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    Barry Lyndon
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    4,1
    196 notas
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    15 Críticas do usuário

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    Anderson  G.
    Anderson G.

    1.171 seguidores 356 críticas Seguir usuário

    4,5
    Enviada em 21 de agosto de 2016
    “Barry Lyndon” é um daqueles filmes que nos lembra porque Stanley Kubrick é o que é, vamos começar pelo ponto fraco do filme, o roteiro que é bem encaixadinho mas contem alguns furos, fora o ritmo que em alguns momentos se perdem, apesar de seus atos serem bem definidos, e as atuações que não empolgam apesar de não serem ruins, mas a fotografia deste filme sem duvida é uma das melhores do Kubrick e consequentemente do cinema, as cenas gravadas sem iluminação artificial são de uma beleza e realidade que são sul-reais, os figurinos e elementos de tela também são inacreditáveis, rico em detalhes e nos transporta diretamente para a época, e são perfeitos, juntamente com todas as composições de cena que são realmente uma obra de arte, os zoom in e out que Kubrick utiliza toda hora é para nos mostrar essa perfeição de cenário, isso é bem característico em seus filmes, mas nesse está fenomenal, se você pausar o filme a qualquer momento, você pode capturar a tela e mandar emoldurar e colocar na parede de sua casa, a beleza estética juntamente com os detalhes e composições de todas as cenas são algo que eu não consigo colocar em palavras, a trilha sonora não se destaca muito, mas quando aparece é fundamental e pauta o tom do filme, “Barry Lyndon” é belo, magnifico e triunfal nos seus quesitos técnicos que mostra toda aquela famosa obsessão de Kubrick pelos detalhes, as três horas do filme são um pouco desnecessárias, o roteiro se estende além do que se propõe, mas é bom termos mais um tempo para admirar a beleza do filme.
    roberto mauro zebral da silva
    roberto mauro zebral da silva

    4 seguidores 23 críticas Seguir usuário

    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Minhas pastas de filmografia já constam quase 2000 filmes assistidos, mas este do Kubrick eu ainda não tinha assistido. Trata-se de outra obra-prima do cineasta. A produção é esmerada, impecável. A trilha sonora é marcante e todo o elenco funciona, como sempre, nas mãos de Kubrick. O filme já começa com uma grande cena: Barry Lyndon treme à frente de sua prima, demonstrando como o homem é fraco na presença da mulher. Depois temos as sequências inesquecíveis de como Kubrick fala da morte do filho de Lyndon. Uma outra cena marcante: o funeral do filho de Lyndon. Acho que o ponto alto do filme é o duelo entre Lyndon e o seu rival, o filho do primeiro casamento de sua esposa. Stanley Kubrick, com sua maneira muito particular de ver o mundo (parecida com a minha), cria personagens e situações com certo sarcasmo, tocando na ferida do ser humano. Filme obrigatório para o caderno de qualquer cinéfilo. Imperdível. Obra-prima. Nota 10. É um Stanley Kubrick.
    cinetenisverde
    cinetenisverde

    25.985 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

    5,0
    Enviada em 17 de janeiro de 2017
    Stanley Kubrick era conhecido pela dedicação sobre-humana em seus projetos, fazendo com que vários deles se estendesse por anos a fio. Esse preciosismo é o que gerou trabalhos debatidos até hoje como se tivessem sido lançados nessa semana, denotando a aparente imortalidade de suas obras. Em Barry Lyndon, ao pretender contar a história do personagem-título, mas que está inserido em uma época sem eletricidade, resolve utilizar apenas a luz natural em suas tomadas, incluindo cenas noturnas iluminadas por velas. Por conta disso precisa de um filme ultrassensível, algo inédito e inovador. Além de desenvolver a tecnologia da fotografia para o Cinema consegue então um efeito surpreendente: os personagens parecem se mover por quadros pintados da época. É o fenômeno de uma arte estática ganhando vida através da arte do movimento.
    Ricardo L.
    Ricardo L.

    52.822 seguidores 2.515 críticas Seguir usuário

    5,0
    Enviada em 10 de setembro de 2019
    Um das obras primas do mestre da diversificação Stanley Kubrick! Aqui temos talvez o filme mais belo de todos os tempos, com uma fotografia e direção de arte únicas, levando ao telespectador a sensação de estar dentro de tudo aquilo que ocorre num roteiro maravilhoso, de uma história contada em mais de três horas que não cansa, ainda temos um elenco muito com, com ótimas performances. Barry Lyndon é estupendo e inesquecível.
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 20 de novembro de 2015
    Perfeição,uma palavra que define bem a carreira de Stanley Kubrick."Barry Lyndon" é mais uma obra de arte do diretor.Ganhando o Oscar em praticamente todas as categorias técnicas,que faltou apenas de Melhor Filme.Não ia ser nenhum absurdo ter levado.
    A fotografia impressiona,junto com um figurino impecável,e claro,uma trilha sonora marcante.O roteiro adaptado,conta com perfeição a dura vida de um pobre irlandês do século XVIII,que se torna membro da nobreza inglesa.Em meio a tudo isso,o jovem ainda tem tempo para viver suas histórias românticas.É um misto de bons acontecimentos.
    Ferris Bueller N.
    Ferris Bueller N.

