Liga da Justiça
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4,0
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Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de novembro de 2017
Liga da Justiça é o filme mais equilibrado e genérico de Zack Snyder até então. Batman (Ben Affleck) e Mulher-Maravilha (Gal Gadot) recrutam um time de meta-humanos que formará a Liga da Justiça contra o vilão Lobo da Estepe (Ciaran Hinds) e os Parademônios. Seu objetivo é encontrar as três caixas-mães e destruir o mundo.

As maneirices de Snyder continuam nesta obra: excesso de slow motion, CGI problemático e montagem mal realizada. Contudo, esse ônus não vai somente para a conta do Diretor que viveu um drama pessoal e deixou o projeto antes de finalizá-lo. Quem passou a comandar a etapa final foi Joss Whedon (ex-Marvel). Claramente, há uma mudança de tom e foco que acarretaram em outros problemas.

A partir do Momento que Liga da Justiça é uma continuação de Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016), nota-se claramente que a DC restringiu tudo o que foi construído por Snyder. Desde o tom sombrio, o drama existencial dos personagens e até mesmo a história. BvS termina com a morte do Homem de Aço no caixão fechado e com a terra subindo dando a entender que ele apareceria triunfante e de forma orgânica, mas simplesmente essa conexão entre os filmes não existe. A DC se arrependeu do que Snyder fez, porém, o que se tentou construir e formatar é pior. A DC salva o problemático BvS e entrega o seu projeto mais sem graça.

Apesar de haver uma história mais estruturada, há falta de carisma, emoção e profundidade; um roteiro que sustente a narrativa. Com três personagens novos que completam a Liga, Flash (Ezra Miller) é o que tem mais tempo em cena, sendo também o alívio cômico e isso funciona apenas 50% das vezes. Nas outras, não há sequer o “time”. Aquamen (Jason Momoa) parece ser um personagem interessante e o efeito dentro da água foi uma grata surpresa. Dito isso, não contribui em nada na história e é o mais decepcionante em relação às batalhas. Cyborg (Ray Fisher) é bipolar: a mudança de quem vive enclausurado em um mundo obscuro a guri faceiro acontece de uma cena para outra.

Na relação entre Mulher-Maravilha e Batman, a amazona se sai melhor. Bruce Wayne está diferente de BvS. A preocupação é em liderar o time e planejar um ataque contra o inimigo. O que não faz sentido é ele estar vivendo o drama de ter perdido um “amigo” e isso sequer ser mostrado e retratado. Novamente a DC podando.

Decepcionantes são as resoluções inexplicáveis. Quando Lois Lane (Amy Adams) aparece e resolve um conflito entre os heróis da liga simplesmente por sua presença é digna de preguiça. Atente para como o vilão conquista com facilidade a terceira caixa mãe! O significado do “cheiro de medo” (?!?!) que tenta fazer gancho com o início do filme. São soluções pobres de roteiro e o que deveria ser uma boa sacada, acaba banalizado.

No desfecho do longa não há um momento memorável. Com certeza isso é o espelho dos problemas que a DC tem vivido e por conta de mudanças em meio ao projeto. A começar pelo próprio filme que deveria ser em duas partes e acabou virando um só. Mesmo assim, o grande incômodo desta Liga da Justiça é o que ele busca ser. Um bom exemplo é Thor: Ragnarok (2017) que se autointitula uma comédia, faz isso e entrega isso ao público. Mesmo com excessos, diverte. A Liga era para ser sombria, ganhou cor, algumas piadas fora de tempo, personagens sem profundidade e conta uma história para acabar com o mundo e em que a população se resume a uma família.

Há duas cenas pós-crédito.
Filme visto em cinema convencional.
Nickson R.
Nickson R.

21 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de dezembro de 2017
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Jhonatan L
Jhonatan L

14 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de novembro de 2017
“Ou você morre como um herói, ou vive o bastante para se tornar um vilão”, uma das frases mais icônicas presente na trilogia de Christopher Nolan, é uma boa metáfora para o que o Universo Estendido DC se tornou. É quase impossível não falar dos bastidores envolvendo o longa, a saída de Zack Snyder por causa do suicídio da filha, os ajustes com cenas adicionais com o filme já pronto, a remoção do bigode de Henry Cavill em GCI, a entrada de Joss Whedon, e as refilmagens impostos pelo estúdio para ajustar o tom e deixar o filme mais leve e “otimista” pelo melancólico e sombrio "Batman Vs Superman"

