Expresso do Amanhã
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3,6
1021 notas

93 Críticas do usuário

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Paulo V.
Paulo V.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2016
No começo pensei que o filme fosse ser bom, mas depois foi horrível. Nada explicado, mas o problema maior não é isso e sim a falta de verossimilhança! Frangos, Bois, Vacas sem galinheiro, nem criação de gado; energia infinita; lavagem cerebral nas pessoas (?). E é ridículo! No final a menina que sobrevive tem um casaco de pele com botinha combinando e a criança também (e o casaquinho e bota no tamanho ideal hahaha). Os subjugados do último vagão são tratados como lixo por 17 anos em situações absurdas, mas o protagonista tem a barba ajeitada. Se o trem não para, onde conseguiram os insetos que produziam as barras? Sem contar os furos de enredo desastrosos deixando tudo sem nexo algum, os personagens não convincentes... A avalanche que destruiu o trem coincidentemente acontece justo no dia em que a rebelião é feita depois de 17 anos? (18°...).
Nota 0.
Sir de Toledo
Sir de Toledo

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2016
Realmente um filme muito difícil de ser assistido até o final , apesar de ter um bom elenco e uma trama que chama atenção pelo expectativa de como seria a vida no fim dos tempos a bordo de um trem , não passa de um filme com cara de Jogos Vorazes que não deu certo , uma população de sobreviventes divididos entre miseráveis que rastejam por comida e sofrem com a truculência de ricos da primeira classe que andam com casacos de pele e comem sushi se misturam com vagões do trem em cenários difíceis de se entender , afinal não é fácil de aceitar que em um trem no qual as pessoas não podem entrar ou sair a 17 anos , coisas como aquario marinho gigante , criação de frangos , dentista , salão de beleza , carne bovina , plantações , baladas , vinhos , escola com crianças , existam .... se eu pudesse expressar uma palavra para o filme seria , bizarro !
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Não é de hoje que o cinema aborda a “Luta de Classes”, teoria estabelecida pelo filósofo alemão Karl Marx, embora esta questão seja geralmente discutida de forma implícita ou metafórica. Filmes como “Metrópolis” (1927, de Fritz Lang), por exemplo, onde a classe privilegiada vive em um maravilhoso jardim enquanto a classe trabalhadora é escravizada pelas máquinas e condenada a viver e trabalhar em galerias no subsolo ou em “Assassinato em Gosford Park” (2001, de Robert Altman), onde o diretor explora o antagonismo entre a burguesia aristocratizada em uma reunião social numa mansão e a realidade dos seus trabalhadores, que quando não estão segregados na área dos serviçais, precisam agradar seus patrões sendo responsáveis por inúmeras tarefas, transitando inclusive por ambientes “íntimos” de seus empregadores e escutando informações e fofocas importantes - capazes até arruinar os aristocratas ali reunidos. Quando ocorre um assassinato durante a reunião, é aí que se percebe que neste tabuleiro de xadrez, os peões são tão importantes quanto reis e rainhas.

Cultuado por um público discreto pelo clássico sul-coreano “Memórias de um Assassino”, de 2003, o diretor Joon-ho Bong apresentou em “O Expresso do Amanhã” uma visão interessante de um mundo distópico, onde um experimento para impedir o aquecimento global falha, transformando o planeta Terra em um lugar inabitável coberto de neve. Os únicos sobreviventes subiram a bordo de uma imensa máquina chamada Snowpiercer, um trem em constante movimento, onde a diferença de classes obviamente foi retratada. Os mais pobres ficaram no fundo do trem, vivendo em condições absurdas, enquanto a classe rica desfrutava dos últimos benefícios existentes no planeta, como comida e água por exemplo. Após algumas tentativas de rebelião mal sucedidas, o sucessor natural do “líder rebelde” Gilliam (John Hurt), já com idade avançada, Curtis (Chris Evans), com a ajuda de alguns companheiros, arquitetou um plano para “destronar” a burguesia e acabar com a desigualdade social. Entretanto, cada vagão descoberto reserva segredos e surpresas para os rebeldes. Os papéis de destaque do filme ficam com o usual colaborador do diretor,Kang-ho Sang(Lady Vingança, 2005), que interpreta Minsu, responsável por abrir as portas de cada vagão, a perversa Mason (a Vencedora do Oscar Tilda Swinton, irreconhecível e eficiente, como sempre) e o protagonista Curtis (Evans). O elenco de apoio conta com nomes de peso, como os Indicados ao Oscar John Hurt e Ed Harris, a Vencedora do Oscar Octavia Spencer, além de Jamie Bell e Alison Pill.

Mason (Tilda Swinton): “Saiba o seu lugar, aceite o seu lugar. Seja um sapato.”

Esta é uma frase da supervisora Mason, uma espécie de braço-direito do proprietário do trem Wilford (Ed Harris). Mason disse isto colocando um sapato sobre a cabeça de um desafortunado que perdeu seu filho e em um momento de desespero atirou seu sapato contra um funcionário da elite. Seu trabalho é manter a “ordem” por meio de punições e medo. Ao colocar o sapato na cabeça do pobre homem ela afirma: “Não se usa um sapato na cabeça, usa-se um chapéu. Eu sou um chapéu e vocês são os sapatos. Meu lugar é lá na frente e o de vocês aqui atrás”. Muitos governos atuam desta forma, restringindo a liberdade de expressão, controlando a circulação de informação e, por meio de distração ou ameaça, colocando cada um no seu “devido lugar”.

