Média
4,6
6897 notas
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4
21 críticas
3
7 críticas
2
20 críticas
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1 crítica
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O melhor Toy Story
Começamos com a terrivel noticia que o Andy cresceu e está indo para a faculdade. Com isso, ele não precisará mais de seus brinquedos. Eles acabam sendo confundidos pela sua mãe com lixo e quase morrem pelo caminhão de lixo, mas conseguem escapar. Os brinquedos conseguem ir para o carro que estava indo para Sunnyside.
Em Sunnyside, vemos que existe uma máfia dos brinquedos. Os amigos do Lotso ficavam do lado das crianças comportadas. E os brinquedos rejeitados por eles, ficavam com as piores crianças. Eu achei muito bom como é feito essa máfia. Com vigias, capangas do Lotso e tudo que uma máfia de verdade teria. Até jogos de apostas tinha.
Woody e seus amigos tentam sair daquele lugar. Com bastante tensão, pensamos que tudo estava dando certo até Lotso descobriem seu plano.
Eles vão até o lixão e quase são mortos. Lotso finge ser amigo para não ser morto e trai eles novamente. Uma aventura incrivel e bem emocionante. A parte onde todos os amigos estão dando as mãos antes de serem queimados vivos é bem emocionante. E são salvos pela mão mecanica.
A última cena do Andy entregando os brinquedos para a Bonnie é muito emocionante. A melhor parte do filme com certeza. Vemos o Andy com receio de entrar o Woody que foi seu brinquedo favorito de infancia, mas no fim, ele o-entrega, brinca com a Bonnie e vai embora. Muito emocionante. É o fim perfeito para essa trilogia, se não considerarmos que existe filmes seguintes a esse.
Os novos personagens são muito bons. O Lotso é um vilão muito bem feito. Um lobo em pele de cordeiro que engana os novos brinquedos que chegavam em Sunnyside. A personalidade nova do Buzz como latino-espanhol é muito engraçada.
Aventura é muito boa. A melhor parte é com certeza as cenas do lixão, onde os brinquedos quase foram mortos. Deu uma adrenalina muito grande nessas partes. Mas até a cena de inicio, quando vemos as lembranças do Andy, é muito boa. Mostrou também como nossa imaginação como criança era infinita mesmos com recursos limitados.
A trilha sonora impactou demais. Deixou o final ainda mais triste e emocionante.
- Roteiro: 9/10
- Personagens: 8/10
- Trilha Sonora: 8/10
- Aventura: 9/10
Nota Final:
Começamos com a terrivel noticia que o Andy cresceu e está indo para a faculdade. Com isso, ele não precisará mais de seus brinquedos. Eles acabam sendo confundidos pela sua mãe com lixo e quase morrem pelo caminhão de lixo, mas conseguem escapar. Os brinquedos conseguem ir para o carro que estava indo para Sunnyside.
Em Sunnyside, vemos que existe uma máfia dos brinquedos. Os amigos do Lotso ficavam do lado das crianças comportadas. E os brinquedos rejeitados por eles, ficavam com as piores crianças. Eu achei muito bom como é feito essa máfia. Com vigias, capangas do Lotso e tudo que uma máfia de verdade teria. Até jogos de apostas tinha.
Woody e seus amigos tentam sair daquele lugar. Com bastante tensão, pensamos que tudo estava dando certo até Lotso descobriem seu plano.
Eles vão até o lixão e quase são mortos. Lotso finge ser amigo para não ser morto e trai eles novamente. Uma aventura incrivel e bem emocionante. A parte onde todos os amigos estão dando as mãos antes de serem queimados vivos é bem emocionante. E são salvos pela mão mecanica.
A última cena do Andy entregando os brinquedos para a Bonnie é muito emocionante. A melhor parte do filme com certeza. Vemos o Andy com receio de entrar o Woody que foi seu brinquedo favorito de infancia, mas no fim, ele o-entrega, brinca com a Bonnie e vai embora. Muito emocionante. É o fim perfeito para essa trilogia, se não considerarmos que existe filmes seguintes a esse.
