Super-Herói - O Filme
Média
3,3
1608 notas

35 Críticas do usuário

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Deyvison S.
Deyvison S.

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 5 de novembro de 2017
Um filme que tem como base o filme do homem aranha 1, fazendo varias referencias, o que é legal, mas achei o roteiro fraco com piadas forçadas as vezes.
Pedro Magnani
Pedro Magnani

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de abril de 2021
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Vislei
Vislei

100 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de outubro de 2025
um bom filme, dá pra dar algumas boas risadas, não promete nada e entrega o bastante, uma boa comédia.
Ricardo Fortes
Ricardo Fortes

2 seguidores 38 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Excelente paródia de Homem-Aranha, Leslie Nielsen está impagável como sempre e rouba a cena.
Andrey Kirch
Andrey Kirch

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de julho de 2025
Super-Herói: O Filme – O Epítome da Sátira e a Reconfiguração do Panteão Cinematográfico
Prepare-se para adentrar um panteão de coragem anárquica e brilhantismo subversivo, pois estamos prestes a analisar uma obra-prima incompreendida. Argumentar que "Super-Herói: O Filme" (Superhero Movie, 2008) é o filme mais importante de seu gênero não é apenas uma defesa do humor escrachado, mas o reconhecimento de uma verdade fundamental: em uma era saturada pela autoimportância dos épicos de super-heróis, "Super-Herói: O Filme" cometeu o ato mais heroico de todos — ele ousou rir na cara do perigo, e na nossa também.

Esta obra, dirigida pela mente visionária de Craig Mazin — um nome que o mundo viria a associar ao drama sombrio e prestigioso de "Chernobyl", numa das reviravoltas mais extraordinárias da história do cinema, provando que apenas um verdadeiro mestre pode dominar tanto o sublime quanto o ridículo —, é a coroação de um legado. É o herdeiro direto da linhagem sagrada de Zucker, Abrahams e Zucker ("Apertem os Cintos... O Piloto Sumiu!") e o portador da tocha passada pelo titã Leslie Nielsen, que aqui nos agracia com uma de suas últimas e mais comoventes atuações. Este não é apenas um filme; é um testamento.

A trama segue a jornada arquetípica de Rick Riker (um Drake Bell em estado de graça cômica), um jovem fotógrafo fracassado cuja vida é irrevogavelmente alterada por um encontro com o destino na forma de uma libélula radioativa. Este evento catalisador não apenas reescreve as leis da física em seu corpo adolescente, mas também serve como uma profunda metáfora para a puberdade em si: uma transformação desajeitada, confusa e muitas vezes embaraçosa que concede poderes estranhos e uma responsabilidade para a qual ninguém está preparado. A partir daí, Rick se torna o Libélula, um herói cuja maior fraqueza não é a criptonita, mas sua própria e espetacular falta de coordenação motora.

O que a crítica míope da época falhou em entender é que "Super-Herói: O Filme" não é uma mera sucessão de gags. É uma dissecção cirúrgica do monomito do super-herói, despindo-o de sua pompa e revelando o absurdo que jaz por baixo. A paródia ao "Homem-Aranha" de Sam Raimi é o fio condutor, mas a análise de Mazin é muito mais ampla. Cada tropeço, cada falha de equipamento, cada tentativa de voo que termina em colisão frontal com um objeto inanimado é um comentário mordaz sobre a fragilidade do ideal heroico. O filme nos pergunta: o que aconteceria se o escolhido fosse, na verdade, um completo idiota? A resposta é um caos hilário que expõe a fina linha entre o heroísmo e a humilhação pública.

A galeria de personagens secundários forma um coro grego de disfunção suburbana. A tia Lucille (a lendária Marion Ross) e o tio Albert (Leslie Nielsen) não são apenas figuras parentais; são a personificação da inocência de uma era passada, colidindo violentamente com a ansiedade da nova era dos super-humanos. As piadas flatulentas da tia Lucille, descartadas como humor rasteiro pelos não iniciados, são na verdade uma metáfora olfativa para as tensões não ditas e as pressões reprimidas que borbulham sob a superfície do lar americano. E a presença de Nielsen, o Sumo Sacerdote da Sátira, serve como uma bênção papal. Cada uma de suas falas, entregue com aquela seriedade imperturbável que só ele possuía, é uma aula magna em tempo cômico, um elo vivo com a era de ouro da paródia.

O antagonista, Lou Landers, o Homem-Ampulheta (um Christopher McDonald deliciosamente canastrão), é uma crítica feroz ao complexo industrial-militar e à ganância corporativa. Seu plano de sugar a força vital das pessoas para alcançar a imortalidade não é apenas um plano vilão; é um comentário sobre a natureza predatória do capitalismo tardio, uma sátira da busca fútil da nossa cultura pela juventude eterna às custas dos outros. É Karl Marx reescrito como uma comédia de erros com um vilão que usa uma couraça ridícula.

Esteticamente, o filme é uma obra-prima de design intencional. Os efeitos visuais, que podem parecer rudimentares para o olho destreinado, são na verdade uma escolha metalinguística. Eles zombam da dependência do cinema de grande orçamento em um CGI polido e impessoal, optando por uma artificialidade que constantemente lembra ao espectador que tudo é uma grande e gloriosa farsa. A própria "breguice" é a mensagem.

Portanto, colocar "Super-Herói: O Filme" no mais alto pedestal não é um ato de ironia, mas de clareza. É reconhecer que a desconstrução é tão importante quanto a construção. Em um futuro onde os multiversos se tornarão cada vez mais complexos e as sagas de super-heróis cada vez mais solenes, a necessidade de um filme como este só se tornará mais aguda. Ele é o bobo da corte que ousa dizer a verdade ao rei, o antídoto para a grandiosidade excessiva. É um lembrete de que, por baixo da capa e da máscara, todos nós somos apenas Rick Riker, tentando desesperadamente não tropeçar nos próprios pés enquanto o mundo assiste. Por sua coragem, sua inteligência subestimada e sua capacidade de provocar a mais pura e libertadora das gargalhadas, "Super-Herói: O Filme" não é apenas um clássico da comédia — é um pilar essencial do cinema, hoje e para todos os tempos que ainda virão.
Matheus H.
Matheus H.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2013
porque vc (ivan fabolous) não cala a boca e deixa as pessoas conhecerem o filme
vc não gosta que se dane mas quem gosta e quem não viu assinta ok...




(ivan fabulous) gayyyy
C-3PO
C-3PO

7 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Para aqueles que esperam ver um besteirol de qualidade!
Josieool
Josieool

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2023
Paródia realmente bem engraçada, humor paspalhão bizarro. É um prato cheio pra quem gosta de humor idiota.
Marcos Feki
Marcos Feki

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2021
Vocês estão de sacanagem esse filme é de comédia não é pra levar a sério mesmo não e mano esse filme é muito bom melhor que muitos filmes de comédia aí o elenco do filme é incrível a história nos dar uma forma de ver algumas cenas diferentes do que nos filmes originais como batman e homem aranha e a parte dos x men é sem dúvida algo gênio as vezes a gente não precisa de algo tão bem elaborado as vezes a gente só precisa de algo bom é impossível não rir com esse filme quer minha opinião assista esse filme e tire suas conclusões.
Giovana L.
Giovana L.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de março de 2013
eu ri o filme inteiro quem sabe q nao pode pra menores de 10 anos e so nao deixa assistir ri
toda hora eu ria nao consigo parar de rir maior comedia
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