Filho de dois pais, Zack Snyder teve de se afastar no final do projeto pois sua filha de 20 anos cometeu suicídio, e tornou-se impossível para ele continuar o trabalho, é a pior coisa que pode acontecer na vida de alguém, apesar da Warner creditar Zack Snyder como diretor, a parte final das filmagens ficou sob o comando de Joss Whedon. É evidente a intervenção de Whedon em muitos momentos ao longo do filme, não é que isto seja um ponto negativo, no entanto o filme vive de duas visões bem diferentes. Existe uma espécie de dualidade que acaba por deixar o espectador um pouco confuso por passar num ambiente visualmente realista e alegre, e as vezes um pouco sombrio e fantasioso.
A ideia de introduzir três novos heróis sobrecarrega um pouco o filme que tem exatamente 120 minutos, Ezra Miller é o ponto forte e equívoco de Liga da Justiça, o jeito desengonçado de Barry Allen funciona, mas exagera nas caras e bocas e piadas para lá de sem graças. O Aquaman heavy metal de Jason Momoa rouba todas as cenas e Momoa demonstra que é mais do que um cara cheio de músculos, mostrando que é capaz de criar um personagem dinâmico e carismático. Ciborgue de Ray Fisher, criação já apresentado em “Batman vs Superman”, o que possibilitou ao filme focar nas consequências dele, demora a encontrar seu lugar pelo o uso excessivo de GCI.
Apresentar três novos personagens em um pequeno espaço de tempo é arriscado, por ser necessário criar um vínculo com o público, definir suas personalidades e construir uma história própria para cada um deles, mas por sorte tudo isso acontece de uma forma natural, mas toma tempo de outras construções, como no caso do vilão e das caixas maternas. O Lobo da Estepe simplesmente cai do céu e começa a pôr em prática seu plano. A explicação de sua motivação é simples: ele é mal e quer as caixas maternas para conseguir destruir a humanidade; um velho clichê de histórias de super-heróis.

Maior destaque fica com os personagens já apresentados como de Bruce Wayne de Ben Affleck que não está tão sério e pessimista como nos últimos filmes, ele faz piadas sutis, mas não chega a atrapalhar a fama do sério e responsável Batman que conhecemos. Mulher Maravilha de Gal Gadot esteve igual a si própria e mostrou mais uma vez a essência da Mulher Maravilha, que por muitas vezes se transforma na verdadeira líder do time de super-heróis.

O filme entrega ainda ótimas cenas de ação, mas o que incomoda em todas elas são o uso excessivo de CGI, além de fraco, chama mais atenção do que o filme em si. Isso se destaca durante a batalha final, com a intenção de tirar o caos de uma pequena cidade com algumas pessoas, tudo soa falso e a conclusão é fraca e repentina.

Liga da Justiça é um filme bom que quer se consolidar no universo criado em BvS, mira no tom de Mulher Maravilha mas erra quase chegando ao péssimo Esquadrão Suicida, e apesar de as vezes parecer confuso, consegue apresentar um ambiente mais alegre e esperançoso, porém se perde em dois mundos viajando entre o sombrio e o clichê do humorístico mais escrachado.
Não pode mudar tudo o universo num filme só.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de dezembro de 2017
Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman, Bruce Wayne convoca sua nova aliada Diana Prince para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.

Nossa o filme é muito bom fico vendo alguns viciados em quadrinhos falando que não foi tudo isso da mesma forma que aqueles que gostam de ler sempre falam que os livros são melhores que os filmes tudo bem tenho que respeitar a opinião mas achei o filme sensacional um dos melhores de super-heróis até hoje fora que tem uma pitada de comédia muito boa
Vitor P
Vitor P

497 seguidores 236 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de novembro de 2018
O filme gira em torno de grandes heróis e aparições que serviram para lançar inicio de futuros filmes do universo DC. Não tivemos caras conhecidas neste como Caçador de Marte e Lanterna Verde, então fica aquela expectativa, e que as distorções da obra original sejam mínimas.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de dezembro de 2018
Hoje dia de assistir mais um filme de super-heróis, ou algo do tipo, onde parece ser continuação do Batman Vs Superman - A Origem da Justiça, ao mesmo tempo que introduz novos personagens, mantendo um tanto as personalidades um tanto que frágeis para super-heróis. O filme começa mostrando como todos os heróis estão após a morte de Superman, ao mesmo tempo que já introduz o novo vilão com a interessante justificativa de que as pessoas caíram no medo de perder seu maior herói, mesmo que os filmes anteriores do próprio Superman não o mostre dessa forma. Logo a Liga tenta se formar, com personalidades muito diferentes, parecem pouco interessados em formar algo maior. A ideia de conquista do vilão toma mais forma, e ele se mostra quase invencível, com um exército praticamente infinito de soldados. Os heróis tomam noção do perigo, explicam a força quase infinita do vilão e finalmente se mostram querer se juntar para salvar o mundo, mesmo que isso seja repentino, parecendo que todo o conflito entre eles não era para valer. No meio do roteiro um pouco confuso e pouco produtivo, as cenas de ação se mostram bem mais interessantes. Cada herói combate o crime, ou quase isso, de sua forma, com seus poderes, muito bem exagerados pelos efeitos especiais, e conseguem mostrar bastante um senso de justiça, querendo ser herói ou não, o filme os mostra assim, cheio de super poderes. Logo uma ideia, um tanto maluca surge para salvar o mundo, tudo é bem frágil e louco, quase sem sentido, mas faz parte para criar algo ainda maior, mesmo que haja um tanto de resistência. Quando a ideia toma forma, os conflitos também somem novamente, idas e vindas de ideias são fracas e frágeis, além da mínima importância de alguns esconderem suas identidades, parecem que ali, o que importa é cair na porrada. A parte final do filme se baseia no clássico confronto final para salvar o mundo, todos se unem, ficam incrivelmente mais fortes e atenciosos, até mesmo o inimigo deixa de ser tão poderoso quanto antes, uma situação invertida quase que facilmente para vencer o mal, logo, tudo o que se construiu pareceu facilmente destruído, se valendo bem mais das cenas de ação e efeitos especiais. No geral, um filme de ação interessante, com belas cenas cheias de explosões e efeitos, que agradam principalmente pela liberdade de poder representar qualquer poder, mas segue o roteiro de outros filmes que deixaram a desejar na personalidade dos heróis, parecendo que o conflito e as lutas são mais interessantes do que o heroísmo e outras características que todo herói deve ter.

