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    O Último Mestre do Ar
    Média
    2,8
    1459 notas
    Você assistiu O Último Mestre do Ar ?

    76 Críticas do usuário

    5
    24 críticas
    4
    8 críticas
    3
    3 críticas
    2
    14 críticas
    1
    16 críticas
    0
    11 críticas
    William D.
    William D.

    Seguir usuário 28 seguidores Ler as 63 críticas

    3,0
    Enviada em 28 de junho de 2013
    O filme, baseado na história de Aang, da versão animada, já traz consigo um público chave para que o mesmo tenha já um impulso maior na divulgação, no entanto, ele divide seu público com dois objetivos: interagir com os já fãs de forma fiel e agradável, como também encantar e introduzir a história de forma clara aos não iniciados, e isto é o tipo de exigência que nem todo diretor consegue dar conta.
    Antes mesmo de citar os pontos fracos do filme que foi muito criticado (negativamente), vale dizer que tal conta com um figurino nota 10 e cenários de tirar o fôlego de tão bem feitos, e mesmo os efeitos visuais e a trilha sonora caminham em harmonia e tornam a obra um marco muito bem produzido para os já fãs, contudo, estes são os únicos detalhes que carregam a história positivamente, sendo assim, o maior erro e que impulsionou todos os outros esteve no roteiro, graças a direção que o filme tomou, não tanto pela trama e a história em si, mas sim como ela foi passada.
    M. Night Shyamalan merece reconhecimento pelo seu destaque em 'O Sexto Sentido', porém não neste filme. Tal diretor foi o principal culpado por meter os pés pelas mãos na obra, e de fato não atendeu as exigências do público. Shyamalan foi muito fiel a história em muitos pontos na adaptação, mas por ser também um fã da história original, ele infelizmente, ficou com pena de cortar mais detalhes e dar mais visão para a história adaptada ao cinema, que deveria sim ter divergências maiores no original, principalmente por ser um pouco complexa e ter de se explicar aos não fãs em um tempo curto e claro enquanto o emociona com o filme, o que não aconteceu.
    Vamos citar então os principais detalhes: coreografia - este não podia deixar de ser citado, afinal, os personagens nem pareciam capazes de dobrar realmente os elementos, e mais pareciam dançarinos de kung fu do que lutadores, o que ridicularizou a obra; atuação - não que os atores não tenham se empenhado, só que eles estavam muito limitados por causa da direção - Shyamalan infantilizou tanto a obra tentando mais retransmitir as cenas da animação do que emocionar em seu filme - e graças a isso muitos personagens perderam seus carismas fazendo parecer que seus objetivos eram demasiados fracos e que só estavam lá para fazer figuração ao invés de comandar a história do filme (o que mais escapa desse contexto, ao meu ver, foi Jackson no papel do Sokka); apresentação da trama - sou radical ao dizer que tal filme se tornou mais uma introdução ao espiritismo do que uma obra cinematográfica. As falas ficaram demasiado bobinhas e o foco do filme ficou mais na ideia do espiritual do que no contexto do que acontecia realmente: uma guerra! Nas batalhas os personagens estavam a dançar coreografias repetidas e o filme foi muito mal apresentado, explicando de imediato todas as possíveis perguntas que surgissem, não abrindo espaço para continuação e subestimando por total a capacidade do espectador de raciocinar por si próprio ou de se surpreender com a descoberta de acontecimentos.
    Estes são apenas os mais importantes dos grandes motivos para a obra ter sido um fracasso, e é muito difícil de admitir isso como fã. E concluímos que, infelizmente, não vai ser dessa vez que um mundo de fantasia fará sucesso nas telonas, e adaptações como essa continuarão sendo vistas como um passo ousado demais a se tomar.
    Estevan Magno
    Estevan Magno

    Seguir usuário 4.456 seguidores Ler as 490 críticas

    1,0
    Enviada em 2 de março de 2013
    Uma péssima adaptação de um ótimo desenho. O filme é cheio de falhas e cenas ruins, um roteiro mal escrito e personagens pouco convincentes, os efeitos especiais são bons, mas é só. Não espero continuação de um filme muito ruim como esse.
    anônimo
    Um visitante
    2,0
    Enviada em 9 de dezembro de 2013
    Água,Terra,Fogo,Vento....Eu me lembro bem dessa frase em algum desenho do passado.É lógico que faltou um item na isso não tem nada a ver com O Último Mestre do e em conter todos esses Shyamalan estaca cada vez mas decadêdo os suspenses de lado um pouquinho,ele trouxe um certo tipo de ação/fantasia,regados de excelentes efeitos,mas com um péssimo roteiro fosse pra contar a história da série da televisão ficaria um pouco bem mas charmosa.O filme insiste em colocar os jovens promissores do elenco a frente da história,querendo ver algum tipo de resultado positivo nas atuações,mas a inexperiência fica bem visível em toda contar que são bastante repetitiva,e com o passar de minutos,não tem a mesma graça...
    Daniel W.
    Daniel W.

