Expresso do Amanhã
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3,6
1021 notas

93 Críticas do usuário

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Rafael P.
Rafael P.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de janeiro de 2017
Este é um filme totalmente fora do usual. Pra quem gosta de expirimentar novos conceitos cinematograficos esse é um filme impecavel.
O ponto que mais me chamou a atenção é a tragédia constante que o filme traz e um final totalmente inesperado e, assim como todo o filme, tragico e dramatico.
Muito bom!!
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
O quão bom é a mensagem de um filme à medida que ela vai se tornando óbvia demais? Em Expresso do Amanhã, um filme violentamente gráfico e com desvios de caráter para o bem de seu argumento, talvez esse limite seja quando um personagem declara que "o trem é o mundo, nós somos a humanidade", em um momento tão avançado na história que até para aquele espectador que dormiu metade do filme a mensagem já é pura e cristalina como água derretida das calotas polares.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de novembro de 2016
Imagine um mundo pós-apocalíptico. Errou se pensou em zumbis nele, mas acertou sobre ter monstros e não são aqueles que provavelmente chamaríamos de mortos-vivos ou aberrações da natureza. Somos nós, humanos..... Somos monstros por querer consumir deste planeta cada vez mais e mais e uma hora o preço é cobrado. Sem tempo, queremos consertar as coisas e fod#""()$ mais e mais. E se imaginas a sobrevivência mundo afora, se enganou de novo. Estamos morando em uma caixa de metal, em várias delas, que percorrem o mundo como um relógio. E com toda esta tragédia mundial, finalmente as diferenças ficaram de lado? PÉÉÉÉÉ, mais uma vez errado. Estamos divididos por classe sociais (ainda), mas desta vez são as caixas de metal que separa os afortunados dos menos sortudos. Incrível que o que me diferencia de você seja um monte de papel ou uma apunhalado de pedras (.....desabafo.....)..... Que filmasso do diretor e roteirista sul-coreano Bong Joon-ho que se inspirou em uma HQ francesa, a Le Transperceneige, de Jacques Lob e Jean-Marc Rochette! Que originalidade! Um mundo inteiro dentro de um trem, do qual em sua frente vivem os ricos e em sua "cauda' vivem os pobres, separados por uma longa distância de vagões. A Fotografia está excelente! O enredo é sobre as diferenças sociais, revolução e controle (sobre natalidade, comida, ciclo, etc.) e poucos decidem por muitos. Tudo escancarado de uma forma fictícia, mas que mesmo assim choca e revolta. E ainda temos uma certa teoria da conspiração sobre eventos da História Mundial com controle populacional. Uma história genial! Pena que não isenta de alguns erros perceptíveis. Joon-ho se preocupa em explicar como diferentes nacionalidades convivem juntas (se bem que a grande maioria fala inglês, of course), mas com o tempo esquece e parece que houve o episódio da Torre de Babel inversa: todos falam a mesma língua por mais que o som seja diferente. Ele também nos mostra cada vagão como uma parte "necessária" de nossas vidas consumistas, temos um restaurante japonês, açougue, dentista, sauna, piscina, aquário (sim!!!!!), danceteria, "quartinho do suingue", bares, horta, etc. O que faltou foi um dos principais, o vagão hospitalar ou farmacêutico.....ou seriam eles imunes até a uma gripe? E são mostrados ovos, mas e o galinheiro ou até mesmo um mini zoológico (daí explicaria a carne do açougue)? Se bem que eles transitam por diversos vagões sem que se mostre tal passagem, entonces pode ser que ficou para a imaginação do espectador, mas pergunto, em tão pouco tempo se atravessa "o mundo"?. E falando sobre comida e fugindo um pouco dos erros, lógico que todos os lugares não são para uso-fruto da "escória" e estes são apenas alimentados com uma barra de proteína que é feita de algo bem.....bom, digamos que Pimba e Pumba do O REI LEÃO (1995) ficariam orgulhosos..... E o ator Chris Evans mostra que não nasceu só para ser o Capitão América e sim um grande líder (espera, e o que seria o Capitão América?????.....). O elenco atua bem e contamos com nomes conhecidos (e eternos protagonistas) como John Hurt (já atuou em V DE VINGANÇA de 2005). E taí a origem do porque que os endinheirados são tão bestas em um futuro caótico.....Av Marys..... Algumas coisas também ficam sem explicação com uma cena no arco final da película e possui situações que não precisava. Uma ficção cheia de ação, violência e drama (a parte que o personagem do Evans senta e começa a desabafar é froid) e com uma mensagem fodástica que já vi em uma propaganda: a Natureza não precisa dos humanos, ela pode até "morrer", mas ela recicla. Já os humanos, não vivemos sem ela e se sobrevivemos ao "recall", qual seria o preço?...
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de agosto de 2016
O enredo é super interessante e bem criativo, entretanto achei monótono demais, a trama demora para ser desenvolvida, e por isso o deixa cansativo.
Gabriel P.
Gabriel P.