#CinetecaXinguê #filme #movie #cinema #LigadaJustiça #JusticeLeague #Super #heróis #ação #aventura #vilão #efeitos #especiais #DC #Batman #Superman #MulherMaravilha #Flash #Aquaman #Ciborgue #LoboDaEstepe
Daniel W.
Daniel W.

52 seguidores 111 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de janeiro de 2018
nada de anormal no filme a não se a mesma coisas do filmes de super heróis a mesma história de que no final o vilão vencer , mas apesar de tudo no filme vc acabar torcedo pra os hérois pq vc acabar gostado dos hérois
Julio C.
Julio C.

15 seguidores 74 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de março de 2018
Achei meio fraco pra ser um filme da Liga da Justiça, as coisas acontecem meio rápidas demais, talvez seja porque eu estou acostumados com Os Vingadores que é tudo tão detalhado e explicado, mas achei o filme mau feito, as cenas de ações são muito boas por sinal, mas o roteiro peca... Aquaman não parecia o rei dos oceanos, o melhor dali pra mim foi a Mulher Maravilha, e Superman que reviveu e fez sorrindo o que os outros juntos não fizeram chorando! Um filme mais ou menos...
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de novembro de 2017
Sem espaços confiram também em: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/11/15/rezenha-critica-liga-da-justica-2017/

Fui na pré estreia da Liga da Justiça, chamado injustamente como Os Vingadores da DC muito por conta das cagadas que a DC e Warner tem feito nos últimos tempos, o filme trazia consigo a esperança de dias melhores para ambos após o bem sucedido Mulher Maravilha (crítica aqui ) que arrancou elogios de fãs, críticos e público num geral com um inesperado e excelente retorno de bilheteria. Havia um receio quanto a Zack Snyder e que ainda têm, mas uma coisa é certo, Liga da Justiça consegue ser melhor do que pelo menos a maioria esperava, confiram nesta “rezenha” crítica, onde a verdade impera, mas nunca acima da JUSTIÇA.

Não sou nenhum fã de nenhuma polarização dos quadrinhos e sempre vou neutro conferir estes filmes, em muitos casos de uma forma bem leiga e ignorante sem conhecer inclusive a cronologia das histórias, não que tire o mérito delas, eu prefiro após as sessões esclarecer se fico em dúvida sobre algo, no máximo simpatizo com um herói ou vilão, independente de ser Marvel ou DC, tô cagando e andando para esta briguinha desnecessária. Só que infelizmente muito por conta das cagadas que fizeram em Esquadrão Suicida (crítica aqui) e Batman vs. Superman estava de fato receoso e não botando muita fé nesta reunião dos heróis da DC, ledo engano.

Os primeiros takes do filme já dão um tom de desesperança e melancolia com uma música de abertura sensacional em paralelo com imagens da humanidade velando e prestando condolências no funeral do Superman, tudo ali encaixa perfeitamente, se eu tivesse uma empatia maior pelo herói teria escorrido uma lágrima com certeza, imagino que isso tenha ocorrido naqueles que são fãs do herói e o que ele representa, a sequência de cenas com as homenagens são lindas.

