Liga da Justiça
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4,0
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302 Críticas do usuário

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Wanderley J.
Wanderley J.

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de novembro de 2017
Fui ontem ver a estreia e achei o filme fantástico, só não vou dar a última estrelinha porque faltou o Lanterna Verde, super bola fora não ter colocado o personagem na Liga da Justiça, espero que não cometam o mesmo erro em Liga da justiça parte 2...
Renato S.
Renato S.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de novembro de 2017
FEZ JUS AO FILME MAIS ESPERADO DO ANO! VALE APENA ASSISTIR MAIS DE UMA VEZ , AS CENAS SÃO BEM ELABORADAS E BEM FEITAS!
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de dezembro de 2017
É notável a saída do Zack Snyder, assim também a de Hans Zimmer e a decisão do CEO da Warner com relação a duração do filme. Mas mesmo assim é um bom filme, tem bons momentos de humor, principalmente com Flash (disparado o melhor da liga), a ação deixa a desejar um pouco, pois esperava mais no combate final. Não é o melhor filme da DC, mas é uma boa diversão.
Flavio B.
Flavio B.

4 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de novembro de 2017
Fiquei extremamente surpreso com o filme! Tão surpreso que cheguei a conclusão no meio da madrugada vendo a pré estreia que, de longe supera o primeiro e segundo filme dos Vingadores ( não me matem é gosto ) pois os personagens são mais legais e descolados! Precisamos de filmes solos, principalmente do Flash, que fez muita gente rir no cinema. O filme solo da Mulher Maravilha fala por si mesmo. Deu certo então vai dar com os outros também!
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de novembro de 2017
Estabelecendo seu universo com diversos e icônicos personagens em apenas quatro filmes, o Universo Cinematográfico da DC Comics sofreu pesadas criticas de uns e elogios de outros nos últimos anos – ao contrario da rival Marvel, que conseguiu fazer um filme solo de cada um dos principais personagens antes de Os Vingadores, que os reunia, a DC teve pouco tempo hábil para desenvolver motivações, sentimentos e características dos integrantes desta Liga da Justiça – mas, ainda assim, a concepção do roteiro deste filme dirigido por Zack Snyder, mas finalizado por Joss Whedon (diretor de Vingadores – A Era de Ultron) – devido à uma tragédia familiar na vida do primeiro – não poderia ser melhor, considerando está “pressa” para unir o grupo de super-heróis – este mais novo e esperado trabalho da Warner/DC acaba por surpreender por sua boa criação de personagens e da química que faz fluir toda sua trama – mas, infelizmente, deixa de dar atenção à alguns pontos cruciais para o funcionamento de filmes deste gênero.

Produção, roteiro e direção acabam se adequando as questões mais criticadas pelo público e críticos – como o tom narrativo sério demais ou a fotografia com o uso excessivo de filtros escuros, sugerindo um aspecto sombrio para a trama – algo que funcionava excepcionalmente na trilogia do Batman comandada por Christopher Nolan (que permanece como produtor executivo de Liga da Justiça) e de forma coerente em O Homem de Aço – mas que atrapalhou imensamente o andamento da história de Batman Vs Superman – tirando muito o impacto da produção, que era o ponta pé inicial para o encontro dos heróis aqui.

Sendo assim, temos em Liga da Justiça novos e melhores aspectos visuais, principalmente com relação a direção de fotografia e design de produção – as paletas escuras agora dão espaço para o colorido, condizente com os uniformes bem concebidos pela direção de arte – pecando apenas com relação ao uniforme do Flash, que mais lembra o uniforme do Jaspion do que o clássico colante dos quadrinhos ou das séries animadas e live action deste – mas vale citar a caracterização do Aquaman, através de tatuagens e não com o uniforme clássico que lembrava escamas de peixe e a boa funcionalidade (embora lembra as vezes o traje do Homem de Ferro) do corpo do Cyborg. Ainda beneficiado pelo uso de uma iluminação mais forte e colorida, a mise-en-scène do filme acaba sendo melhor do que a de Batman Vs Superman – apresentando alguns ambientes de batalha de forma mais fácil de entender – embora na cena do confronto do Lobo da Estepe com as amazonas e no clímax na cidade russa, por exemplo, tornem-se uma confusão visual enorme – infelizmente, vícios técnicos da direção.

