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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Folha de São Paulo
"Desejo de Matar", o filme de 2018, é uma das mais inteligentes entre tantas refilmagens do cinema americano recente. Preserva a essência do original, mas substitui a intenção de impactar com violência desmedida por uma esperta crônica sobre a banalização da morte numa América armada até os dentes.
Omelete
[...] O grafismo da violência, bem típico de [Eli] Roth, de cérebros estourando a cabeças virando, também estão mais próximos da caricatura encontrada em gibis ultraviolentos do que em filmes com um pé no realismo.
Preview
Além da fartura sanguinolenta, marcas registradas como o humor negro, deboche, boa trilha e referências ao título original estão presentes. Surpreendeu.
Cinepop
Diretor e roteirista, apesar de alguns deslizes, acertam o tom da coisa, tratando com bastante honestidade o material que possuem em mãos. De fato, o novo "Desejo de Matar" talvez seja tão eficiente quanto seu predecessor.
O Globo
[Eli] Roth ilustra com certa ironia é a facilidade de se adquirir armas automáticas nos Estados Unidos e a maneira sedutora de que as lojas e a propaganda na TV se utilizam para atrair clientes. Mas essa crítica ao comércio das armas não tem o mesmo apelo que as atraentes cenas de ação.
Rolling Stone
Roth filma com competência, mas a produção tem pouco brilho. Mesmo sendo um filme violento e moralmente dúbio, o "Desejo de Matar" dos anos 1970 era uma experiência cinematográfica visceral, ainda que perversa. Lamentavelmente, nada do sentido catártico e da ironia do original é reproduzido aqui.
Chicago Sun-Times
Mesmo com o comentário social, “Death Wish” não está tentando ser um documentário intenso, corajoso e arrancado das manchetes. (Além de um par de apartes sobre "um homem branco em um moletom com capuz" cometer os crimes, a raça é dificilmente mencionada).
Cineplayers
O Desejo de Matar 2018 não é ofensivo, mas é pálido em comparação com tantos outros filmes sobre o tema, como o ultraviolento O Exterminador, o controverso e clássico Taxi Driver, o sombrio Harry Brown e o divertidíssimo Kick Ass - Quebrando Tudo
Plano Crítico
Subtraído de uma discussão sempre interessante sobre vigilantismo e do rio tortuoso que é a posição sobre justiça e vingança, pouco sobra de tutano no filme para acalentar a nossa vontade de ver na tela uma “boa história”.
The Playlist
[...] desde o começo, alguma coisa não encaixa direito. [...] O drama, ou a falta dele, restringe “Desejo de Matar” de ser um bom filme, e o põe mais perto de ser um filme frustrante.
Variety
Na noite do jantar de aniversário, uma equipe de ladrões mascarados invade a casa, e a violência que se segue é encenada de uma maneira extremamente eficaz, mas genérica, como algo saído de uma sequência de “Purge”.
Observatório do Cinema
[...] não é possível nem o longa rir de si mesmo, tamanha a impressão de descompromisso com preceitos morais, cujo veredito aponta para o reflexo da frouxidão temática da produção.
Screen Rant
O maior problema com “Desejo de Matar” é sua execução básica. Esse tipo de narrativa não é novidade para Hollywood depois do modelo do filme original, e a versão de [Eli] Roth deixa a desejar alguma coisa que se destaque.
Collider
É difícil imaginar um filme mais fora do tom e sem noção para o seu tempo do que o remake de “Desejo de Matar” de Eli Roth. [...] Diferente do original, no qual a violência destrói tudo que toca, no remake ela é a cura de tudo.
New York Times
Com o protagonista - um atirador autodidata - sem nenhum conflito moral, “Desejo de Matar” promove a visão de uma cidade cujas ruas ficam vermelhas e os moradores correm assustados. Está pronto para uma campanha publicitária da Associação Nacional de Rifles (N.R.A.).
The Guardian
Então ele levanta o capuz, alheio à percepção de que sua maior arma não é seu suéter roubado ou a pistola no cinto, mas quem ele é sem nada disso: um branco de 62 anos de idade que, na ficção de Hollywood e nos tribunais americanos da vida real, pode caçar estranhos e fazer uma reverência orgulhosa.
The Hollywood Reporter
Embora armados com violência suficiente para desfrutar de algum sucesso entre os espectadores que ainda não foram queimados pelos muitos fracassos recentes da carreira de Bruce Willis, essa tentativa genérica de reinicialização da franquia merece ser morta.
Veja
Tão canastrão quanto Bronson, Bruce Willis protagoniza um remake questionável, sobretudo quando há campanhas nos Estados Unidos a favor do desarmamento. Os tempos mudaram e o roteiro…continua quase o mesmo.