    Seguir usuário 39 seguidores Ler as 111 críticas

    0,5
    Enviada em 30 de junho de 2015
    o filme destrui a historia de angn nos animes muito chato
    Boaventura
    Boaventura

    Seguir usuário 5 seguidores Ler as 10 críticas

    5,0
    Enviada em 28 de janeiro de 2013
    Como eu nunca assisti ao desenho,eu achei o filme o máximo,se o filme saiu essência do desenho eu ñ sei,mais gostaria muito de ver outras continuações,até ele aprender a dominar todos os elementos,já assisti varias vezes com meus amigos e todos estão ansiosos pra assistir o 2.
    William
    William

    Seguir usuário 118 seguidores Ler as 173 críticas

    0,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Infatil demais e mal produzido.
    LeandroMM
    LeandroMM

    Seguir usuário 21 seguidores Ler as 59 críticas

    0,5
    Enviada em 13 de dezembro de 2013
    Como nunca assisti o famoso desenho que "O Último Mestre do Ar" foi inspirado, o que direi aqui está isento de qualquer comparação entre filme e desenho. Não vi no cinema por ter suspeitado da qualidade do filme, só fui assistir em casa sem levar em consideração as diversas críticas e o que vi na tela foi uma catástrofe cinematográfica e por isso essa obra vai entre para minha modesta lista dos piores filmes que já assisti na vida. Vamos lá, são vários aspectos a serem considerados. O pouco que se salva no filme são os efeitos visuais, vou começar analisando essa característica. Os efeitos são bem feitos, mas ainda modestos para a tecnologia atual, pois senti que foram mal aplicados durante todas as cenas. Ficou evidente o uso exagerado de chroma key, sendo que muitos dos cenários poderiam ter sido filmados em ambientes naturais ou reais e apenas alguns elementos dos cenários em chroma key, ficaria mais equilibrada a sensação entre real e digital deixando o visual do filme mais verossimilhante no aspecto hiper realismo visual. Mas parece que a direção e produção do filme decidiram fazer quase tudo digitalizado, forçaram tanto a barra com isso, que apesar das paisagens serem belíssimas nenhuma delas pareceu realista o suficiente: tudo soa falso do início ao fim, tudo excessivamente computadorizado. Os poderes dos personagens parecem mais efeitos de jogos de video game, tudo soa muito digital e pouco realista. Em muitas cenas, os movimentos de luta e de manipulação dos elementos da natureza realizados pelos personagens são prejudicados pela maneira como o enquadramento das cenas foi realizado, prejudicando a performance dos atores. O câmera poderia ter explorado ângulos que valorizam cenas de ação com mais impacto e lutas mais emocionantes. Foi inevitável que eu comparasse o ângulo de cada cena com os filmes de ação e luta que eu cresci vendo, onde o Jack Chan foi em décadas um mestre absoluto sem qualquer uso de recursos de efeitos digitais e sem nenhum dublê onde ele criou cenas incríveis apenas com a performance corporal, lutas de alto impacto e ângulos que valorizavam as ações dos personagens, cenas que literalmente são convincentes e empolgantes até hoje. Os produtores de O Último Mestre do Ar poderiam pegar aulas com Jackie Chan, ou pelo menos assistir minuciosamente os melhores filmes dele para ter alguma noção de como fazer boas cenas de luta! Indico também Tony Jaa, Jet Li e o eterno "divisor de águas" de luta/ação, Bruce Lee. Fantasia, ficção e misticismo no mesmo filme onde apresenta conceitos similares ao budismo(reencarnação, avatar) , lutas de kung fu (Aang utiliza movimentos do kung fu para manipular os elementos), então as cenas de lutas entre personagens tão poderosos poderiam ter melhores, mas as cenas de luta ficaram medíocres e repetivas. Quanto a interpretação dos personagens, faltou profundidade nos diálogos, nos gestos e principalmente drama. A cara fechada, triste e inexpressiva do Aang deixa os diálogos cada vez mais entediantes e os diálogos não duram o suficiente para convencer o espectador. Como se não bastasse, o roteiro do filme força a barra com diálogos que explicam demais os fatos por trás da trama do Avatar Aang, deixando tudo muito chato, seria melhor se as cenas por si só já demonstrassem isso com flashs (flashback) de lembranças do Aang ou pelo menos com diálogos mais objetivos. Mas infelizmente, decidiram por uma narrativa pouco objetiva, muito prolixa e cenas de ação corridas e repetitivas, onde não há nada divertido, nada emocionante. Ficou difícil tentar se identificar com os conceitos que carregam os mestres dos elementos. Os personagens em geral não convencem e falta carisma ao protagonista. Esse filme foi catastrófico, desperdício de dinheiro e neurônios, aliás, parece que não se esforçaram muito em utilizar o cérebro para produzir essa fraca obra cinematográfica. Talvez crianças de três a seis anos de idade fiquem entretidos com um filme chato como esse, ou não...
    Flávio C.
    Flávio C.

