Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge
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Rodrigo M.
Rodrigo M.

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5,0
Enviada em 3 de julho de 2013
Foi muito massa chocante filme de quase 3 horas 2h45min que dois vilões como mascarado Bane (Tom Hardy) e Mulher Gato (Anne Hathway) Muita Ação, Aventura, Drama, Suspense e Policial!!!
Iago B.
Iago B.

9 seguidores 25 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de junho de 2013
ótimo filme, não esperava que superasse o filme anterior, mas superou
Matheus J.
Matheus J.

11 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de junho de 2013
Quando se adapta uma história em quadrinho, o diretor que total liberdade para construir o que ele acha melhor neste vasto universo. No caso de Nolan, sua base fora o realismo puro. Uma das frases que define isso é "O Batman pode ser qualquer um; é um símbolo". E The Dark Knight Rises consegue, além de fechar com chave de ouro o que eu posso dizer (sem exagero) a melhor trilogia de todos os tempos, fazer pela primeira vez uma adaptação que mesmo não sendo TÃO fiel, agradou tanto a fãs quanto ao público em geral.
No terceiro capítulo de uma única história, conseguímos adentrar de cabeça nos conflitos de Bruce Wayne, que após a noite da morte de Harvey Dent, não sairá como o cruzado da capa durante oito anos. E esta vida de risco se torna evidente em marcas deixadas tanto em seu sentimentos (a morte de Rachael) quanto em seu corpo. Com o comissário Gordon internado, Batman tem que sair do fundo de sua caverna para enfrentar o ditador militar conhecido como Bane. Egoísta, Bruce acaba caindo em sua própria ilusão após ser destroçado pelo vilão interpretado por Tom Hardy em uma luta na qual só se compara a de Homem-Aranha 2 no trem.
Temos uma sensação de conclusão ao ver este filme. Vemos que todos os três tem uma ligação perfeita. O primeiro Wayne deve enfrentar seus próprios medos, e como Batman, usa este símbolo para enfrentar seus inimigos (símbolo este no qual o policial John Blake se inspira para continuar a lutar por Gotham). O segundo, o cavaleiro das trevas deve enfrentar o caos, e vê o que precisa se tornar para deter homens como o psicopata Joker. E o terceiro, trazendo as feridas de ambos os outros, ele deve ressurgir da escuridão, passando de seus limites e encarando uma verdade dita por Alfred: Você não é mais o Batman.
O que nos chama a tenção, como citado a cima, é a friabilidade e emoção ao ponto certo que Nolan coloca em seus filmes. Um exemplo de cada é o primeiro confronto entre Bane e Batman nos esgotos assistidos por Mulher gato (Hatway), sem nenhum acréscimo de trilha sonora e nada de Slow Motion (A cena da queda do morcego é digna do ingresso). Outra é a despedida de Alfred a Wayne, com medo de que seu patrão se destrua totalmente por um ideal não mais necessário, onde também há a ausência de trilha sonora melosa. O terceiro ponto é a ação; que nos confunde em sua veracidade, brincando com nossas mentes e fazendo-nos perguntar em qual Take o veículo apelidado como Morcego é real ou feito em CG. São pontos nos quais vemos a evolução de Nolan também como cineastra.
Todo o elenco está perfeito. Hardy como Bane deixou muitas dúvidas para os fãs que viram sua aparência, porém sua atuação com o corpo e com os olhos faz-nos esquecer por que um ator precisa de uma boca a mostra para atuar. Bale retorna como o cavaleiro das trevas mais a vontade ainda que nos antecessores, se tornando um Batman com certeza inesquecível na história do cinema. Embora Mal aproveitada, Marion Cottilard como a vilã secreta (hm!) Thalia Al Ghul cumpre muito bem o seu papel no clímax, embora apague toda a reputação construída por Bane. A gatuna de Anna Hatway, embora quando entre em cena sua atuação nos faça esquecer seu corpo, esbanja muito charme porém não tanta sensualidade. Um pouco mais apagados do que o normal, Morgan Freeman continua a nos convencer como Lucios Fox, e Michael Cane faz nos acreditar que nunca teremos um Alfred tão bom quanto este.
Para a surpresa de alguns fãs de Nolan e desagrado para os mais céticos de Batman, o policial Robin John Blake, embora não tão fiel como as HQ'S, consegue pegar a essência de jovem revoltado e imatura que luta por tudo e por todos pelo bem dos que lhe são confiados. Nolan, embora não fiel, consegue pegar elementos de Dick Grayson e Jason Todd, formando um personagem tão carismático quanto num desses Robin'S. Embora, como fã do morcego, ainda preferiria que se ele fosse chamado de "POLICIAL TODD" ou "GRAYSON" e falasse uma frase sobre circo (ou então a sequência final ele subisse no Batpod ao invés de Selina), consegui guardar esse jovem na minha Bat Biblioteca.
O Cavaleiro Das Trevas Ressurge é um filme que emociona. Faz parte de uma saga que vai deixar saudades. Infelizmente, Tio Nolan, não deixou nenhuma brecha para os demais filmes do Universo Cinematográfico DC. Mas acho que esta é a melhor decisão... Este Batman é ÚNICO.
Fabricio A.
Fabricio A.

