O filme acerta ao trazer uma premissa envolvente: a protagonista retorna para investigar o próprio assassinato. O mistério é bem conduzido e surpreende ao apontar um culpado improvável, fugindo do óbvio. As atuações são seguras e naturais, ajudando a sustentar a tensão ao longo da narrativa. Com um roteiro bem amarrado e revelações no tempo certo, a obra prende o espectador até o final
Comecei a assistir julgando que seria chatinho. Mas me surpreendeu, mesmo sendo clichê. A máscara mesmo com cara de bebê, me fez ficar com aquela tensão de filme de terror.
Para quem gosta de viagens no tempo na minha modesta opinião é melhor do que o feitiço do tempo, com lições de moral e sempre voltar para o mesmo lugar.
"Uma história criativa e divertida, com boa atuação e ritmo envolvente, embora sua trama não seja inovadora." Com uma abordagem divertida e criativa do gênero de terror com looping temporal, o filme equilibra bem humor, sustos e emoção. Jessica Rothe brilha em um desempenho cheio de carisma, trazendo profundidade à jornada de transformação de Tree. O roteiro acerta ao manter os ciclos dinâmicos e envolventes, evitando a repetitividade cansativa típica desse subgênero. Além disso, o filme dosa bem momentos cômicos e sombrios, criando uma narrativa ágil e agradável.
Adorei a ideia de Déjà vu. A trama é legal, os personagens são bem feitos e eu realmente fiquei curioso sobre o assassino. Eu gostei bastante. Errei quem era o assassino. Mas o enredo foi muito bom.
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