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Matheus Alcantara
1 crítica
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1,0
Enviada em 19 de março de 2026
Pior filme que eu ja assisti, supera o ridículo, filme onde tudo se repete o tempo todo e no final não tem explicação nenhuma ! O pior dos piores com certeza.
Triângulo do medo é um filme de terror que contou com a direção e roteiro de Christopher Smith. Na trama, acompanhamos Jess (Melissa George), uma mulher fragilizada e mãe solteira, que junto com seus amigos embarcam em um iate. Porém, todos são surpreendidos por uma tempestade e a embarcação fica a deriva no mar. Porém, com sorte, o grupo encontra um navio que está aparentemente abandonado. A principio a trama pode parecer bem comum para os filmes do gênero: um passeio em alto mar que dar errado. Mas com o avançar do segundo ato, somos apresentados a uma serie da plots que vão deixando a narrativa cada vez mais interessante. No geral, o filme trabalha com viagem no tempo e com um terror psicológico (dado as condições de Jess) e logo somos apresentados a uma dupla narrativa na visão da própria Jess (A Jess do passado e do futuro). Sem contar que a direção proporciona uma atmosfera bem particular, como os cenários dentro de um grande navio abandonado, criando um ambiente fechado. O problema do filme talvez esteja na interpretação do elenco de apoio, mas o filme é de Melissa George, ela carrega a trama e carga dramática praticamente toda nas costas. O final é bastante ambicioso, e talvez por ser aberto (não interpretativo, mas é que propositalmente aqui não temos um “final”), alguns não podem gostar.
Não perca tempo com esse filme. Mostra um loop infinito do tempo, mas ao contrário de outros filmes com a mesma temática, a personagem não consegue se aproveitar da situação. Ao invés disso, fica se escondendo dos outros personagens sem mostrar o motivo pra isso. Total perda de tempo.
Fraco para regular ou vice versa, um filme que sai do nada para lugar nenhum, não vou falar para não dar spoiler, simplesmente a conta no final não fecha.
E mais um filme de suspense psicológico baseado em mitologia grega, do qual há um looping infinito do protagonista que é esquizofrênico...奈 Sério...esse filme me lembrou muito "O Farol" com Robert Pattinson, sendo uma mistura de psicologia com mitologia, só que a diferença é que "Triângulo do Medo" não chega a ser tão escroto quanto "O Farol".
Porém, o lapso temporal é muito confuso. spoiler: Se a verdadeira Jess (que se pode entender como sendo aquela do capuz, já que tudo começa e se inicia nela) já tinha morrido no primeiro ciclo do filme ao se jogar do navio, então não faz sentido que a segunda Jess permanecesse no barco vendo o ciclo se repetir novamente e nem que o barco voltasse por outras vezes trazendo outras Jess, afinal ela já tinha cumprido sua missão ao matar todos do navio e também ter se matado ao se jogar ao mar.路♀️
spoiler: Logo a cena em que ela aparece naufragada na praia já deveria ter acontecido desde o primeiro ciclo e ela deveria estar em casa com seu filho, mas sem ter visto nenhuma outra Jess em casa em seu lugar, o que nos mostra a primeira incoerência e portanto furo no roteiro.奈
spoiler: Ao menos nessa cena o filme nos mostrou que ela não era tão boa mãe quanto pensávamos que ela fosse, mas ainda assim não faz sentido nenhum ela ter encontrado aquela Jess pouco saudável em casa.
spoiler: Assim também como não faz nenhum sentido ela ter sobrevivido aquele acidente de carro. Ela deveria ter morrido também e não ter começado outro ciclo novamente, o que nos dá margem para a segunda incoerência do filme e portanto outro furo no roteiro.奈
Assim como o "O Farol", precisei da ajuda do Google pra me ajudar a entender esse filme e percebi que spoiler: ela sempre punha tudo a perder quando dormia, pois se esquecia de todo o ciclo. Por essa razão é que ela repetia tudo do início ao fim.
A Jess tenta enganar a morte tal e qual a mitologia de Sísifo, porém não consegue fazer isso pois nunca consegue salvar seu filho do acidente de carro.
spoiler: Tenho certeza que o taxista representa a morte e se ela tivesse simplesmente aceitado o que aconteceu e ter seguido em frente retornando ao táxi, ela teria quebrado todo o ciclo de vez, pois assim teria se redimido de vez com a morte.
spoiler: Mas o filme mostra porque ela sempre decidia voltar ao ciclo novamente, pois ela não se perdoava pelo o que aconteceu com seu filho. Isso nos mostra o quanto a culpa e o remorso são prejudiciais as nossas vidas.
Só dou 1 estrela e meia porque o filme realmente prendeu minha atenção e ensinou uma lição que considero valiosa sobre a importância do auto perdão e da resiliência para seguirmos em frente, mas o roteiro em si foi uma bosta porque não deu em nada e spoiler: só mostra a protagonista vivendo um ciclo interminável que nunca poderá superar, assim como filme "O Farol".
Odeio finais em aberto. Penso que quem conta uma história tem por obrigação encerrá-la.
Se você, assim como eu, gosta de um bom Plot Twist, então vai gostar muito desse filme. Confesso, que a princípio, quando decidi assistir esse filme, imaginei que teria um enredo fraco por aparentar amadorismo a primeira vista; mas eu fui surpreendida a cada cena que se passava. A protagonista vivência uma sequência de loops que a torna o inimigo que ela tanto queria deter. E a cena onde ela encontra os vários corpos da Sally é simplesmente sensacional. Enfim, eu fui surpreendida e adorei o filme.
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