Mesmo assim, Snyder ainda é capaz de criar momentos únicos e altamente significativos visualmente para uma adaptação de quadrinhos - como as cenas com câmera lenta para mostrar a super velocidade do Flash ou os planos do Batman observando a cidade do alto de prédios – é necessário aplaudir tais imagens, dado o poder icônico dos personagens e histórias recriadas, considerando a importância imensa que possuem para a cultura pop – algo que não havia sido filmado de maneira tão bela e evocativa antes no cinema.

Afinal, os famosos personagens estão diante de uma situação difícil: o mundo sofre com o aumento absurdo da violência após a morte do Superman (Cavill) – sentindo-se culpado pela morte do kryptoniano, Bruce Wayne (Affleck), junto de Diana Prince, (Gadot) ainda continuam a busca por mais super-heróis – conseguindo contato com Barry Allen (Miller), conhecido como o Flash, Victor Stone (Fisher), o Cyborg, e o habitante da cidade submarina de Atlântida, Arthur Curry (Momoa), o Aquaman, eles correm contra o tempo para os convencerem a entrar no time – já que o terrível alienígena Lobo de Estepe (Hinds) está vindo a terra com seu exercito de Parademônios, para conseguir reunir três cubos, que juntos, liberariam um poder sem precedentes para que ele domine todo o universo.

Dentro desta trama, conseguimos visualizar algo bom e outro ruim logo de inicio: a dinâmica do roteiro entre os heróis é extremamente bem realizada – repare como os poderes e habilidades de cada herói aparecem em harmonia, fazendo com que realmente se tornem fáceis de serem compreendidos e se tornarem funcionais para dar ritmo as cenas de ação – e ainda existe uma química entre todos os atores, que fazem com que seus dramas (mesmo que rapidamente explorados) os tornem seres que o espectador se importe – Flash com sua relação com seu pai presidiário; a relutância de Aquaman em confiar e ter fé no mundo e nas pessoas; o medo e repulsa por ter se tornado um ser meio humano meio máquina por parte do Cyborg – este, aliás, um personagem que deveria ter mais tempo para conhecermos, principalmente sua relação com seu pai (Joe Morton), que desenvolveu a armadura que salvou Victor da morte. As boas atuações destes três atores, de fato, ajudam o projeto – Jason Momoa, mesmo sendo um ator limitado, impressiona pela maneira irônica e bruta que age – quem diria que o Aquaman, tão desprezado e humilhado nos desenhos animados, se tornaria o membro mais “descolado” da equipe? E Ray Fisher faz algo bacana com seu Cyborg, mesmo tendo pouco tempo para o desenvolver – mas é o ótimo Ezra Miller (As Vantagens de Ser Invisível) que rouba a cena, com o humor e simpatia de seu Flash, tornando-o um dos pontos altos do filme.

Ainda sobre a parte boa, Ben Affleck volta a provar que é uma grande escolha como Bruce Wayne – seu Batman faz o papel ideal de líder da Liga – sabendo definir os planos de ataque e investigação do grupo – algo fundamental no legado do herói, que aqui demonstra realmente já ser um veterano no assunto. E Gal Gadot brilha mais uma vez ao conferir um misto de ingenuidade e inteligência em sua Mulher-Maravilha – mas, infelizmente, é aqui que notamos um sério problema do filme: a direção de atores de Snyder (e de Joss Whedon, eventualmente).

Pois chegamos a parte ruim: notem como a atuação de Gal não é tão expressiva e vibrante como era sobre a batuta de Petty Jenkins, no filme solo da guerreira Amazona – demonstrando não estar tão a vontade no papel, a atriz ainda é submetida a utilizar uma saia mais curta – assim como as guerreiras de Themyscira – evidenciando o sexismo nas criações visuais de Snyder – reparem também na piadinha do Flash com a Mulher-Maravilha – mesmo que reflita uma característica de Barry Allen (de sempre brincar com os outros com seu poder), é um momento de “humor” pífio e que pode ser mal interpretado.