Os novos personagens são muito bons. O Lotso é um vilão muito bem feito. Um lobo em pele de cordeiro que engana os novos brinquedos que chegavam em Sunnyside. A personalidade nova do Buzz como latino-espanhol é muito engraçada.
Aventura é muito boa. A melhor parte é com certeza as cenas do lixão, onde os brinquedos quase foram mortos. Deu uma adrenalina muito grande nessas partes. Mas até a cena de inicio, quando vemos as lembranças do Andy, é muito boa. Mostrou também como nossa imaginação como criança era infinita mesmos com recursos limitados.
A trilha sonora impactou demais. Deixou o final ainda mais triste e emocionante.
- Roteiro: 9/10
- Personagens: 8/10
- Trilha Sonora: 8/10
- Aventura: 9/10
Nota Final:
bom, mas no nível do segundo. o primeiro ainda era o melhor, mas o melhor ainda estaria por vim, o 4, o ápice da franquia.
Sinopse:
Com seu amado Andy se preparando para ir para a universidade, Woody, Buzz Lightyear e o restante dos brinquedos enfrentam o seu maior medo: serem esquecidos quando são colocados no sótão. Mas, por engano, acabam no meio-fio. Woody, o único escolhido para acompanhar Andy, percebe o erro e salva a gangue, mas os brinquedos acabam em uma creche. Lá, todos percebem que existe um lugar com brincadeiras infinitas, mas os pequenos são incontroláveis e Woody e sua turma decidem planejar uma grande fuga.
Crítica:
"Toy Story 3" se destaca como um notável exemplo de animação que transcende a simples diversão para o público jovem. A habilidade da Pixar em contar histórias é mais uma vez evidente, capturando não apenas a atenção das crianças, mas também dos adultos que cresceram com os personagens. A combinação de aventura e drama em torno da transição de Andy para a vida adulta traz uma profundidade emocional rara para uma sequência, algo que muitos filmes do gênero frequentemente não conseguem alcançar.
A narrativa gira em torno do dilema que Woody, Buzz e os outros brinquedos enfrentam ao serem acidentalmente doados para uma creche. Este enredo introduz a tensão entre a nostalgia do passado e a inevitabilidade do futuro, oferecendo aos espectadores uma reflexão sobre crescimento e mudanças. A forma como os personagens lidam com esse novo desafio é especialmente cativante, proporcionando momentos de humor e, ao mesmo tempo, de angústia.
A animação em "Toy Story 3" é um triunfo tecnológico, com visuais impressionantes que criam um mundo vibrante e detalhado. Cada personagem é meticulosamente animado, e a qualidade dos gráficos ultrapassa as expectativas dos filmes anteriores. A capacidade da Pixar de dar vida a brinquedos inanimados é admirável e contribui significativamente para a imersão do público na história.
O elenco de vozes, que inclui Tom Hanks e Tim Allen, retoma seus papéis com maestria, trazendo uma nova camada de emoção aos personagens que já eram amados. A adição de novos personagens, como o urso Lotso, proporciona uma dinâmica interessante e um antagonista memorável, que se contrasta bem com os protagonistas. O elenco ampliado, com dubladores de renome, enriquece ainda mais a experiência.
Um dos pontos altos do filme é seu clímax emocional. A cena que mostra os brinquedos enfrentando o desconhecido coloca os espectadores na extremidade de suas poltronas, evocando uma forte resposta emocional e uma conexão com a luta pela sobrevivência. Esse momento é um testemunho da narrativa habilidosa que, mesmo em um filme voltado para o público mais jovem, consegue tocar em temas muitos mais profundos de amizade, lealdade e perda.
Apesar do tom emocional, o filme também é repleto de comédia e leveza. As situações em que os personagens se encontram frequentemente resultam em diálogos engraçados e momentos cômicos que equilibram a seriedade da trama. Esse balanceamento é fundamental para manter o interesse dos espectadores de todas as idades, tornando a experiência acessível e divertida.
