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Alan David
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685 críticas
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2,5
Enviada em 18 de maio de 2018
Filme até prende a atenção no começo, mas depois fica faltando algo, como se estivesse oco, talvez porque o estilo simpático sarcástico de Bruce Willis não combine com o jeito brucutu de Charles Bronson que conseguia interpretar melhor alguém com verdadeiro desejo de matar.
Para lê a critica completa, link abaixo, só juntar URL: http:// parsageeks.blogspot.com. br/2018/05/cinema-471-desejo-de-matar. html
Representar diante das telinhas um desejo comum no âmago de uma pessoa nem de longe é raro nos cinemas. Em 1974, Desejo de Matar trouxe um Charles Bronson atuando como personagem ilustre no imaginário das muitos cidadãos, haja vista sua vontade incólume de vingança pessoal. Pois bem, DESEJO DE MATAR recebe uma regravação do clássico setentista com uma nova roupagem, mas a mesma essência.
Bruce Willis interpreta Paul Kersey, um cirurgião devoto plenamente a família e sua profissão. Por uma infelicidade do destino, ele tem sua esposa assassinada e a filha deixada em coma, mas indiferente às reações de investigação da polícia local, ele resolve arregaçar as mangas e fazer justiça com as próprias mãos.
Apesar das característica que mais se espera na produção ser a ação, na verdade a transformação de Kersey em uma espécie de vingador figura como elemento mais forte do filme. Willis mostra grande consternação pela tristeza sofrida pelo personagem e que vai sendo atenuada à medida que ele descobre um lado que as autoridades não conseguem suprir. Sob a tutela do sádico diretor Eli Roth, DESEJO DE MATAR tem apenas duas cenas gore ao extremo, mas isso não tira a diversão de primeira da obra, deixando tudo fluir bem e, às vezes, ocasional na medida.
Assisti o primeiro Desejo de Matar com Charles Bronson. Este é uma atualização maravilhosa, utilizando a modernidade do celular. A temática de vingança é a única coisa em comum com o Original. E o Bruce Willis está surpreendente como nos velhos tempos de Duro de Matar. Quem gosta de filmes de ação não pode perder esse filme.
Após ter sua casa invadida e esposa assassinada por bandidos, Paul passa a acompanhar a polícia nas investigações para capturar os criminosos. Em poucos dias ele percebe que a polícia jamais encontrará os assassinos. Sem opções, ele terá que se aventurar por caminhos obscuros em uma jornada pessoal em busca de justiça.
eu não assisti a versão original de 1974 com Charles Bronson mas acredito que por ser uma regravação foi muito bom e fico mais feliz ainda pelo Bruce Willis estar de volta em um filme que faz sentido pelo menos mesmo sendo uma história tão manjada ainda assim foi um bom filme⭐⭐⭐
Um bom filme de ação estrelado pelo veterano Bruce Willis que se sai bem. A história é boa, as cenas de ação convencem, um filme de ação com muito sangue, tortura, palavrão, típico filme de ação, um pouquinho clichê as vezes, mas consegue ser um bom filme.
Logo temos a experiência de acompanharmos a escalada brutal de Paul Kersey, que na pele de Bruce Willis em homenagem a Charles Bronson vive o brusco isolamento da vida social, ocupando o porão como um bagunçado esconderijo de seu alter ego, o distanciamento do seu irmão, além das noites agindo como vigilante andando a esmo nos piores lugares para estar em uma cidade grande. Tudo isso é narrado como um filme de ação trivial que tem seus momentos empolgantes e incidentais da ficção do homem comum fazendo justiça com as próprias mãos, e não um drama intimista de um pai de família que teve sua vida arrasada e que busca redenção aleatória. Mas dane-se, já que a sensação de poder e liberdade que Bruce Willis exibe e esse contraste de valores com os atuais movimentos sociais pacifistas (leia lenientes) paga-se sozinho. Só seria melhor se ele ajudasse mulheres e garotos negros que sozinhos precisam enfrentar bandidos impunes (pertencentes a todas as principais etnias). Ei, espera: ele faz justamente isso!
Bruce Willis ... de capuz e bancando o herói oculto, me faz lembrar um outro filme?¿ não é mesmo? Pode até ser uma referência, todavia, esse filme é apenas um Reboot do "Desejo de Matar" de 1974.
Pois bem, "Desejo de Matar" nos traz um homem comum que após sua família sofrer nas mãos de bandidos e sua mulher ser morta, resolve fazer justiça com as próprias mãos.
O filme tem um ritmo bom e por isso acaba não sendo cansativo, pois essa clichê já vimos de montes na telinha. Sendo um filme com o carimbo de Bruce Willis, já vale a pena conferir.
Desejo de Matar não impressiona tanto na sua narrativa e não é tão violento suficiente pra satisfazer os fãs do gênero ação" tem momentos legais e a violência e cenas de ação são bem usadas quando necessário; mas é um filme que mais promete do que entrega.
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