Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge
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4,6
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Fábio R.
Fábio R.

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4,0
Enviada em 13 de dezembro de 2012
Vai ser difícil superar a parceria entre Nolan e Bale em outro filme sobre o Batman spoiler:
spoiler:
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de julho de 2013
Christopher Nolan encerra a sua trilogia de forma grandiosa e já deixa os fãs com saudade Ao fim de Batman - O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight) a grande dúvida era como superar aquilo? Além de muita ação e uma trama impecável, o segundo filme dirigido por Christopher Nolan dentro do universo do Homem-Morcego tinha ainda a melhor interpretação já feita para o Coringa (Heath Ledger), capaz de colocá-lo no olimpo dos vilões, ao lado de Darth Vader e Hannibal Lecter. A saída criada por Chris, seu irmão Jonathan Nolan e o co-roteirista David Goyer foi trazer para as telas o personagem responsável por quebrar o herói nas histórias em quadrinhos, Bane (Tom Hardy).

Pessoalmente nunca fui fã do vilão, criado pela oportunidade mercadológica de desbancar um de seus maiores ícones e assim vender mais gibis - saída que já havia sido utilizada pela mesma DC Comics com Doomsday, inventado meses antes para matar o Superman. Piorou a minha relação com ele quando Joel Schumacher o colocou em Batman & Robin (1997), em uma versão inflável, descerebrada e totalmente descartável (que ainda atormenta meus piores pesadelos). Mas, como dizem os fãs, "In Nolan We Trust" (no Nolan, nós confiamos). Já na primeira cena do filme vemos um sujeito enorme e frio, que tem todos os movimentos calculados como um bom enxadrista e impõe nos seus oponentes o mesmo medo que o Batman conseguiu espalhar pelo submundo de Gotham City.

Seus motivos vão ficar mais claros com o desenrolar da trama, que apresenta ainda três novos personagens: o policial John Blake (Joseph Gordon-Levitt), a magnata filantropa Miranda Tate (Marion Cotillard) e a gatuna Selina Kyle (Anne Hathaway). Sexy, ágil e dissimulada como a ladra de joias, Anne Hathaway se mostra capaz de fazer muito marmanjo esquecer a lambida que Michelle Pfeiffer deu em Michael Keaton no segundo batfilme dirigido por Tim Burton. Já Gordon-Levitt engrossa a voz, ganha peso e cara de homem, e comprova a posição alcançada em A Origem, como potencial astro de filmes de ação - com a vantagem de ainda saber atuar. Quem sai no prejuízo é Cotillard, que surge como o ponto fraco do elenco, com atuação muito aquém de sua já reconhecida e premiada capacidade.

Outra novidade, desta vez entre os veículos, é a aparição do Morcego, uma espécie de Tumbler voador. Sua agilidade no ar é comparável com a capacidade de luta do Batman e o poder de seus motores é ensurdecedor. Apesar de preferir usar efeitos práticos, Nolan prova nestas cenas que domina também a computação gráfica, com uma perseguição aérea entre os prédios de Gotham City digna de qualquer filme de super-herói voador. E o efeito IMAX - a imersão na gigantesca tela, com sequências filmadas em película 70mm - faz o resto. Se em Batman - O Cavaleiro das Trevas as seis sequências (28 minutos) IMAX se destacavam quando entravam em ação, neste novo filme, com quase metade de seus 164 minutos de duração no formato, as transições ficam menos visíveis e, consequentemente, temos um motivo de dispersão a menos com que nos preocupar.

Quem também tem pouco com o que se preocupar durante todo o arco inicial é o Comissário Gordon (Gary Oldman). Depois da morte de Harvey Dent - no desfecho de O Cavaleiro das Trevas - Gotham vive dias de paz, mas sua consciência o perturba. O Batman assumiu a morte do ex-promotor e virou alvo da polícia local e Gordon tratou de esconder o fato de que Dent havia se transformado no Duas-Caras, mantendo assim sua figura imaculada. A maior consequência disso é uma lei que praticamente zerou a criminalidade no local e levou o Batman à reclusão.

Cabe então a Bane trazer novamente o caos à cidade.