No entanto, o filme não é isento de algumas críticas. A introdução de tantos novos personagens pode, em alguns momentos, parecer apressada, fazendo com que os espectadores possam sentir que não há tempo suficiente para se conectar plenamente com eles. Esse aspecto pode tornar difícil para alguns espectadores se identificarem totalmente com todos os que fazem parte dessa nova dinâmica.
Concluindo, "Toy Story 3" é uma obra-prima da animação moderna, capaz de emocionar e entreter. Com uma narrativa que aborda temas universais, uma animação de alta qualidade e um elenco de vozes excepcional, o filme solidifica ainda mais o legado da franquia "Toy Story". É uma poderosa lembrança de que, embora crescermos e as mudanças sejam inevitáveis, a amizade e as memórias permanecem eternas.
Com seu amado Andy se preparando para ir para a universidade, Woody, Buzz Lightyear e o restante dos brinquedos enfrentam o seu maior medo: serem esquecidos quando são colocados no sótão. Mas, por engano, acabam no meio-fio. Woody, o único escolhido para acompanhar Andy, percebe o erro e salva a gangue, mas os brinquedos acabam em uma creche. Lá, todos percebem que existe um lugar com brincadeiras infinitas, mas os pequenos são incontroláveis e Woody e sua turma decidem planejar uma grande fuga.
Crítica:
"Toy Story 3" se destaca como um notável exemplo de animação que transcende a simples diversão para o público jovem. A habilidade da Pixar em contar histórias é mais uma vez evidente, capturando não apenas a atenção das crianças, mas também dos adultos que cresceram com os personagens. A combinação de aventura e drama em torno da transição de Andy para a vida adulta traz uma profundidade emocional rara para uma sequência, algo que muitos filmes do gênero frequentemente não conseguem alcançar.
A narrativa gira em torno do dilema que Woody, Buzz e os outros brinquedos enfrentam ao serem acidentalmente doados para uma creche. Este enredo introduz a tensão entre a nostalgia do passado e a inevitabilidade do futuro, oferecendo aos espectadores uma reflexão sobre crescimento e mudanças. A forma como os personagens lidam com esse novo desafio é especialmente cativante, proporcionando momentos de humor e, ao mesmo tempo, de angústia.
A animação em "Toy Story 3" é um triunfo tecnológico, com visuais impressionantes que criam um mundo vibrante e detalhado. Cada personagem é meticulosamente animado, e a qualidade dos gráficos ultrapassa as expectativas dos filmes anteriores. A capacidade da Pixar de dar vida a brinquedos inanimados é admirável e contribui significativamente para a imersão do público na história.
O elenco de vozes, que inclui Tom Hanks e Tim Allen, retoma seus papéis com maestria, trazendo uma nova camada de emoção aos personagens que já eram amados. A adição de novos personagens, como o urso Lotso, proporciona uma dinâmica interessante e um antagonista memorável, que se contrasta bem com os protagonistas. O elenco ampliado, com dubladores de renome, enriquece ainda mais a experiência.
Um dos pontos altos do filme é seu clímax emocional. A cena que mostra os brinquedos enfrentando o desconhecido coloca os espectadores na extremidade de suas poltronas, evocando uma forte resposta emocional e uma conexão com a luta pela sobrevivência. Esse momento é um testemunho da narrativa habilidosa que, mesmo em um filme voltado para o público mais jovem, consegue tocar em temas muitos mais profundos de amizade, lealdade e perda.
Apesar do tom emocional, o filme também é repleto de comédia e leveza. As situações em que os personagens se encontram frequentemente resultam em diálogos engraçados e momentos cômicos que equilibram a seriedade da trama. Esse balanceamento é fundamental para manter o interesse dos espectadores de todas as idades, tornando a experiência acessível e divertida.
No entanto, o filme não é isento de algumas críticas. A introdução de tantos novos personagens pode, em alguns momentos, parecer apressada, fazendo com que os espectadores possam sentir que não há tempo suficiente para se conectar plenamente com eles. Esse aspecto pode tornar difícil para alguns espectadores se identificarem totalmente com todos os que fazem parte dessa nova dinâmica.
