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Nelson J
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1.978 críticas
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3,5
Enviada em 10 de maio de 2018
Bruce Wilis sempre entrega o que promete e nas maioria das vezes é pura diversão. Médico salva vidas, mas a esposa é assassinada em um assalto. Ele fará justiça com as próprias mãos e sua filha irá se recuperar do coma. Vale a pena como entretenimento.
Após ter sua casa invadida e esposa assassinada por bandidos, Paul passa a acompanhar a polícia nas investigações para capturar os criminosos. Em poucos dias ele percebe que a polícia jamais encontrará os assassinos. Sem opções, ele terá que se aventurar por caminhos obscuros em uma jornada pessoal em busca de justiça.
eu não assisti a versão original de 1974 com Charles Bronson mas acredito que por ser uma regravação foi muito bom e fico mais feliz ainda pelo Bruce Willis estar de volta em um filme que faz sentido pelo menos mesmo sendo uma história tão manjada ainda assim foi um bom filme⭐⭐⭐
Gostei do filme, entretém de forma descompromissada e passageira. Filme violento e surpreende nos momentos de suspense. Mais um bom filme do diretor Eli Roth.
Logo temos a experiência de acompanharmos a escalada brutal de Paul Kersey, que na pele de Bruce Willis em homenagem a Charles Bronson vive o brusco isolamento da vida social, ocupando o porão como um bagunçado esconderijo de seu alter ego, o distanciamento do seu irmão, além das noites agindo como vigilante andando a esmo nos piores lugares para estar em uma cidade grande. Tudo isso é narrado como um filme de ação trivial que tem seus momentos empolgantes e incidentais da ficção do homem comum fazendo justiça com as próprias mãos, e não um drama intimista de um pai de família que teve sua vida arrasada e que busca redenção aleatória. Mas dane-se, já que a sensação de poder e liberdade que Bruce Willis exibe e esse contraste de valores com os atuais movimentos sociais pacifistas (leia lenientes) paga-se sozinho. Só seria melhor se ele ajudasse mulheres e garotos negros que sozinhos precisam enfrentar bandidos impunes (pertencentes a todas as principais etnias). Ei, espera: ele faz justamente isso!
Remake do clássico estrelado por Charles Bronson consegue ser ótimo,tem cenas marcantes e bem elaboradas,Bruce Willis interpreta de maneira agradável e competente seu personagem.
Filme até prende a atenção no começo, mas depois fica faltando algo, como se estivesse oco, talvez porque o estilo simpático sarcástico de Bruce Willis não combine com o jeito brucutu de Charles Bronson que conseguia interpretar melhor alguém com verdadeiro desejo de matar.
Para lê a critica completa, link abaixo, só juntar URL: http:// parsageeks.blogspot.com. br/2018/05/cinema-471-desejo-de-matar. html
Representar diante das telinhas um desejo comum no âmago de uma pessoa nem de longe é raro nos cinemas. Em 1974, Desejo de Matar trouxe um Charles Bronson atuando como personagem ilustre no imaginário das muitos cidadãos, haja vista sua vontade incólume de vingança pessoal. Pois bem, DESEJO DE MATAR recebe uma regravação do clássico setentista com uma nova roupagem, mas a mesma essência.
Bruce Willis interpreta Paul Kersey, um cirurgião devoto plenamente a família e sua profissão. Por uma infelicidade do destino, ele tem sua esposa assassinada e a filha deixada em coma, mas indiferente às reações de investigação da polícia local, ele resolve arregaçar as mangas e fazer justiça com as próprias mãos.
Apesar das característica que mais se espera na produção ser a ação, na verdade a transformação de Kersey em uma espécie de vingador figura como elemento mais forte do filme. Willis mostra grande consternação pela tristeza sofrida pelo personagem e que vai sendo atenuada à medida que ele descobre um lado que as autoridades não conseguem suprir. Sob a tutela do sádico diretor Eli Roth, DESEJO DE MATAR tem apenas duas cenas gore ao extremo, mas isso não tira a diversão de primeira da obra, deixando tudo fluir bem e, às vezes, ocasional na medida.
O filme Desejo de Matar, dirigido por Eli Roth, revisita a série cinematográfica homônima de sucesso, estrelada nos anos 1970, pelo ator Charles Bronson.
Os dois filmes possuem a mesma essência: Paul Kersey (Bruce Willis) se torna um justiceiro anônimo após ver a sua esposa (Elisabeth Shue) e sua filha (Camila Morrone) serem vítimas de um ato de violência e ele ter a sensação de que nunca os responsáveis pela ação serão responsabilizados.
Nos anos 70, um filme como Desejo de Matar se tornou popular, pois os Estados Unidos estavam enfrentando altas taxas de criminalidades. Em 2018, pensar num remake para esta obra implica em uma série de coisas, principalmente a questão da discussão ética em torno da figura de um justiceiro anônimo, de alguém que decide fazer justiça com as próprias mãos.
Em que pese esta questão estar presente, mesmo que de forma superficial, em Desejo de Matar, a verdade é que o filme poderia ter aprofundado isso muito mais, principalmente, ao tentar inserir o fator das redes sociais como um propagador de tudo aquilo que Kersey passou a fazer.
Além desses aspectos, o filme ainda esbarra num elemento muito importante: Bruce Willis não é Charles Bronson. Com seu jeito quase robotizado de atuar, fica difícil sentir empatia pelas escolhas feitas pelo seu Paul Kersey.
Refilmagem de 1974 que não vi,mas já considero pacas e quero ver. O filme tem uma história simples,mas ação e suspense o tempo todo,além de escrachar a polícia que não faz nada,levando assim nosso Bruce Willis a ter que resolver tudo. Simplesmente assistam!
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