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Chazelle é talento puro. Teria sido muito fácil encher a tela de pirotecnia visual para nos mostrar o espaço em toda sua infinita beleza, chegar na lua e esperar a usa flag... mas ele decidi nos colocar dentro dos testes, simulações e das naves, nos faz sentir na pele o sofrimento de decolar. Nos mostra como é exigido muito do astronauta para superar a barreira da dor, do calor, dos limites da mente e do corpo humano. E por fora, consegue abordar o tema da corrida especial sob vários ângulos: das pessoas que ganham, das pessoas que perdem e as pessoas que são impactadas por causa do programa (mérito para os roteiristas aqui). Não fosse somente essas características o suficiente para fazer de The First Man um bom filme, ainda somos inseridos em uma situação de luto após luto, que apesar de ser muito competente no teor biografico, é a única falha do filme em não saber aprofundar nos sentimentos dos personagens, ficando claro em algumas cenas que para causar o impacto pretendido, era preciso que o espectador desse muito mais importância para a trama emocional.
A fotografia do filme, efeitos sonoros o ranger do metal é incrível, trilha sonora muito boa com várias músicas de dar um up em cada cena, a atuação de Ryan foi boa, e a de Claire foi na mesma pegada com cenas de maior impressão, mas o filme é igual um foguete começa de baixo até subir a lua, começa bem normal e vai melhorando bem lentamente. Muito bom o filme e não é o melhor de Damien.
O astronauta norte-americano Neil Armstrong cravou seu nome na história quando, em 20 de julho de 1969, se tornou o primeiro homem a pisar na lua, imortalizando a frase: “Este é um pequeno passo para o homem, e um salto gigantesco para a humanidade”. O filme O Primeiro Homem, dirigido por Damien Chazelle, como o próprio título deixa subentendido, conta a história de Armstrong, tendo como base o livro escrito por James R. Hansen.
A linha temporal do filme engloba os anos de 1961 a 1969, que foi o ano em que Armstrong fez o seu grande feito. Em 1961, ele trabalhava como piloto de testes de empresas fabricantes de aviões e passava por um delicado momento em sua vida pessoal, uma vez que a filha Karen foi diagnosticada com um câncer no cérebro. Após Karen falecer, em 1962, talvez, com o objetivo de reiniciar sua vida com a esposa Janet (Claire Foy) e o filho Mark – posteriormente, o casal também teria o filho Rick – em uma outra cidade, Neil se candidata a um posto de trabalho na NASA, que estava formando um novo grupo de astronautas para o que viria a ser o projeto Gemini, que deu as bases para o projeto Apollo, que levaria o homem à lua.
O que acompanhamos no período de 1962 a 1969 é quase que um registro da evolução da corrida espacial naquela época, com a Guerra Fria entre Estados Unidos e a União Soviética, e as pequenas conquistas que eram conseguidas a cada nova missão realizada. Além de ter sido o pioneiro na lua, Armstrong também exerceu um papel importante na missão Gemini 8, quando a sua frieza e tranquilidade foram responsáveis pelo retorno em segurança dele e do piloto David Scott (Christopher Abbott), após problemas de estabilidade terem causado o encerramento precoce da missão.
Para quem assistiu ao filme anterior de Damien Chazelle (La La Land: Cantando Estações), a experiência de assistir a O Primeiro Homem é muito interessante. Em comum entre os dois filmes, apenas a reconstituição perfeita de uma época. O Primeiro Homem é um filme de imersão, que vai fazer você entrar por completo na história. Apesar de uma direção bastante anticlimática, é uma obra interessante, apoiada em sólidas atuações de um competente elenco, mas que peca por deixar a impressão de que os arcos narrativos das personagens são mal construídos – embora consiga transmitir com sucesso para a plateia as angústias mais íntimas de seu protagonista, um homem introvertido, marcado pela tragédia pessoal e que soube converter o sofrimento em feitos extraordinários.
A linha temporal do filme engloba os anos de 1961 a 1969, que foi o ano em que Armstrong fez o seu grande feito. Em 1961, ele trabalhava como piloto de testes de empresas fabricantes de aviões e passava por um delicado momento em sua vida pessoal, uma vez que a filha Karen foi diagnosticada com um câncer no cérebro. Após Karen falecer, em 1962, talvez, com o objetivo de reiniciar sua vida com a esposa Janet (Claire Foy) e o filho Mark – posteriormente, o casal também teria o filho Rick – em uma outra cidade, Neil se candidata a um posto de trabalho na NASA, que estava formando um novo grupo de astronautas para o que viria a ser o projeto Gemini, que deu as bases para o projeto Apollo, que levaria o homem à lua.
