...] funciona bem tanto para quem nunca tinha ouvido falar do personagem, tanto para os já iniciados. Não é um filme que mudará a história do cinema e tem sua dose de problemas, principalmente em sua montagem excessivamente truncada, mas cumpre bem o seu papel.
Cinema em Cena
... além do ritmo irregular, ainda traz personagens unidimensionais e se perde completamente na extensa batalha que ocorre no clímax e que surge como um caos absoluto em sua montagem, na decupagem dos planos e na própria mise-en-scène.
Cineplayers
"John Carter" se revela um projeto eficaz, porém modesto no que diz respeito a sua história e dimensão. [...] É diversão quase garantida, ainda mais para os fãs de universos fantásticos e conflitos épicos.
Cinepop
Apesar de ser um blockbuster visualmente encantador, [...] "John Carter" peca justamente no que é essencial para o público nos dias de hoje: a história.
Gazeta do Povo
"John Carter – Entre Dois Mundos" pode conquistar tanto os fãs da antiga série de Burroughs quanto novas audiências, que não dispensam a boa dose de ação e efeitos especiais [...] Entretanto, talvez o maior problema do longa seja a falta de densidade e carisma de seus personagens, extremamente tediosos ...
Preview
O 3D é mal aproveitado, mas o John Carter de Taylor Kitsch é um herói carismático, com um passado traumático, que faz a gente torcer para que suas aventuras em solo marciano lhe tragam alguma alegria.
A Tarde
Com 137 minutos, "John Carter - Entre Dois Mundos" não tem nada de novo. [... Ele] é o típico filme que distrai durante a projeção. Mas, depois de algum tempo, será facilmente esquecido.
Cineweb
Não seria fora de propósito esperar um pouco mais de nuances para os personagens, além de uma boa edição para enxugar as mais de duas horas de exibição.
Diário de Pernambuco
Entre previsibilidade e cenas de ação, flashes de sensibilidade de quem dirigiu animações memoráveis como "Procurando Nemo" e "Wall-E".
Folha de São Paulo
... o principal problema de seu filme está na dupla de protagonistas, Kitsch e Collins, cuja beleza está num patamar bastante superior ao de seu talento dramático.
Rubens Ewald
Tem razão os que dizem que é um filme com coração de Filme B perdido num superorçamento que lhe rouba a alma e certa maneira impede a gente de curti-lo como a aventura meio ridícula que "John Carter" no fundo aspira ser.
Revista Interlúdio
Faltou a Stanton criar algo que diferenciasse o filme de tudo o que veio antes dele [...] Fora todos os outros problemas, o mais gritante, é que não enxergamos aonde estão impressos os duzentos e cinquenta milhões alegados que foram gastos na produção.