Outro equivoco se estende para o vilão Lobo de Estepe, um personagem criado de uma forma extremamente unidimensional pelo roteiro, o relegando a ser apenas um capanga de um vilão bem maior – que aparecerá nas sequências, obviamente. Sem falar que um vilão que quer reunir artefatos para conseguir ficar mais poderoso é um dos clichês mais executados em filmes de fantasia ultimamente, demonstrando a pouca inspiração dos roteiristas – e a forma como mostra uma família russa se escondendo próxima ao local onde o vilão se estabeleceu não tem função alguma para a trama, mas está presente por quase todo segundo e terceiro ato – apenas para possibilitar uma certa tensão ao final. Fora isso, temos o trabalho pouco detalhado da captura de movimentos do ator Ciaran Hinds – em meio a ficar repetindo a exaustão frases vilanescas batidas, o ótimo ator tem pouco a fazer com um papel tão pouco caprichado em sua criação.

Tal abordagem supérflua, lamentavelmente, cai sobre o ótimo elenco de atores coadjuvantes: a Lois Lane de Amy Adams fica como apenas um “chavão” para uma solução do roteiro – que mais me pareceu com uma situação vista no Hulk de Ang Lee; o ótimo J.K. Simmons, como o comissário Gordon, pouco aparece; assim como o Alfred de Jeremy Irons, mesmo que este tenha mais alguns diálogos com Bruce; e Diane Lane, como Martha Kent, apenas é inserida para tentar emocionar por sentir falta do Clark de Henry Cavill – ATENÇÃO! SPOILERS NO PRÓXIMO PARAGRÁFO:

Cavill, aliás, prova como é um ótimo Superman – sua batalha, ao acordar da morte, com os demais integrantes da Liga, mostra como o personagem mais antigo do universo DC é realmente impactante ainda – tal momento é retratado de forma espetacular e já valeria o ingresso, principalmente ao inverter o poder da famosa frase de BvS, o “você sangra?” do Batman – este, inclusive, tem uma resolução interessante para o conflito que tinha no filme passado com Clark, ressaltando o inicio de uma amizade e lealdade presente nos quadrinhos. Mas é evidente como a presença do kryptoniano evidencia ainda mais como o Lobo de Estepe é um vilão fraco – no sentido literal também.

Agora um problema realmente inesperado era com relação a trilha-sonora de Danny Elfman – o veterano compositor se esqueceu que existe um limite em fazer homenagens ou referências: ele vai utilizar o tema da Mulher Maravilha que Hans Zimmer criou em BvS, mesclando com o tema que ele mesmo criou para o Batman do Tim Burton (em duas partes!), vai usar o tema de John Williams para Superman – O Filme e o tema de O Homem de Aço, também de Zimmer – fora que o que seria o tema da Liga da Justiça é algo tão genérico que parece idêntico ao que ele fez no segundo Vingadores – era melhor ter usado o tema do clássico desenho animado televisivo da Liga. Enfim, uma decepção.

A escolha de utilizar Elfman, inclusive, foi de Joss Whedon. O co-diretor demonstra decisões boas – como o pontual e eficiente uso do humor – mas este tom mais leve nos traz a um questionamento: não seria isso um ponto que tiraria a personalidade dos filmes da DC? Ou seja, será que os filmes se tornarem apenas escapismos comuns (como os Marvel) não tiraria a essência dos projetos? Não necessariamente. Primeiro que não há problema em apenas entreter. Segundo que o tom mais descompromissado possibilita que Liga da Justiça jamais seja um filme arrastado (como Batman Vs Superman era) – as cenas de ação são muito bem ritmadas – e, no geral, bem coreografadas, mas, infelizmente, existe alguma falta de capricho em disfarçar o excesso de pixels visíveis nas cenas de voo do Cyborg, nos movimentos dos Parademônios do Lobo de Estepe ou da batalha das amazonas no inicio, evidenciando o excesso do uso da tela verde – mesmo problema visto no filme solo da Mulher Maravilha, quando o CGI parece CGI, e não algo “real”.

Ainda abrangendo os aspectos temáticos, o filme começa com um vídeo-flashback, representando uma criança filmando com um celular uma ação do Superman nas ruas – o menino pergunta ao herói o que ele via de bom na humanidade e Cavill demonstra não saber o que responder – acreditei estar diante do começo de um filme que poderia debater questões sobre a importância dos humanos quererem conviver melhor em sociedade – mas o roteiro simplesmente se esqueceu disso, apenas focando, mais a frente, sobre a necessidade de reconhecimento por parte dos integrantes da Liga – algo que, segundo o filme, inspiraria as pessoas do mundo a serem, de fato, melhores.