Concluindo, "Toy Story 3" é uma obra-prima da animação moderna, capaz de emocionar e entreter. Com uma narrativa que aborda temas universais, uma animação de alta qualidade e um elenco de vozes excepcional, o filme solidifica ainda mais o legado da franquia "Toy Story". É uma poderosa lembrança de que, embora crescermos e as mudanças sejam inevitáveis, a amizade e as memórias permanecem eternas.
Esse, na minha opinião, é o Toy Story mais profundo e existencial que já existiu. Sem dúvida o primeiro é um clássico e um divisor de águas na história do cinema. Mas toy story 3 consegue combinar diversão, aventura e profundidade que só divertidamente conseguiu explorar. Uma obra prima, eterna.
Toy Story 3 (2010) é, sem dúvida, o melhor filme de animação da história para mim. Com uma mistura perfeita de nostalgia, emoção e uma narrativa brilhante, esse filme não só superou suas sequências, mas também levou a franquia Toy Story a um nível totalmente novo. Eu dou 5/5 sem pensar duas vezes!
O que torna Toy Story 3 tão especial é a forma como ele lida com o crescimento e a mudança, algo que todos podemos nos identificar, especialmente quem acompanhou os personagens desde o primeiro filme. No começo, vemos Andy, agora um adolescente, se preparando para ir para a faculdade. Os brinquedos, que foram companheiros de infância dele, estão prestes a ser deixados de lado. Essa ideia de despedida e transição é tratada de maneira tão genuína e emocional que eu não consegui segurar as lágrimas em várias partes do filme.
Os personagens continuam sendo incrivelmente bem desenvolvidos. Woody, Buzz, Jessie e os outros brinquedos continuam sendo maravilhosos, mas é impressionante como o filme explora o impacto que o tempo tem sobre todos eles, mostrando que até mesmo brinquedos têm um ciclo de vida e que não podemos evitar as mudanças inevitáveis. A relação de Woody com Andy é profundamente tocante, e a cena final – sem spoilers, claro – é uma das mais emocionantes que já vi em um filme de animação (ou em qualquer filme, para ser sincero). A despedida de Woody e seus amigos com Andy é algo que ressoou muito comigo, pois reflete sobre o ciclo da vida e o poder da memória.
Além disso, Toy Story 3 tem uma excelente introdução de novos personagens, como Lotso, o urso de pelúcia vilão, que traz uma nova dinâmica ao enredo e apresenta uma excelente camada de complexidade à história. A maneira como ele engana os brinquedos, mostrando o lado sombrio do mundo dos brinquedos, é impressionante e adiciona uma tensão única ao filme. O vilão é bem construído e, embora seja um personagem odioso, também tem sua própria história trágica, o que só o torna mais interessante.
O filme também tem uma grande dose de ação, algo que Toy Story nunca teve tanto no passado. Desde a fuga do depósito de brinquedos até a cena de "quase" no incinerador, Toy Story 3 foi cheio de momentos que prenderam minha atenção, fazendo o filme ser emocionante de várias formas. A animação, como sempre, é impecável, mas é a maneira como a Pixar combina os elementos de ação com as questões emocionais que fazem deste um filme ainda mais incrível.
Em termos de trilha sonora, Randy Newman acerta mais uma vez. As músicas, como “We Belong Together”, são perfeitas para cada momento do filme, complementando as emoções e aumentando a carga dramática.
A razão pela qual eu considero Toy Story 3 o melhor filme de animação é a sua capacidade de transcender o gênero. Ele não é apenas um filme para crianças, mas para todos que têm uma conexão com a infância, que já sentiram o medo da perda e o desejo de preservar as memórias. O filme aborda questões como amizade, lealdade e a aceitação de mudanças de forma profunda e universal.
