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Kênia N.
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5,0
Enviada em 12 de janeiro de 2016
Lunar é ficção científica de primeira, com orçamento baixissimo obteve premiações em vários festivais, mas a SONY CLASSIC não se empenhou nem um pouco na sua divulgação e lançamento. O filme é pautado em pesquisas científicas e emprega esse cenário para abordar temas como individualidade, identidade, resistência e isolamento.
Jones cria sensações excelentes de solidão e rotina. Sam é um sujeito fechado em uma estrutura, com uma missão a cumprir. Mas é quando a paranoia começa a se estabelecer que a trama realmente engrena. O texto é excelente e todas as questões propostas são respondidas satisfatoriamente ao final. O diretor DUNCAN JONES filho de David Bowie é uma grata surpresa nesse universo de filmecos comerciais, que só visão o lucro nas bilheterias.
Este filme deveria ter sido melhor produzido. É um ótimo tema sobre energia renovável. A trama é bem “xarope”. Até gostei e lembra um pouco os filmes “A ilha” e “Sexto dia”.
o filme se propõe a esticar um quase-conto para uma hora e meia de uma simpática história que não atravessa muitos limites mesmo tratando de temas espinhosos. - cinetenisverde.com.br
Excelente filme para os aficionados por ficção científica, excelente roteiro e impecável atuação do Sam Rockwell, não espere por grandes explosões. É um filme que te deixa pensando.
Incrível, como não tinha visto esse filme antes. Show de atuação. As premissas vão além de uma ficção cientifica típica, vale a reflexão de até onde o ser humano pode chegar em todas as esferas.
Adorei esse filme! Sam Rockwell faz um show de atuação,mas eu gostei + do Gerty dublado por Kevin Spacey que mostra suas emoções atravez de smiles e lembra bastante o robo de 2001:Uma odiseia no espaço.
Creio eu que atuar sozinho ou consigo mesmo não deve ser algo muito fácil, e isso Sam Rockwell (Sam Bell no longa), fez excepecionalmente bem, nos trouxe de início um personagem cansado, desanimado da vida e da solidão de trabalhar numa missão super especial em outro planeta... exato, ele está na lua, numa estação que visa extrair do solo uma substância que fornece uma energia menos predatória e mais renovável do que a atualmente usada na terra. Após um acidente ele encontra um clone de si mesmo e descobre algumas coisas sobre seu trabalho que pertuba a todos, inclusive seu suposto clone. Com ritmo cadenciado, direção segura e um roteiro bem escrito o filme cumpre seu papel e não deixa nada a desejar no gênero Sci-Fi, mesmo tendo o foco mais dramático do que cientifico. Recomendo!
O filho de Bowie Duncan Jones, mostra que tem a manhâ de dirigir e em seu 1º filme nos presenteia com uma obra Sci-Fi de 1º nível, com citações de "2001 - Uma Odisséia no Espaço" e comparações com "Blade Runner". Sam Rockwell carrega a película nas costas com perfeição e uma indicação ao Oscar do ano que vem seria mais do que merecida.
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