Liga da Justiça acaba por se adequar as criticas que os filmes anteriores de seu universo sofreram – é mais movimentado, menos tenso e sombrio – tem mais cara de revista em quadrinhos mesmo – faltou apenas um roteiro mais coeso para criar um vilão marcante e um maior cuidado com seus efeitos digitais – mas, ainda assim, é suficiente para firmar o futuro da franquia, possibilitando melhores episódios à frente – contando com bons atores dentro do time de super-heróis, só esperamos que o futuro da DC nos cinemas não seja só uma variação dos Vingadores com o Superman, Batman, Mulher Maravilha, Cyborg, Flash e Aquaman no lugar.
Gregory B.
Gregory B.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de novembro de 2017
Sem dúvidas um ótimo filme, não vou dar spoiler, porquê espero que todos vão ao cinema conferir, fui com minha família e só temos elogios! Só faltou a épica frase: "somos a Liga da Justiça"
Jaimison O
Jaimison O

6 seguidores 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de novembro de 2017
Melhor filme do ano disparado, e a cena pós credito meu deussssss, quem colocar defeito nesse filme merece leva uma surra bem tomada para tomar vergonha.
danieljacob
danieljacob

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de novembro de 2017
Crítica sem spoilers - LIGA DA JUSTIÇA
Sim Sim Sim Sala Bim!!!
A Liga deu Liga. Como nossos amigos do site Adoro Cinema falaram. A Liga deu Liga.
Particularmente sai do cinema MUITO feliz e me diverti demais assistindo o filme tão esperado da Liga da Justiça.
Todos os atores foram ótimos. É nítido ver a química entre o elenco e isso foi transpassado para a tela do cinema.
Ezra Miller, o Flash, mandou muito bem. é um ótimo ator e ele realmente incorporou o personagem. DC/Warner acertou na contratação dele. Confesso que eu fiquei ressabiado, mas ainda bem que queimei minha língua.
Gal Gadot novamente linda e maravilhosa entregando uma Mulher Maravilha a altura da heroína. Repito o que disse no filme solo da Mulher Maravilha. "Gal Gadot está para Mulher Maravilha assim como Hugh Jackman está para Wolverine".
Ben Affleck pra mim é o melhor Batman dos cinemas, claro que isso tem uma grande ajuda do Zack Snider, porém o ator entrega o Herói muito bem. Mais um ponto para DC.
Jason Momoa também é um grande destaque. Conseguiu mudar realmente aquela imagem do Aquaman das animações dos anos 80 "Super-Amigos".
Ray Fisher como Ciborgue, também tem uma boa atuação, mas não consegue se destacar tanto quanto o restante da Liga. Porém isso não estraga a interação entre o grupo.
Henry Cavill ( não é spoiler nenhum) volta como Superman e tem uma primeira cena épica, que com certeza teve o dedo do Zack Snider.

A DC conseguiu colocar suas HQ's nas telas do cinema.

Tem algumas falhas sim, comento isso na crítica com spoilers, mas nada para estragar um grande filme desses com heróis tão queridos por todos.

Vale a pena ver a Liga nos cinemas?
Sim - VALE E MUITO!!!!
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 16 de novembro de 2017
tem muito o que melhorar... ainda assim levando em consideração a baixa expectativa em função do Batman x supeman... posso dizer que esse filma agradou. teve um tempero de Marvel aí e ficou leve. poderia ser um pouco mais curto e um vilão de mais personalidade. superman em sua melhor fase até agora.
Irandi J.
Irandi J.

2 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de novembro de 2017
Eu gostei muito desse filme. impossível fugir dos clichês. É um filme de super herói. nesse quesito não surpreendeu em nada. o principal do filme é o humor, por mais que a história seja simples. Vale tudo pelo bom humor. as piadas são geniais. o Flash rouba a cena. Nem todo filme precisa nos surpreender com um super rotineiro bem original . diversão é o que conta. rs
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