O que acompanhamos no período de 1962 a 1969 é quase que um registro da evolução da corrida espacial naquela época, com a Guerra Fria entre Estados Unidos e a União Soviética, e as pequenas conquistas que eram conseguidas a cada nova missão realizada. Além de ter sido o pioneiro na lua, Armstrong também exerceu um papel importante na missão Gemini 8, quando a sua frieza e tranquilidade foram responsáveis pelo retorno em segurança dele e do piloto David Scott (Christopher Abbott), após problemas de estabilidade terem causado o encerramento precoce da missão.
Para quem assistiu ao filme anterior de Damien Chazelle (La La Land: Cantando Estações), a experiência de assistir a O Primeiro Homem é muito interessante. Em comum entre os dois filmes, apenas a reconstituição perfeita de uma época. O Primeiro Homem é um filme de imersão, que vai fazer você entrar por completo na história. Apesar de uma direção bastante anticlimática, é uma obra interessante, apoiada em sólidas atuações de um competente elenco, mas que peca por deixar a impressão de que os arcos narrativos das personagens são mal construídos – embora consiga transmitir com sucesso para a plateia as angústias mais íntimas de seu protagonista, um homem introvertido, marcado pela tragédia pessoal e que soube converter o sofrimento em feitos extraordinários.
Ótimo filme, achei que faltou alguma coisinha no final, mas o contexto é muito bom. Retrata de forma excelente a rotina e os perigos enfrentados não apenas por Neil mas por todos os astronautas.
O FILME É HORRÍVEL
É O PIOR FILME JÁ PRODUZIDO
NÃO ASSISTAM
PERDERÃO 3H DE SUAS VIDAS
É SIMPLESMENTE MEDONHO, CRIA DO INFERNO, DESASTRE TOTAL
É O PIOR FILME JÁ PRODUZIDO
NÃO ASSISTAM
PERDERÃO 3H DE SUAS VIDAS
É SIMPLESMENTE MEDONHO, CRIA DO INFERNO, DESASTRE TOTAL
horrível. varias senas dele dentro de uma aeronave e muita tremedeira machuca os olhos e fica chato. Ele o "O homem" é um cara chato. Muito bla bla bla do começo ao fim. Terrível.
Um filme muito elucidativo e rico em termos de contar está história. por melhor que seja, ainda assim não escapa de ficar longo. em alguns momentos, chega a dar certo cansado, mas logo recupera se a atenção dada a importância do fato.
O consagrado jovem diretor, mostra que, apesar de uma história conhecida, ainda há um universo para se explorar. A perspectiva é a chave, para assistir, você deve compreender que não é um filme sobre a exploração espacial, e sim sobre a exploração do ser humano, feita de forma acertiva e sensível, denotando aflição, medoe e angústia, mesmo parecendo apatia.
É sem sombra de dúvidas um longa atraente para as premiações, com excelente desempenho em todos os quesitos, e o destaque vai para a fotografia, que busca uma perspectiva mais intimista, e para a trilha e efeitos sonoros, que mesclam o silêncio e a melodia de forma a guiar a emoção do espectador.
É sem sombra de dúvidas um longa atraente para as premiações, com excelente desempenho em todos os quesitos, e o destaque vai para a fotografia, que busca uma perspectiva mais intimista, e para a trilha e efeitos sonoros, que mesclam o silêncio e a melodia de forma a guiar a emoção do espectador.
Fiquei revoltado com a cena da despedida dele dos filhos e da esposa, um filme que foca no homem que chegou na Lua e não na missão em si, mas é muito dificil se relacionar com ele, o problema nao é o personagem ser mais na dele, intimista, mas precisa-se de um momento mais aberto dele sabe, não sei, consigo me identificar mt mais com a pers da Claire Foy di que com ele.quria ainda ter visto mais dela em cena, espera bem mais desse filme pelas cristicas e tal
Cansativo. Um roteiro muito longo, sem pontos altos, apenas linear e com a interpretação pela primeira vez duvidosa de Gosling. Armstrong sem dúvida era um ser problemático. Faltou mostrar os personagens reais no final. Faltou agilidade na edição. Quase não aguentei.
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