A trama toda se desenvolve de forma linear e é detalhadamente explicada, com direito a vilão fazendo pausa antes de seu ato final para contar ao herói os motivos que o levaram até aquele ponto - algo digno da série dos anos 60 estrelada por Adam West e Burt Ward, acredite! E entenda isso como uma homenagem, assim como a citação de outros personagens conhecidos dos leitores dos quadrinhos do herói mascarado. É a desforra dos Nolan contra os que sempre diziam que sua Gotham era muito distante da vista nas páginas mensais das revistas parabénsssssssssssssssssss spoiler:
Álvaro José S.
Álvaro José S.

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5,0
Enviada em 21 de agosto de 2012
O filme é espetacular, não deixa nada perdido no final, além dele ser surpreendente! O único defeito é a tentativa de fazer piadas, que não faz bem o caráter do Batman. Aposto que al´gum Óscar ganha, de ator ou atriz, principal ou secundário, deve sair ao menos uma indicação.
Carlos Henrique Campos
Carlos Henrique Campos

21 seguidores 27 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de março de 2013
um filme que encerra da melhor forma a grande trilogia do cavaleiro das trevas, e a lenda terminou de uma forma espetacular, um filme pra se assistir várias vezes!
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de julho de 2016
Repetindo a fórmula que vem aumentando a popularidade do mascarado na sétima arte nos últimos anos, Christopher Nolan volta para a franquia O Cavaleiro das Trevas, dirigindo o seu terceiro e último filme da melhor forma possível.

Após os acontecimentos de O Cavaleiro das Trevas (2008), oito anos se passaram em Gotham City — agora uma cidade pacifica — desde a morte do promotor Harvey Dent (Aaron Eckhart), e desde que o Batman (Christian Bale) — culpado pela morte do promotor e pelo sequestro do Comissário Gordon (Gary Oldman) e de sua família — sumiu misteriosamente. Tudo muda quando Selina Kyle (Anne Hathaway), uma ladra sedutora, rouba a mansão Wayne e Bruce se vê no papel de investigar a ladra. Isso faz com que Wayne perceba que novas ameaças espreitam a cidade e a chegada de um novo vilão — Bane (Tom Hardy) — faz com que o milionário volte a assumir o manto do Morcego.

Infelizmente, apesar de Nolan fechar a trilogia com primor e chave de ouro, o último longa sofre um pouco da maldição do terceiro filme. spoiler: A começar pelo mordomo Alfred Pennyworth (Michael Cane), que na mitologia do Morcego (muito menos na trilogia de Nolan) nunca foi apenas um mordomo. Única figura paterna e "família" para Bruce Wayne, Alfred resolve abandonar, de mão beijada, o seu patrão na metade do filme, só por que este resolveu voltar para o mundo do crime.


Outro erro é o vilão. spoiler: Não Bane, mas sim Miranda Tate (Marion Cotillard), que acaba se revelando Thalia Al'Ghul, filha do primeiro vilão da trilogia, Rhas Al'Ghul. A personagem fora mal desenvolvida, ao longo da trama servindo apenas como braço direito e par romântico de Bruce Wayne. Quando ela se virou contra o vigilante foi impactante? Sim, mas a personagem fora mal desenvolvida, e Nolan a escondeu tanto para alimentar esse plot twist que atrapalhou a personagem. E, quando ela revela a sua verdadeira face, tem uma das mortes mais toscas do cinema hollywoodiano.


O Batman se prova outro erro aqui. spoiler: No terceiro longa, não vemos muito do herói. O motivo do por quê é até ótimo, contudo, o principal símbolo de esperança de Gotham City acaba virando um Godzilla da vida: só aparece no final para salvar a cidade. Contudo, isso de longe não é um dos maiores erros da trama.


Um erro que Nolan carrega desde o primeiro filme (Batman — Begins - 2005), são as coreografias de lutas. Péssimas, mal executadas, chegam a soar mecânicas, como se cada membro do personagem estivesse enferrujado e faz com que a performance de corpo dos atores (ou seriam os dublês?) fique péssima. Fora alguns capangas que, acredite se puder, Batman derruba sem mal tocar (?).

