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Rodrigo R.
30 seguidores
73 críticas
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4,0
Enviada em 17 de agosto de 2016
Um filme muito bom, uma atuação simplesmente impecável de Antonio Banderas interpretando um cirurgião plástico psicopata. Achei o desenvolvimento da história um pouco confuso mais no geral muito interessante. Uma excelente trilha sonora. Recomendo.
Nossa, eu descrevo o filme como doentio, que idéia mais maluca. Ver o ator principal que se destaca no cenário mundial fazendo este tipo de filme, sem palavras, tristeza. O filme é lento, sem graça e nada se salva. Resumindo, corre desta maluquice.
Faz muitos anos que não paro de ver um filme na metade, mais este realmente não deu. Acho que Almadovar esta perdendo o estilo e se Antonio Banderas esperou tanto para voltar a trabalhar com ele deveria ter escolhido melhor . Lamentavel !
Está longe de ser uma grande filme de Pedro Almodóvar. Mas não é um filme ruim e nem tão sem pé nem cabeça. Afinal, vivemos em um mundo cheio de machismo, psicopatas por toda a parte. A história é conduzida sob o ponto de vista da personagem de Antônio Banderas (que bom rever o ator hablando en español). Banderas é convicente na pele do médico aparentemente normal, mas que guarda dentro de si um comportamento psicótico e machista. Chega a incomodar, as vezes. Não é um filme agradável, mas leva à reflexão!
Menos uma estrela ⭐️, pra quem quer perder quase 2 horas de vida assistindo, super recomendo. Pra ser ruim tem que melhorar muito. esse filme ganhou de A Cabana( que é horrível tbm) Tem que ser bem louco pra assistir. Obrigada pela atenção
Por mais que digam que não foi dos melhores trabalhos do Almodóvar eu particularmente gostei muito da história e me impressionei com o filme após descobrir que ela era ele.O fim do filme é surpreendente.
Bastante original, tinha tudo para ser uma excelente obra cinematográfica. O fato de não seguir uma cronologia, acentuou o suspense da narrativa, deixando o filme imprevisível. Em várias cenas mais parece um horror que suspense e drama. As atuações não são as mais convincentes. O diretor se perdeu principalmente no desfecho que evidentemente ficou mal dirigido. O final do filme é terrível, um desfecho fraco, sem graça, sem feeling.
A pele que habito é um filme espanhol que contou com a direção de Pedro Almodóvar que também participou do roteiro ao lado de Agustín Almodóvar. Na trama, Vera (Elena Anaya) que vive presa em um quarto numa luxuosa mansão. A residência pertence ao médico cirurgião Robert ( Antônio Banderas), que a mantém trancafiada. Porém, por trás dessa história se esconde grandes traumas para ambos. Um suspense muito bem construindo, na qual o seu foco é a vingança. O começo do filme pode parecer confuso, mas logo vai nos mostrando nos revelando suas pistas. Durante todo o segundo ato, a narrativa volta ao passado para explicar tudo o que aconteceu. No terceiro ato, o filme volta ao presente e nos oferece a sua resolução. O ponto central do filme é usar a ideia da pele como forma de se esconder diante da realidade (para ambos os protagonistas). Embora tratado, o assunto de bioética fica para um segundo plano. Podemos fazer também uma releitura de Frankenstein dos dias atuais, pois mesmo com as transformações, Vicente ainda estava embaixo da pele. O final não teve nenhuma surpresa, além de ser seco.
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