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    2,0
    Enviada em 12 de fevereiro de 2014
    A escolha de Shyamalan em amadurecer o trio de personagens para o filme foi o que tirou o brilho que me fez apaixonar pela série. Aang (na série) é uma criança que gosta de ser criança, e por isso fugiu da responsabilidade de ser o avatar, o personagem apresentado no filme é tão maduro que não tomaria essa decisão, assim não teríamos a história apresentada tanto no filme quanto na série. Amadurecer Aang desfaz o contraponto criado na série com o personagem da Katara, com um ar quase maternal, mas impaciente, características que se perderam no filme também. Assim como Soka, que perdeu toda a sua graça. O roteiro também foi alterado para pior. Não esperava uma cópia da série animada (afinal ele tinha uma temporada de 20 episódios em pouco mais de 100 minutos) sabia que um pouco da história se perderia, porém o resultado do filme foi muito mais decepcionante. Mas o filme tem seus pontos positivos, por exemplo os efeitos das "dobras" ficaram incríveis.
    João Baron
    João Baron

    Seguir usuário 26 seguidores Ler as 54 críticas

    1,0
    Enviada em 4 de janeiro de 2015
    Antes de começar a minha crítica gostaria de dizer que apesar de não ser um fã número 1 da série de desenho animado, eu acompanhava-a quando tinha tempo, portanto sei mais ou menos o básico da história. Bom, 'O Último Mestre do Ar' foi realmente uma grande decepção para os fãs da já citada série, para quem não conhecia a história, o filme foi interessante, pois eles não viram que o longa tirou completamente a "essência" da história original. O ponto alto do filme, realmente são em termos técnicos tais como efeitos visuais, fotografia, som e trilha sonora. As cenas de batalha realmente são muito cansativas e repetitivas, a coreografia é completamente um desastre fazendo os personagens parecerem mais dançarinos do que na verdade guerreiros e dominadores dos elementos. As atuações são outro fiasco da produção, os únicos que se salvam do desconhecido elenco são Dev Patel e Shaun Toub (Zuko e Tio Iroh, respectivamente). O indiano M. Night Shyamalan, diretor do filme, realmente se perdeu na produção, ele tinha a matéria-prima na mão. O enredo original da série, é rico em detalhes e elementos que poderiam ser explorados de uma forma maravilhosa. O humor, um ponto a se destacar e muito presente na série, praticamente desparece no longa. Não estou falando que uma adaptação tem que ser exatamente igual à versão original, mas você deve aproveitar o máximo os ponto altos da obra original e tentar corrigir o que não gosta. O roteiro é uma piada de mau gosto. O talento do diretor é inquestionável, sabendo que ele dirigiu 'O Sexto Sentido', mas ele relaxou nessa produção. Desperdício, para mim foi isso que ele fez com a história de Aang e seus amigos. Mais um ponto negativo são os personagens secundários, que perderam sua importância no longa (como Sokka e Katara). No filme, tudo acontece muito rápido, o ritmo é muito acelerado e isso atrapalha o desenrolar da trama. Com US$ 150 milhões de orçamento, a obra poderia ser muito melhor e bem mais caprichada. Na última cena do filme, o mesmo diretor nos dá uma pista de que teremos uma sequência de 'O Último Mestre do Ar', tomará que ele consiga convencer o estúdio, pois a lenda de Aang é muito rica e interessante. Se realmente acontecer essa continuação, espero que Shyamalan (caso ele dirija) corrija seus erros e estude um pouquinho mais a série, caso contrário, os cinéfilos ficarão com uma imagem negativa, e errada, da série que tem uma história linda e contagiante.
    Dcamael
    Dcamael

    Seguir usuário 4 seguidores Ler a crítica

    0,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Assisti e não gostei. A base da história é a do desenho mas a essência é toda diferente. Não tem o humor que o desenho tem. Cortam muito a história. Tiraram muito a emoção.
    Está muito ruim. Não recomendo.
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