O longa dessa vez ganha mais um acréscimo: piadinhas toscas e diálogos de duplo sentido que chegam a arranhar nossos ouvidos, fora que não combinam com a estética do filme.

spoiler: Todavia, talvez o furo de roteiro mais gritante seja o fato de que talvez que depois de tudo — além de ter sido traído inúmeras vezes —, após forjar a morte Batman foge, sem mais nem menos, para a Itália, com a ladra Selina Kyle.


Como aspectos positivos, esse filme carrega nas costas um enorme simbolismo, que compensa todos os outros erros. A começar pelo Batman, que com sua reaparição reforça o símbolo de esperança de Gotham City que Nolan veio criando nos últimos filmes. Aliás, ainda há a mensagem que o herói carrega nas costas e que aqui é mais gritante, e só aumenta a cada minuto do filme, por conta de suas reviravoltas pontuais e constantes.

Como atores, todos desempenham seus respectivos papéis perfeitamente, inclusive Anne Hathaway, sexy da melhor maneira possível — sem ser vulgar — no papel de Mulher Gato. Mas a novidade aqui é Tom Hardy no papel de Bane. Talvez a voz roufenha não impressione, mas ela brinca perfeitamente com brutalidade do brutamontes e todo o medo que exala. Definitivamente, não há como ver Hardy em Bane: o ator se dedicou tanto ao papel que virou personagem.

Apesar das cenas de luta mal coreografadas, talvez uma das melhores seja a do primeiro confronto de Bane e Batman, que agracia aos fãs de quadrinho com uma boa referência — o brucutu quebrando as costelas do morcego impiedosamente.

O nível de emoção que o longa atinge também é competente. Em seu terceiro ato, não há como se emocionar; arrepiar e chorar. spoiler: De Alfred chorando sobre o túmulo de Bruce ao espectador descobrindo que o milionário consertara o piloto automático do morcego: Nolan consegue ser tocante e delicado em cada cena, ainda mais com a companhia da triste trilha sonora de Zimmer.


Em questão de finalizar a trilogia, Nolan consegue cumprir o requerido: terminar uma franquia deixando o gostinho de quero mais! Felizmente, Cavaleiro das Trevas Ressurge nos deixa com muita água na boca, e a cena de John Blake (Joseph Gordon-Levitt) spoiler: descobrindo a Bat-Caverna
só deixa os nossos corações mais apreensivos ao sabermos que tudo aquilo está chegando ao fim.

Apesar de seus furos, Batman — O Cavaleiro das Trevas Ressurge consegue ser um dos melhores filmes de super-herói já feito. Não supera seu antecessor, mas fecha com magnificência a obra-prima de Nolan. Nada mais justo do que ocupar o cargo de "Poderoso Chefão" dos super-heróis. O triste é, realmente, que nunca teremos mais algo dessa franquia.

Nota: 8,5/10
Pollyanna d.
Pollyanna d.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2013
Sou suspeita pra falar desse filme, pois tratando-se de histórias com super-heróis, eu amo e mesmo o Batman não sendo meu herói favorito, eu amei esse filme...
Anne Hathway, de inicio, fiquei meio assim, será que ela vai dar certo de "Mulher-Gato", pra minha grata surpresa, achei ela melhor do que a própria Halle Berry (na minha humilde opinião), subiu muito em meu conceito de atriz, além de ela ser linda !!!
Christian Bale em seu momento perfeito, daqueles que me fez paralisar em momentos apices do filme e se fez brilhar grandemente, Gary Oldman nem preciso falar, dispensa qualquer comentário, ator sempre incrivel e singular, enfim parabéns ao Christopher Nolan por ter fechado essa trilogia de forma esplendorosa, quem não assistiu, vale a pena assistir...

=)
Ariel L.
Ariel L.

10 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de março de 2013
Um filme maravilhoso que te prende do começo ao fim! Mais uma prova da genialidade de Nolan! RECOMENDO
Iago B.
Iago B.

9 seguidores 25 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de junho de 2013
ótimo filme, não esperava que superasse o filme anterior, mas superou
Gedon
Gedon

8 seguidores 8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de março de 2013
Trilogia perfeita! Me chateei só relação ao Robin.
Adison S.
Adison S.

10 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de setembro de 2013
sinceramente pra mim dos 3 filmes do batman da trilogia esse foi o melhor Bane sensacional !!
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