No estilo do "O dia do Atentado", de 2017.. inclusive com mesmo ator de protagonista, conta a história, apesar baseado em fatos reais, um grande patriotismo norte-americano. O filme tem alguns grandes exageros com algumas cenas bem forçadas com intuito de comoção. Eu mesmo assisti para um um trabalho de faculdade. O filme é bom, mas poderia ser melhor.
Mark Wahlberg em boa performance e bom elenco também! Filme se passa no Afeganistão, na zona de Bim Ladem, onde essa turma vão em uma missão ardente com muita bala e ação, mixagem e edição de som de primeira qualidade, os mesmos concorrente ao óscar. Roteiro é bom, com algumas falhas, maquiagem muito boa. O grande héroi é um filme muito bom para assistir em turma.
E X C E L E N T E! Pra mim, um dos melhores filmes de guerra que assisti. A tensão da história prende os olhos na tela e faz você esquecer de respirar!
O filme é muito interessante no inicio, onde poucos soldados sao enviados para operação de captura. Em combate os americanos se superam a cada tiroteio em um numero muito maior de inimigos, sem falar nas cenas que despencam de penhascos e mesmo debilitados continuam inteiros. Por fim, muito exagero para mostrar o patriotismo dos soldados americanos.
Baseado em uma história real, o filme O Grande Herói, dirigido por Peter Berg, acompanha a história de militares de elite da Marinha dos Estados Unidos que recebem a missão de capturar (vivo ou morto) um dos homens de confiança de Osama Bin Laden. Quando a operação fica comprometida, o filme se dedica ao relato da jornada desses militares em busca da sobrevivência. O Grande Herói tem a marca e o estilo de Peter Berg (que ganhou fama com a série Friday Night Lights) em cada frame. Por isso mesmo, trata-se de um filme de ação bastante tenso, que captura a sua atenção e que, ao mesmo tempo, carrega em si o caráter humano necessário para que a gente possa se importar com o destino dessas personagens.
A retratação de eventos militares baseados em fatos reais sempre tendem a um certo ufanismo americano, principalmente quando as obras em questão visam "reviver" eventos complicados e recentes. Esse conceito muitas vezes pode ser deixado de lado quando a narrativa se esforça em colocar um tempero dramático em primeiro lugar.
Marcus Luttrell (Mark Wahlberg) é um oficial da marinha americana e membro de um dos mais disciplinados grupos militares que se tem notícias, o SEALS. Como parte de seu trabalho em campo, ele parte com mais três soldados para uma missão no Afeganistão cujo objetivo é identificar e exterminar Shah (Yousuf Azami), uma importante figura do Talibã. Marcus e os demais oficiais encontram um idoso e dois jovens durante a investida na cidade alvo, porém, resolvem deixar o grupo de afegãos vivos e abortar a missão.
A tensão começa justamente quando Shah e seu capangas são alertados, dando início a uma caçada frenética em montanhas cuja geografia cria uma barreira impactante para os soldados. A ação é deliberadamente realista e convoca olhares para momentos angustiantes e repletos de realismo, a exemplo de duas situações em que o grupo de Marcus pula barrancos e acabam rolando montanha abaixo, deixando a sensação de fraturas múltiplas em ossos dos dublês; de fato é impressionante a montagem de tais cenas.
Embora seja rotulado como filme de ação, a produção que também é roteirizada pelo diretor Peter Berg, busca criar uma empatia com o quarteto principal. Além de Marcus, temos também Michael Murphy (Taylor Kitsch), Danny Dietz (Emile Hirsch) e Matt 'Axe' Axelson (Ben Foster), estes sempre atentos aos amigos e dilemas pessoais, sejam eles realçados antes ou depois da fuga. A atuação dos atores é digna de nota, já que cada um possui certas características que, quando colocadas em confronto armado, mostra como a realidade é cruel e imprevisível.
O GRANDE HERÓI é um filme que nos força a despejar uma certa atenção e expectativa pelo futuro dos personagens principais, mesmo que já se saiba das consequências após uma rápida lida em sinopses pela internet afora. Também deixa claro a importância dos árabes, representados pelos afegãos que primam pela vida, mesmo que possam resultar na morte de muitos.
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