1 seguidor 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de junho de 2013
Um dos melhores e mais dramáticos embates entre super-herói e vilão dos últimos tempos. Gerou suspense e grandes cenas de ação do início ao fim, com destaque para o supervilão Bane (Tom Hardy) e a acrobática Mulher Gato (Anne Hathaway). Primorosa a atuação de Christian Bale, mostrando forças depois de ter seus ossos sacudidos e ter sido temporariamente derrotado. Merece a pontuação máxima.
Eduardo S.
Eduardo S.

20 seguidores 26 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de maio de 2013
Todo mundo sabe que este não é o fim do “Homem-Morcego”, mas o fim de uma Trilogia que tem tudo para tornar-se clássica.

Atualmente Hollywood raramente produz algo novo e original, os cinemas são infestados de remakes e sequências intermináveis, mas com a fama e prestígio alcançados por sua excelente e bem sucedida filmografia, Christopher Nolan fez sua trilogia ir além do sucesso comercial, com filmes dignos de prêmios, popularidade e bilheterias astronômicas.
Retornando após quatro anos e depois de sua magnífica obra-prima “A Origem”, Nolan não só dá continuidade a saga do Homem-Morcego, como conclui de forma digna e extraordinária sua trilogia.
Batman – A Queda do Morcego de Chuck Dixon e outros, O Cavaleiro das Trevas de Frank Miller e Batman – Terra de Ninguém de Bob Gale, foram adaptados para o excelente roteiro de David S. Goyer e dos irmãos Christopher & Jonathan Nolan, que souberam muito bem não só continuar a história, como destacar personagens e fatos dos dois longas anteriores de forma excepcional e empolgante.
Christian Bale (Bruce Wayne/Batman) volta mais emocional e melhor do que os longas anteriores, Michael Caine (Alfred) roubando suas cenas e mostrando seu imenso talento, merece no mínimo ser indicado para Oscar por sua excelente e emocionante atuação.
Gary Oldman (Comissário Gordon) está perfeito e mais ativo, Morgan Freeman (Lucius Fox), Cillian Murphy (Dr. Jonathan Crane/Espantalho) e Liam Neeson (Ra’s Al Ghul) voltando a série e fechando o elenco já mostrado nos longas anteriores.
Estreantes na saga estão Tom Hardy (Bane), excelente ator britânico que desde sua aclamada atuação no filme “Bronson” (2008) do diretor Nicolas Winding Refn, não parou mais e com certeza vai dar muito que falar, mesmo mascarado sua atuação é notável e ameaçadora, somente superada pelo Coringa de Heath Ledger. Marion Cotillard (Miranda) alterna seus papéis entre produções americanas e francesas, com grande talento e versatilidade.
Joseph Gordon-Levitt (Blake) é um dos melhores atores de sua geração e cada vez mais vem ganhando seu merecido espaço, por isso não é de se espantar o destaque e a importância dada ao seu personagem, que vai bem além do que esperamos.
A Mulher-Gato de Michelle Pfeiffer é icônica e insuperável, mas mesmo assim Anne Hattaway (Selina) defendeu muito bem sua personagem e vem recebendo muitos elogios, incluindo uma possível indicação ao Oscar.
Novamente Nolan resgata um ator do ostracismo, desta vez foi Matthew Modine (Foley) longe de grandes filmes há muito tempo.
Desta vez Hans Zimmer sozinho, dando continuidade a excelente Trilha-Sonora dos filmes anteriores de forma extraordinária, por isso espero que desta vez seja pelo menos lembrado no Oscar, quem sabe até saindo vencedor depois de quase 20 anos de seu último prêmio.
Mais uma vez foi alcançada a excelência em Edição e Mixagem de Som, pelos técnicos Richard King, Randle Akerson, Michael Babcock, Mark Goodermote & Ed Novick, com grande impacto durante todo o filme.
Um dos maiores trabalhos deste capítulo final da trilogia, certamente foi do editor Lee Smith em editar quatro horas de material em pouco mais de 02h40 de projeção, pela excelência de seu árduo trabalho merece levar certa estatueta dourada para casa. Muito se falou acerca da longa duração, mas todos sabiam que nunca seria lançado em sua totalidade, mas bem que podiam lançar o filme em duas partes, nós como fãs com certeza voltaríamos em massa aos cinemas.
Premiado com Oscar pelo genial “A Origem”, o diretor de fotografia Wally Pfister pode muito bem repetir o feito pelo seu extraordinário trabalho neste filme.
Os figurinos de Lindy Hemming são notáveis, principalmente nos trajes de Bale, Hattaway e Hardy com sua máscara. Outro destaque foi o trabalho dos maquiadores Audrey Doyle, Doug Fairall & Connor O’Sullivan, principalmente no personagem Bane.
Com grande impacto os efeitos visuais são de um realismo absurdo em várias cenas, principalmente na primeira com Bane, certamente o técnico Chris Corbould e sua equipe serão lembrados pelo excelente trabalho.
Infelizmente logo nos primeiros dias de sua estreia o longa ficou marcado pelo massacre cometido em um cinema lotado de fãs em uma cidade norte-americana.
Devido a essa fatalidade, alguns acham que o filme vai sair prejudicado em relação ao Oscar, sendo um absurdo um fato cometido por um louco, atrapalhar o julgamento dos membros de uma premiação como o Oscar, espero que foquem suas qualidades artísticas e não esse fato isolado.
Atualmente em cartaz, o filme que estreou não faz nem 2 meses e custou 250 milhões de dólares, está arrebentando nas bilheterias com mais de 1 bilhão de dólares, já tendo ultrapassado seu antecessor e neste momento ocupando a 12ª posição das maiores bilheterias de todos os tempos.
Um final quase perfeito e digno de um grande diretor como Nolan, que fez de sua trilogia não só um marco na Saga cinematográfica do Homem-Morcego, como mostrou como revitalizar um personagem já visto anteriormente.
Andrea D.
Andrea D.