    35 seguidores 94 críticas Seguir usuário

    4,5
    Enviada em 13 de setembro de 2015
    Todo o apuro técnico de Kubrick elevado ao infinito. Uma história dramática e pungente contada com a estética e os planos mais aprimorados que o cinema já conheceu.
    c4rlc4st
    c4rlc4st

    857 seguidores 316 críticas Seguir usuário

    4,0
    Enviada em 30 de julho de 2018
    Um retrato do cinema de Kubrick: majestoso, colossal e distinto. Primorosamente dirigido e fotografado. Para mim, só faltou a subversão característica do diretor.
    Elvira A.
    Elvira A.

    838 seguidores 266 críticas Seguir usuário

    4,5
    Enviada em 3 de outubro de 2013
    Uma fotografia de encher os olhos, ótima reconstituição de época, boas atuações de Ryan O'Neal e Marisa Berenson. Mais um tento da direção de Stanley Kubrick.
    Adriano Côrtes Santos
    Adriano Côrtes Santos

    630 seguidores 300 críticas Seguir usuário

    5,0
    Enviada em 30 de abril de 2019
    Barry Lyndon é a história de um ambicioso irlandês sem futuro, ou a esperança de que ele pretenda alcançar uma alta posição social, tornando-se parte da nobreza inglesa do século XVIII. Para Lyndon (Ryan O 'Neal), as respostas sobre como alcançar o poder e suas ambições são simples: de qualquer maneira possível. Sua ascensão à riqueza em uma suntuosa revisão realizada por Staley Kubrick baseado no romance de William Makepeace, As Memórias de Barry Lyndon. Para a criação desta inteligente sátira, ganhadora de quatro prêmios da Academia em 1975, Kubrick encontrou inspiração nas obras dos pintores da época, colocando em exposição o excelente ambiente cinematográfico que em todos os aspectos alicerçam o filme. Os aspectos técnicos, objetivos, pioneiros de utilização das câmeras foram desenvolvidos e utilizados para fotografar ao ar livre e nos interiores, obtendo um efeito de luz natural. Barry Lyndon permanece como um filme de vanguarda que recupera um período de da história como nunca visto na tela grande. Uma obra-prima de um realizador cujos filmes são todos magníficos.
    SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
    SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

    1.443 seguidores 293 críticas Seguir usuário

    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    São 180 minutos de cinema com qualidade exuberante, por vezes, até asfixiante. Este era o único filme do "enfant terrible" Kubrick que eu não havia assistido. Tenho de admitir que perdi muito em não tê-lo visto e revisto antes. Após ter me deleitado inúmeras vezes com "2001, uma odisséia no espaço", achava ser impossível um diretor consigar filmar algo que chegasse aos pés de sua maior (e da própria história do cinema) obra-prima. O roteiro de autoria do diretor foi baseado no livro de William Makepeace Thackeray, e conta as aventuras de um jovem, belo e pobre irlandês, Redmond Barry (Ryan O´Neal) que após participar de um duelo contra um oficial do exército inglês, se vê obrigado a refugiar-se em Dublin. Sua mãe lhe dá todas as suas economias antes de sua fuga. No trajeto Redmond é assaltado com toda a polidez do mundo, numa cena engraçadíssima. Aliás, esse é outro mérito de Kubrick, o humor por trás da maioria dos personagens. Não devemos esquecer também que ele conseguiu fazer do rosto bonitinho de Ryan O´Neal (aquele mesmo de Love Story) um bom ator. Redmond participa da guerra dos 7 anos entre a Inglaterra e a França. Ele passa por mensageiro inglês - que tinha livre acesso a qualquer território com o pretexto de levar documentos importantes - como uma forma de deserção do exército. Mantém um caso amoroso com uma bela jovem holandesa até que é pego com a boca no botija por um oficial prussiano (Hardy Kruger). Redmond tem agora que lutar pelo exército da Prússia, um dos que pior tratava os seus oficiais. No entanto, pelo fato de ter salvado o oficial prussiano que o denunciou, ele ganha condecoração, dinheiro e um trabalho de espião. Sua missão é averiguar as atividades ilícitas do Chevalier de Balibari (Patrick Magee). No final das contas os dois tornam-se amigos e comparsas no carteado. Redmond é o serviçal que fica de olho no jogo nas mãos das maiores autoridades européias, que tentavam superar o famoso Chevalier de Balibari. Ao fugir da Prússia, o nosso Macunaíma europeu do século XVIII decide que irá casar-se com uma mulher rica. Flerta, então, com a milionária Lady Lyndon (Marisa Berenson), que nessa altura ainda era casada com o moribundo Sir Charles Lyndon (Frank Middlemass). Eles vieram a contrair núpcias (bonito, hein?) um ano após o falecimento de Sir Charles. As coisas seriam ótimas não fosse pela presença do filho de Lady Lyndon, Lord Bullingdon (Leon Vitali), de 7 anos de idade. Ele foi a pedra no sapato de Redmond durante o resto de seus dias. Após um período epicurista, Redmond retoma a sua paixão pela esposa, que culmina com o nascimento de seu filho. No entanto, a felicidade não vai durar para sempre. A parte técnica do filme é impecável. A música de Leonard Rosenman (com um tema de Handel, que é a marca registrada do filme); a fotografia de John Alcott; o figurino de Milena Canonero. Todos, por sinal, agraciados com o Oscar de 1975. Nunca o período vitoriano foi tão brilhantemente descrito como em "Barry Lyndon", magnífico exemplo de que o cinema é a maior das artes por ter a possibilidade de unir literatura, pintura, história e teatro no seu bojo.
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