Curtis (Chris Evans): “ Sabe o que eu mais odeio sobre mim? Eu sei o gosto que tem uma pessoa...”

Curtis sempre foi o escolhido do líder rebelde Gilliam (John Hurt). Seu porte físico privilegiado em meio a tantos moribundos servia de esperança para uma população mantida à base de rações e sem direitos alguns, apenas sobreviver e servir. Aliada a natural vontade de ter uma vida digna e justa, está uma busca por redenção, por coisas que precisou fazer para sobreviver enquanto sequer ração era oferecida a classe inferior. Corajoso e focado, ele não pretende parar até atingir seu objetivo, matar o chefão Wilford, embora vá descobrindo, aos poucos, mentiras e segredos que podem estremecer sua confiança.

“O Expresso do Amanhã” é um esforço bastante ambicioso do diretor Joon-ho. A primeira metade do filme, quando as questões são levantadas, é uma quase “obra-prima”. Entre alguns absurdos e metáforas, o filme proporciona cenas muito bem executadas de lutas e de tensão, com um visual impecável e o estilo de direção que consagrou o também diretor Chan-wook Park - inclusive algumas cenas remetem ao clássico Oldboy, de 2003. A trilha-sonora do experiente Indicado ao Oscar Marco Beltrami (Guerra ao Terror, 2008) está na medida certa. “Snowpiercer” nos convida para uma viagem bastante envolvente e com conteúdo, mas que perde a força no terceiro ato, quando fica claro que as questões brilhantemente levantadas na primeira metade do filme ainda são muito difíceis de serem respondidas. O próprio Marx não conseguiu provar a eficiência na prática de suas ideias (a maioria dos países que tentou seguir sua doutrina fracassou), mas enquanto aguardamos uma das tantas catástrofes que o cinema já abordou acontecer, o filme é altamente recomendado por habilmente nos entreter e lembrar dessa verdade inconveniente do status quo da nossa sociedade.
Felipe G.
Felipe G.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de janeiro de 2016
A ideia me pareceu muito boa na sinopse. Porém não atingiu em nenhum quesito as minhas expectativas. Faltou contextualizar melhor o ambiente em que eles viviam, bem como o porquê da divisão de classes tão drásticas daquele jeito. Ninguém sabe como foi feito as escolhas das pessoas que estão ali, etc. Enfim, uma série de questões que não são respondidas e o desfecho também é meio clichê.
Osmar R.
Osmar R.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de janeiro de 2016
Filme feito por mais um esquerdista boçal. Muito ruim, não explica nada, falhas terríveis. Não passa de uma alegoria pra dizer q os ricos querem sempre fazer os mais pobres sofrerem, sem lógica nenhuma, apenas por maldade... lixo
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de janeiro de 2016
Quando um experimento para impedir o aquecimento global falha, uma nova era do gelo toma conta do planeta Terra. Os únicos sobreviventes estão a bordo de uma imensa máquina chamada Snowpiercer. Lá, os mais pobres vivem em condições terríveis, enquanto a classe rica é repleta de pessoas que se comportam como reis. Até o dia em que um dos miseráveis resolve mudar o status quo, descobrindo todos os segredos deste intrincado maquinário.Bom Filme, Historia muito boa, otimo elenco,Chris Evans esta otimo,Recomendo vale apena assistir. Nota 8.5
Sabrina S.
Sabrina S.

7 seguidores 31 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de janeiro de 2016
Não acredito que perdi tempo com isso...rsrsrsrs...Sinceramente não valeu a pena. Filme muito estranho e final horrível!
Julio A.
Julio A.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de janeiro de 2016
O diretor se viu com uma obra gigante pra seu caminhão; não soube o que fazer com a grandiosidade da estória. Uma pena.

Aos 70 minutos começa a se perder e resolve abandonar o olhar crítico, recheando as imagens com ação. Somente ao final podemos ver um grande dilema.

Uma das piores partes vai pra aquela em que o spoiler: engenheiro que queria abrir a porta do trem mas o explode.


Esperava muito mais.
Franciele C.
Franciele C.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 31 de dezembro de 2015
Eu aconselho que não percam o tempo assistindo esse filme. Parece ser bom de início, porém, toma um rumo totalmente sem nexo. Assisti até o fim imaginando que haveria alguma lógica, mas não, só piorou e acabou muito chato.
Marcelo A.
Marcelo A.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de dezembro de 2015
Há muito tempo não via uma ficção futurística distópica tão eletrizante! O filme é sensacional, sua crítica social é cristalina e clássica, porém com brilhantes doses de inovação e criatividade. Do tipo de filme que deixa qualquer fã de Blade Runner, 1984, Admirável Mundo Novo e cia grudado na cadeira! Sem querer fazer comparações que até não cabem aqui, mas é uma obra genial, como as citadas também o são. Não conhecia a grafic novel originária, e com certeza depois de assistir o filme vou pesquisar sobre! Vale a pena demais assistir, principalmente para os que gostam do gênero. Ótima pedida!
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