Ele Não Está Tão a Fim de Você
Média
3,9
1616 notas

35 Críticas do usuário

5
7 críticas
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8 críticas
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11 críticas
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7 críticas
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1 crítica
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Nay :)
Nay :)

3 seguidores 26 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de junho de 2013
Se vc é solteira, encalhada, casada, enrolada, tem relacionamento moderno via internet ou telefone, se vc é apaixonada por alguém que não te corresponde ou namora há muito tempo, se vc é apaixonado(a) por um amigo ou amiga, se vc acha que todos os homens são iguais ou qualquer bla bla bla de relacionamentos e não interessa qual o seu estado civil ou problema amoroso, ASSISTA!
Sério, na minha opinião esse é a melhor comédia romântica que eu já assisti. É engraçado e fala mesmo da nossa real maneira de pensar a respeito das nossas relações afetivas..Me disseram que o livro é muito melhor, mas ainda não tive a chance de ler. Super indico!
Camila Jorge
Camila Jorge

8 seguidores 45 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de abril de 2018
O roteiro é bastante inteligente e são varias tramas que se ligam no decorrer do filme. Comédia leve recomendo !!! Adoro esse filme
Israel C
Israel C

48 seguidores 38 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de setembro de 2021
Morno e bobo. Mau aproveitamento do elenco, história clichê e previsível.
Bem sessão pipoca mesmo, sem mais.
Fê Sanches
Fê Sanches

517 seguidores 256 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Concordo com a critica de Roberto Cunha,apesar de ter um elenco estrelado,talvez tenha faltando uma maior divulgação deste filme,que ao meu conceito é muito bom,entra na galeria dos meus favoritos.A história do filme é muito boa,bem desenvolvida e o filme não fica cansativo em momento nenhum,apesar de ser longo.
Valer a pena ver.
Bárbara M.
Bárbara M.

3 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de agosto de 2014
Alguma coisa nesse filme não me agradou muito. Talvez tenha sido que com um ou outra exceção, foi muito difícil se apegar os personagens, à suas histórias e até mais torcer a favor deles.
Leo2903
Leo2903

2 seguidores 20 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
... O filme é muito divertido, e tem como ponto forte o seu roteiro, que liga indiretamente a vida de cada personagem aos outros. Também achei bastante inteligente a idéia de tentar passar "como os homens enxergam as mulheres" através da vida de cada um dos homens envolvidos (normalmente a idéia é "passar aos homens como as mulheres enxergam as coisas"). Enfim, é um filme que todos devem gostar!
InvistaSA
InvistaSA

5 seguidores 37 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de agosto de 2018
Bem divertido e retrata a vida real sem dúvida. Impressionante como os comportamentos humanos são os mesmos em vários lugares deste mundo. Apresenta bem como os homens e mulheres expressam emoções, pensam sobre o amor, as dúvidas que nos afligem quando estamos nos relacionando ou buscando alguém. spoiler: Outra coisa que me chamou atenção é que algumas coisas podem ter mais importância que o próprio amor, exemplo, quando a traição do parceiro é perdoada, mas a mentira dele de ter abandonado o fumo não foi.
Amanda M.
Amanda M.

4 seguidores 310 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de junho de 2025
ótimo filme! com muitas estrelas de Hollywood, muitos assuntos comuns que nos faz identificar, muito envolvente. vale muito a pena!
anônimo
Um visitante
1,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2013
Já começo falando que eu não gosto de filme de romance.Historicamente falando esse filme até que não é tão ruim(faltou um pouco de originalidade no filme),já na prática o filme fica muito estranho e muito ruim(eles imitaram muito os filmes do mesmo genero como 'simplesmente é amor' e 'idas e vindas do amor'),sem falar que o final ficou uma droga porque nesses filmes é praticamente uma lei que todo mundo tem que ficar com alguém no final do filme(só 3 pares de pessoas ficam juntos no final).Para mim esse possa ser o pior filme de pares romanticos interligados da história do cinema mesmo incluindo um elenco astronomico que gosto muito,mas pena que nenhum deles tiveram atuações de respeito.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 15 de janeiro de 2016
Crítica: Ele Não Está Tão A Fim de Você
spoiler: Comédia romântica com elenco estrelado é boa exceção à regra do lugar comum.


Baseado no livro de Greg Behrendt e Liz Tuccilo (Ele Simplesmente Não Está Afim de Você), que por sua vez, foi inspirado em um episódio do seriado Sex and the City, ‘Ele Não Está Tão A Fim de Você’ conta histórias de várias pessoas baseadas em situações amorosas que, faz, fez ou que um dia fará parte da vida de qualquer ser apaixonado.

