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Ricardo A.
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174 críticas
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3,0
Enviada em 1 de maio de 2018
O lance de ficar preso no tempo/espaço é algo que vira e mexe retorna e retorna e retorna as telas.Esse looping tem exemplos como Feitiço no Tempo (citado inclusive no filme), 00h01, Efeito Borboleta, Antes que eu vá, No limite do Amanhã, Contra o tempo, Antes que termine o dia, etc. Ou seja, é um assunto já bem batido e o que muda é apenas a premissa de como se resolver essa falha na Matrix. Sendo assim, o filme não torna nada especial o roteiro já que é recheado de clichês que relembram filmes Slasher adolescentes com humor negro. Alias o filme é bem mais puxado para o terrir, então não se preocupe porque não existe susto ou tensão. Embora existam elogios para a atriz Jessica Rothe, exceto o fato de ser bonita, acredito que a personagem a torna caricata demais e intragável ao público. Assim, vê-la morrer diversas vezes é quase um deleite aos nossos olhos por ela ser tão chata. Assim, não existe uma identificação com a vítima e isso deixa o espectador distante da trama. O final (sem spoiler), mas é muito banal e a escolha do motivo do assassino, fútil demais. Em todo caso, a idéia de rebobinar a história diversas vezes gerou um baita lucro e não duvido que não venha sequências, ou certamente, outros tantos filmes com o mesmo problema físico.
eu adorei esse filme, aina mais q se inspirou em Feitiço do tempo( q é um dos meus filmes favoritos), mas o filme é meio clichê em alguns quesitos, mas, como meu amigo diz: "Se clichê fosse ruim, não estaria todo mundo utilizando" kkkkkk
otimo filme. Boa dose de imprevisibilidade, misterio, acao e humor. Prefiro esses filmes que nao sao super caros, mas que entregam diversao e entretenimento
Hoje é o primeiro dia do resto da sua vida!!! A MORTE TE DÁ PARABÉNS (Happy Death Day
O longa é dirigido por Christopher Landon (roteirista da franquia Atividade Paranormal), escrito por Cancerman Landon e Scott Lobdell, e protagonizado por Jessica Rothe (coadjuvante no musical La La Land).
A MORTE TE DÁ PARABÉNS é um "terror slasher" que conta a vida de Tree (Jessica Rothe). Uma adolescente patricinha e jovem estudante que se sente como a superior perante suas amigas e sempre trata mal os garotos com quem se envolve. Em seu aniversário, Tree é assassinada por um ser mascarado, mas o interessante é o fato de ela sempre "sobreviver" (se é que ela sobrevive) e sempre acordar no mesmo dia do acontecido (como uma espécie de looping macabro).
O ponto alto do roteiro é o fato de Tree sempre ser morta e sempre voltar a vida no mesmo dia, o que dá a ela a chance de investigar quem estar por trás de sua morte e o porque. Achei bem interessante a forma como o roteiro vai se desenvolvendo em cada dia que Tree acorda, mas por outro lado é bem cansativo rever cena por cena até ela chegar em algo ou alguém que a leve em determinadas explicações.
O longa funciona, ou até podemos chamar de homenagem ao slasher movie dos anos 90, como os filmes Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, A Hora do Pesadelo, Jason, O Palhaço Assassino, Halloween e Pânico (filmes que até hoje eu adoro). Onde sempre tinha um assassino oculto que perseguia a protagonista (ou o grupo de jovens), até com aquela forma estabanada, com escorregões e quedas (de certa forma até engraçado). Com uma pitada do filme "Feitiço do Tempo", um longa mais comédia de 1993 estrelado por Bill Murray (filme citado pelos próprios personagens nas últimas cenas).
Mas por outro lado é também uma crítica ácida as jovens fúteis de hoje em dia, mais precisamente aquelas garotas patricinhas filhinhas de papai, que se sentem a última bolacha do pacote, que acham que o mundo gira em torno dos seus pés. Esse é o caso da jovem Tree, que sempre leva a vida na bagunça, sempre tratando mal as pessoas, muita das vezes ignorando tudo e todos ao seu redor, como o fato de um simples olá (como a cena da garota oriental de fone). O filme também aborda temas como o preconceito, a homossexualidade, o humor negro, com um déjà vu que explora a inteligência da protagonista (um fato que eu achei interessante).
A MORTE TE DÁ PARABÉNS é um filme descompromissado, despretensioso, feito somente para entreter, que não se prende em dar explicações minuciosas sobre fatos, ou pontas soltas no roteiro (não vou entrar em detalhes pra não dar spoilers, mas quem assistiu vai entender o que eu quero dizer). Mas eu até que curti o filme, achei interessante o gostinho do slasher movie dos anos 90, claro que não é algo excepcional, é até bem bobinho em certas partes, mas é um bom passatempo. Gostei da mistura de mistério, terror, suspense e investigação, juntamente com um tom mais debochado de comédia.
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