Com a duração de exatas duas horas e mais as cenas de pós créditos o filme é justo e sem aquela enrolação, o que neste caso no mínimo duas horas e meia seriam condizentes caso fosse necessário, tamanho o arco de personagens, pois diferente da Marvel com seu Os Vingadores, a DC não esperou lançar os filmes individuais de Aquaman, Flash e Cyborg para apresentá-los, então suas histórias precisavam ser apresentadas de alguma forma em A Liga da Justiça, e conseguiram sem ficar demasiadamente corrido ou que atrapalhasse o principal, que é o desenvolvimento da história e do que o primeiro vilão que o grupo iria precisar enfrentar almejava, O Lobo de Estepe, que a princípio odiei, mas em comparação com muitos vilões da DC e da Marvel, está muito bom sim, os efeitos sobre ele estavam bem feitos e davam um estrondo assustador no excelente sistema de som do cinema da minha cidade, infinitamente melhor por exemplo que Hades de Mulher Maravilha.

O que me incomodou foi o excesso de digitalização, até as bandeiras que os fãs do Superman estendiam em luto era digitalizado, isso vai me corroendo por dentro de um jeito que não tem igual, sou da teoria que os filmes da DC serão perto da perfeição quando se livrarem de dois cânceres, Warner e Zack Snyder.

A obra consegue balancear bem os momentos sombrios com bons alívios cômicos, Ezra Miller (o eterno Kevin) mandou muito bem como Flash e sua empolgação como membro da Liga me lembrou muito a forma como o Homem Aranha (crítica de Volta ao Lar aqui) trata de sua entrada nos Vingadores, são adolescentes gente e tudo para eles ali é fantástico, então lógico que vai ser engraçado eles curtindo todos aqueles momentos, sejam eles sérios ou de descontração. Existem outras excelentes sacadas como por exemplo as piadas com o Aquaman e os peixes, quando o mesmo senta em cima do Laço da Verdade, do porquê o Batman está ali se o mesmo nem super poder têm, enfim não são exageradas e acabam até descontraindo no momento certo.

Em contrapartida com o renascimento de Superman (que não é nenhuma novidade) o mesmo entra em conflito consigo mesmo como se tivesse perdido algo em si, seja a consciência ou a alma (cemitério maldito feelings, não teve como não rir), e se tivessem investido mais alguns minutos nesta sequência teria ficado perfeito, com ele por exemplo sentando a porrada geral nos seus futuros companheiros e em seguida tocando o terror pelo planeta, mas preferiram colocar a Lois Lane aparecendo para acalmar a fera (já perceberam como a Amy Adams só tem feito papel de mal amada ou de coitadinha ultimamente, está virando especialista), se bem que o pessoal tomou uma surra bacana, adorei o Ben Aflleck (que me desculpem os fãs, mas não consigo ver ele como um Batman, parece o Bane dos quadrinhos vestido de Batman, bem zoado) tomando um pau do Superman.

A liderança sendo dividida entre Bruce e Diana fica muito bem equilibrado e justo, conseguindo superar alguns conflitos dos personagens e todos unindo-se por um bem maior, assim como é mencionado na obra a unidade que Amazonas e guerreiros Atlantes fizeram em um passado longínquo para derrotar o mesmo Lobo de Estepe.

E falando em Diana, nos momentos que ela luta engole o restante fácil, muito show os efeitos e as sequências com ela, fora que atualmente a imagem de Mulher Maravilha transmite uma idoneidade e esperança maior maior que a do Superman por exemplo, induzido até por questões de gênero e igualdade entre os sexos que nossa sociedade atual tanto debate, isso é bacana, e a Gal Gadot consegue transmitir justiça em seu olhar, magnífica, de fato uma “Maravilha”!!!

Ficou devendo apenas em alguns efeito práticos (imagina se George Miller lá em 2009 tivesse dirigido mesmo uma Liga da Justiça?) e um Lobo de Estepe ainda mais vilão, que tivesse matado alguém mais próximo de algum dos heróis ou tocasse mais o terror pelo mundo algo assim.

Liga da Justiça trouxe elementos que funcionam para um filme não ser ruim, mas que tinha potencial para ser ainda melhor. O Batman ficou totalmente deslocado, e agora sei o porquê que o Ben Aflleck quer vazar, não mostra sequer uma atuação digna e interesse deixando o “pobre” Batman ainda mais deslocado, no final até brincam com isso quando está ele, a Diana e o Clark.

Iria assistir de novo? Sim.

Minha nota é 3/5 (normalmente dou notas inteiras aqui no blog, mas faço uma menção honrosa, que este vale um 3,5).

E você o que achou do filme? Conte-nos para saber sua experiência. O seu comentário é a alma do Blog.
Igor S
Igor S

4 seguidores 29 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de dezembro de 2017
Não sou muito fã de filmes de heróis então não sei classifica especificamente a categoria. O que posso julgar é o que vi. Um filme emocionante, com boas cenas de ações, e tudo que é esperado de cenas de heróis. Senti que os personagens podiam ter sido melhor aprofundados, em suas histórias e propósitos. Os pontos altos são a Mulher-Maravilha e o Flash.
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