Há aqui uma rede de amizades formada por pessoas nos mais diferentes estágios de suas vidas: a menina (Ginnifer Goodwin) que quer desesperadamente um namorado, o cara (Kevin Connolly) que não quis ser o namorado dela porque é apaixonado por uma sexy professora de yoga (Scarlett Johansson), que só o usa para encher seu ego e o descarta ao conhecer um bonitão (Bradley Cooper) no supermercado, que é casado com uma mulher (Jennifer Connelly) que trabalha na mesma agência que aquela menina que queria um namorado e uma outra (Jennifer Aniston) que já tem um namorado (Ben Affleck) há 7 anos e agora quer se casar, enquanto ele acha o casamento uma convenção da sociedade. Tem ainda o cara (Justin Long) que vai ajudar a menina que queria um namorado e a amiga da professora de yoga (Drew Barrymore).

O bom elenco não apaga o brilho do roteiro, mas é impossível não deixar de prestar a atenção num cast dificilmente reunido. Scarlett Johansson tem bastante destaque no longa e ela por si só já se destaca, sua persogem é doce e carismática mas ao mesmo tempo possui caráter duvidoso, mas no final, suas atitudes são compreensíveis. Drew Barrymore fez o que já havia feito antes em vários filmes, mas sua presença é sempre indispensável, seu sorriso enche a tela, mas infelizmente o longa não exige muito dela que aparece pouco. Jennifer Aniston anda surpreendendo bastante em seus novos filmes, ela volta a se destacar, sua Beth é uma daquelas personagens que torcemos bastante para que seu final seja feliz. O Elenco masculino é normal, nada de surpresas, temos a volta de Ben Affleck na frente das camêras, Kevin Connolly e Bradley Cooper, são simpáticos e bons atores, mas não chamam tanto a atenção. O destaque dentre os homens, fica para Justin Long, com a personagem masculina de maior destaque, ele segura as pontas, tem presença e carisma suficiente para um quase protagonista.
Todos estão ótimos, mas palmas para Jennifer Connelly, que voltou com grande estilo em uma boa projeção Hollywoodiana. Janine sem dúvidas é a personagem mais interessante, com um lado psicológico mais profundo que as demais. É uma esposa, e tem dificuldades em ser a mulher, não faz sexo com o marido e não sabe o satisfazer como homem. Mas suas atitudes são surpreendentes, a sua reação diante das situações que a envolvem nesse pequeno período, marca algum dos melhores momentos do longa. Outro destaque fica com Ginnifer Goodwin, uma excelente atriz que já fez parte de alguns filmes como Johnny e June e O Sorriso de Monalisa, mas nunca teve sua atuação valorizada; Ela é divertida, carismática, simpática e meiga, constrói uma personagem que é difícil não se envolver, ela praticamente é a protagonista e mesmo com um nome e um rosto desconhecido no meio de tantas beldades, ela consegue brilhar.

Em diversos momentos do filme, surgem depoimentos de pessoas e seus problemas sentimentais, o que demonstra mais ainda a intenção da obra em causar identificação com seu público, dessa vez, não só feminino, mas com o masculino também, uma vez que mostra um depoimento masculino no qual um rapaz também busca explicações para a atitude de uma moça por quem ele se interessou.
E além dos flertes e relacionamentos ocasionais, o filme fala do papel da tecnologia nos namoros atuais (uma mulher se questiona: “eu não sei para que inventaram o identificador de chamadas. Eu gostava de poder ligar 15 vezes para um cara até ele atender, sem ser considerada uma psicopata. O que eu não sou. Obviamente”). E há ainda uma discussão ótima sobre o eterno dilema da modernidade: casar ou não casar, eis a questão.

A trilha sonora é bacana e ajuda em alguns momentos do filme; do rock de R.E.M ao romantismo de James Morrison. E uma ponta de Somewhere only we know do Keane, que aparece mais uma vez na trilha sonora de um filme, mas até isso o filme trabalha bem, a música parece ser diferente e é fundamental, pois aparece numa das melhores cenas do filme.

Não é um filme revolucionário que vai mudar a história do cinema, mas merece ser visto e ser reconhecido pelos tantos pontos positivos que o filme carrega. Assista, nem que seja pelo elenco, mas assista. Não é uma comédia romântica fútil ou banal, é inteligente e tem seu propósito. Além do fato, do filme não ser totalmente previsível, nunca sabemos ao certo o que irá acontecer com cada pessoa, nem sempre acontece aquilo que imaginamos. Resumindo, vale a pena.
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