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Cleibsom Carlos
18 seguidores
222 críticas
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2,5
Enviada em 11 de novembro de 2025
Este é um filme muito conceituado na praça, mas não se iluda, porque TUBARÃO não passa de um ANACONDA com grife! Talvez pelo seu sucesso e por ser dirigido por Spielberg, é "obrigatório" e pega bem gostar desse filme, mas não caia nessa. Entre o filme do tubarão raivoso e o da cobra gigante transloucada, prefira o segundo, que é muito mais bem humorado e não se leva nenhum pouco a sério.
Os filmes dos anos 70 e inicio dos anos 80 do Spielberg, pra mim traduzem a sua melhor fase. Neste filme, pra auxiliá-lo, uma grande trilha e ótimas atuações. A parte final do filme, então, é magnífica.
É um clássico, filme dos anos 70, nada surpreendente! Mas da pra assistir, mas não achei nada surpreendente, na epoca talvez tenha sido bem melhor do que assistir hoje em dia. Recomendo.
Clima de terror na praia e a música já vale esse filme, claro que com os efeitos da época hoje é tosco mas mesmo assim não compromete em nada, é um clássico, foi tão bem sucedido que as pessoas ficaram com medo de ir a praia.
Já não se fazem filmes bons de tubarões como antigamente, fiquei chocado com o primeiro ataque do tubarão a uma mulher, o clima de tensão e de suspense é de arrepiar e o pânico se instaurando no dia 4 de julho, no qual um prefeito fecha os olhos e nega que não há tubarão na praia, Steven Spielberg é famoso por usar efeitos práticos em suas obras e esse filme não desaponta por possuir um incrível realismo, senti Muita nostalgia nesse filme e lamento não ter assistido a esse clássico muito antes. obra prima
Quem diz que esse filme é datado não assistiu ao mesmo filme que eu assisti. Aterrorizante e tenso: é o que eu digo desse filme. Eu havia me esquecido do quão maravilhosa é a direção do Spielberg! Ele consegue enquadrar as cenas de tensão de uma forma a deixá-las mais tensas e marcantes; ademais, esse monstro da direção também faz tudo andar de forma natural: tudo ali parece vivo, tudo parece muito real. Cada personagem é humano, e cada ator interpreta muito bem cada personagem. A trilha sonora do John Williams não virou um clássico à toa: que trilha espetacular! A música tocando e aumentando cada vez que a ameaça se aproxima das vítimas cria uma aflição, uma agonia que eu só sentiria assistindo a esse filme novamente. Por fim, eu não senti a estória sendo arrastada ou mais lenta: ela anda da forma que precisa andar, e o andar dela é bom de assistir. Tubarão continua da mesma forma que sempre esteve: agoniante e temeroso. Agradeça ao mestre Spielberg por esse filme maravilhoso e ao John Williams por essa música que está eternizada na história do cinema e a qualquer coisa que remeta a um tubarão. Assista.
Já vi vários filmes de tubarão e mesmo os atuais, com muito mais tecnologia e melhores efeitos especiais nenhum se compara a perfeição deste filme e deste tubarão. Nem nos filmes atuais tem ataques tão reais quanto os desse filme. O melhor de todos!
“Tubarão” é um divisor de águas da indústria cinematográfica norte-americana e um dos responsáveis pela invenção do blockbuster. Spielberg já havia vindo de um filme espetacular que é “Encurralado”. No qual é possível ver toda sua criatividade sendo usada como poucos diretores da época.
A utilização de poucos recursos para surtir grandes efeitos. E “Tubarão” é a potencialização dessa ideia e a personificação do mal numa criação humana. Os atos primitivos de perseguição e fuga estão em ambos os filmes, a questão é a sobrevivência. Seja fugindo do caminhão em “Encurralado” ou caçando o animal monstruoso em “Tubarão”.
Spielberg deixa a cargo da imaginação dos telespectadores dimensionar o terror, por isso o alvo é sempre encoberto. É o fim da era hippie. O fim dos sonhos dos jovens norte-americanos. O mundo mostrava novamente ser o que sempre pareceu ser: um campo de guerra. “Tubarão” é a encarnação do perverso, as ações humanas que culminam na criação do mal.
A inteligência humana é então acionada para conter o perigo e impedir a matança. O uso correto da técnica para dar cabo da fera e o timing perfeito de Spielberg na direção. A missão do cauteloso chefe de polícia Martin Brody (Roy Schneider) e sua equipe: o obcecado caçador Quint (Robert Shaw) e o pragmático professor (Matt Hooper).
Desfazer a maldade dos homens parece ser o mote de Spielberg, do prefeito Larry (Murray Hamilton) que quer manter as praias abertas mesmo com os indícios de ataque. A questão de “Tubarão” é que não basta ser bom, é preciso também combater o mal. O combate exige o engajamento de um coletivo de pessoas, nem sempre moralmente iguais.
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