Toy Story 3 é uma conclusão perfeita para a trilogia, e se encerrasse ali, teria sido uma despedida memorável. Mas o que realmente me impressiona é como ele combina elementos de humor, aventura e drama, criando uma experiência que é ao mesmo tempo divertida e profundamente tocante. Para mim, é impossível encontrar outro filme de animação que tenha o mesmo impacto emocional e qualidade.
O que torna Toy Story 3 tão especial é a forma como ele lida com o crescimento e a mudança, algo que todos podemos nos identificar, especialmente quem acompanhou os personagens desde o primeiro filme. No começo, vemos Andy, agora um adolescente, se preparando para ir para a faculdade. Os brinquedos, que foram companheiros de infância dele, estão prestes a ser deixados de lado. Essa ideia de despedida e transição é tratada de maneira tão genuína e emocional que eu não consegui segurar as lágrimas em várias partes do filme.
Os personagens continuam sendo incrivelmente bem desenvolvidos. Woody, Buzz, Jessie e os outros brinquedos continuam sendo maravilhosos, mas é impressionante como o filme explora o impacto que o tempo tem sobre todos eles, mostrando que até mesmo brinquedos têm um ciclo de vida e que não podemos evitar as mudanças inevitáveis. A relação de Woody com Andy é profundamente tocante, e a cena final – sem spoilers, claro – é uma das mais emocionantes que já vi em um filme de animação (ou em qualquer filme, para ser sincero). A despedida de Woody e seus amigos com Andy é algo que ressoou muito comigo, pois reflete sobre o ciclo da vida e o poder da memória.
Além disso, Toy Story 3 tem uma excelente introdução de novos personagens, como Lotso, o urso de pelúcia vilão, que traz uma nova dinâmica ao enredo e apresenta uma excelente camada de complexidade à história. A maneira como ele engana os brinquedos, mostrando o lado sombrio do mundo dos brinquedos, é impressionante e adiciona uma tensão única ao filme. O vilão é bem construído e, embora seja um personagem odioso, também tem sua própria história trágica, o que só o torna mais interessante.
O filme também tem uma grande dose de ação, algo que Toy Story nunca teve tanto no passado. Desde a fuga do depósito de brinquedos até a cena de "quase" no incinerador, Toy Story 3 foi cheio de momentos que prenderam minha atenção, fazendo o filme ser emocionante de várias formas. A animação, como sempre, é impecável, mas é a maneira como a Pixar combina os elementos de ação com as questões emocionais que fazem deste um filme ainda mais incrível.
Em termos de trilha sonora, Randy Newman acerta mais uma vez. As músicas, como “We Belong Together”, são perfeitas para cada momento do filme, complementando as emoções e aumentando a carga dramática.
A razão pela qual eu considero Toy Story 3 o melhor filme de animação é a sua capacidade de transcender o gênero. Ele não é apenas um filme para crianças, mas para todos que têm uma conexão com a infância, que já sentiram o medo da perda e o desejo de preservar as memórias. O filme aborda questões como amizade, lealdade e a aceitação de mudanças de forma profunda e universal.
Toy Story 3 é uma conclusão perfeita para a trilogia, e se encerrasse ali, teria sido uma despedida memorável. Mas o que realmente me impressiona é como ele combina elementos de humor, aventura e drama, criando uma experiência que é ao mesmo tempo divertida e profundamente tocante. Para mim, é impossível encontrar outro filme de animação que tenha o mesmo impacto emocional e qualidade.
muito bom, eu amo esse filme. um filme com muita aventura e uma baita traição no final.
Filme Perfeito que encerra uma Trilogia(4 filme estragou oq já tava pronto). Pra mim, o Melhor animação da História e meu filme favorito
eu particularmente acho o melhor de todos mas talvez por significados pessoais filmaço demais e a história é linda
Sem dúvidas o melhor filme da franquia, simplesmente sensacional, me prendeu do começo ao fim, além do final ser bem emocionante
O melhor filme prá a família toda assistir, da criança ao pais muito divertido emocionante vc não pôde deixar de assistir, vamos preparar a pipoca
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