12 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de maio de 2013
Adorei o filme. Ótima atuação da Anne Hathaway que sempre me surpreende. O filme é inesperado até o fim. Já vi varias vezes, super recomendo.
João A.
João A.

24 seguidores 48 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de julho de 2013
Filmão! o Segundo melhor filme de 2012
Christopher Nolan mostrando seu ótimo trabalho
Luca T.
Luca T.

20 seguidores 82 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de julho de 2013
Fui ao cinema assistir esse filme com alguns amigos....
Filme muito bom, ação, historia e Christopher Nolan como sempre dirigindo uma historia sensacional...
Christian Bale como sempre muito bem.....
Anne Hathaway linda como sempre e muito bem como a Selina Kyle :D
Ação de mais e o final de tirar o folego :D
Nota: 10
Marcos L.
Marcos L.

15 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de abril de 2013
Não poderia ter sido um final melhor pra trilogia. Dramático e com cenas de ação ao mesmo tempo, e mesmo o que parece ser meio absurdo no filme (como os policiais ficarem 3 meses em baixo dos escombros) o roteirista procurou dar uma justificativa minimamente lógica. O lance do Bruce ficar preso na mesma prisão em que o Bane ficou dá um toque a mais à história, e as armas e veículos como sempre supreendendo. Excelente filme!
Orlando Junior A.
Orlando Junior A.

4 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de março de 2013
Gostaria muito de contribuir com minha critica sobre Batman Cavaleiro das Trevas, que realmente nos consegue surpreender na trilogia, espero que assim como no filme sejamos surpreendidos com a continuidade deste que considero um dos melhores filmes de super - heróis produzidos para telona
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