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de julho de 2016
Péssimo!Tem como plano de fundo a desigualde contado de uma forma no sense ,porém não cativa e força demais.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 4 de julho de 2016
A ideia do filme é interessantíssima,capaz de despertar reflexão e discussões pelos temas que aborda,mas a trama se desenvolve de maneira apática e tediosa,outro problema é o final,que me pareceu apressado e nada empolgante.
Ana A
Ana A

20 seguidores 37 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de julho de 2016
Apesar de contar com protagonistas de peso e conhecidos do grande parte do público, como Chris Evans, Jamie Bell, Tilda Swinton e Ed Harris, o underground “Expresso do Amanhã”, filme que mistura drama com ficção científica, é agradável e envolvente nos mostrando como a ação do homem contra a natureza pode ter consequências catastróficas.

O primeiro filme de língua inglesa do cineasta sul-coreano Jooh-ho Boong é inteiramente ambientado no interior de um trem, que serve como o último refúgio da humanidade após uma tentativa de reverter os danos causados ao meio-ambiente falhar e reduzir a temperatura do planeta drasticamente, impossibilitando qualquer forma de vida.

Em termos de atuação, o destaque fica por conta da camaleoa Tilda Swinton, quase irreconhecível por conta de sua maquiagem e figurino, o espectador só percebe que é a atriz que se encontra no papel de uma representante da alta sociedade depois de alguns minutos e quando a câmera se aproxima de suas feições. Os trejeitos da personagem, o modo de falar e andar são detalhes peculiares que tornam o – ou a – personagem Mason mais intrigante ainda, tanto que chega ao ponto do espectador querer saber sobre este ser intrigante e suas origens.

Evans, Bell e Harris – que não tem mais do que poucos minutos em cena – entregam trabalhos muito competentes, a interação entre os atores do último vagão convence ao mostrar que eles estão convivendo a muito tempo na mesma situação social.

A ideia te reunir o que sobrou da humanidade em um comboio que tem como serventia a locomoção se desenvolve em uma trama bem interessante, além de funcionar como uma espécie de Torre de Babel por conta da variedade de etnias que se encontram no mesmo local, é interessante perceber como aqueles indivíduos estão separados, literalmente, pelo seu status e a forma com o último vago, os considerados miseráveis, é representada pela fotografia escura e os personagens sujos, usando roupas rasgadas e se alimentado de uma espécie de ração, que é feita de um ingrediente nada suculento que os reduz a animais, que podem ser descartados a qualquer momento e não merecem o mínimo de conforto por não terem dinheiro suficiente para usufruir de conforto.

A sutileza do diretor em mostrar como os integrantes do último vagão estão desesperados para sair do ambiente onde se encontram através da interpretação de Evans, ao nos contar como os seres humanos recorreram aos seus instintos mais primitivos para sobreviver, é executada de maneira eficiente e simples, sem a necessidade de cenas adicionais, como flashbacks.

O “Expresso do Amanhã” é muito eficiente em mostrar a divisão de castas e desigualdade, como estamos constantemente lutando para sobreviver e preservar a nossa integridade moral. Com roteiro adaptado de uma HQ francesa e com a execução Jooh-ho Bong, este filme de ficção científica com toques dramáticos propõe a reflexão de nossas ações e suas consequências.
Pedro W.
Pedro W.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de março de 2016
Pelo começo o filme parecia ser bom e tinha de tudo para ser, porém foi muito mal narrado, sem explicações para várias coisas que acontecem. Não emocionou e não comoveu.
Bruna F.
Bruna F.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2016
Horrível, mal direcionado, escuro e com ações desnecessárias.
Não consegui ver nem até a metade do filme.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2016
Agitação Sobre Trilhos.

Aproveitar produções orientais de sucesso para regravar com artistas ocidentais é comum ao cinema de Hollywood, inclusive algumas até conseguem melhorar diversos pontos devido à maiores facilidades ofertadas pelos investimentos do lado de cá do globo. Expresso do Amanhã, com o competente Chris Evans, é mais uma dessas obras que elevam o interesse e seu resultado.

Em certo momento da produção, a personagem Mason (Tilda Swinton) usa um tom sarcástico para comparar um sapato com as classes menos favorecidas, ilustrando com o fato de que, se colocadas na parte pensante, a punição será certa, já que não há lugar para estes nas massas elitizadas. De certo modo é uma comparação brilhante com a realidade, pois incita um raciocínio óbvio no espectador, o de autodefesa e reconhecimento, ainda que de forma moderada.

O personagem principal é Curtis, o líder da parte desfavorecida de uma sociedade que vive dentro de um trem que roda o mundo, "morto", devido a um experimento mal sucedido em frear o aquecimento global. Como todo líder, a expectativa em buscar melhorias para seus liderados surge com a necessidade da descoberta pelo que existe nas partes frontais do gigante férreo. E isso é muito bem desenvolvido pelo roteiro, principalmente com as tratativas dadas aos pobres e aos ricos, mesmo em situações inerentes a um mundo apocalíptico como deste filme. A discrepância sempre surpreende a medida que Curtis adentra nos vagões frontais, desde o luxo, alienação e até a segurança que envolve brutalidade sem preocupações.

A luta de classes surge como uma interessante alegoria disfarçada na ação, algo que parece nítido a cada nova tentativa de prosseguir, sejam elas bem sucedidas ou não. A forma de controle e punições são sempre dotadas de algo permanente, ainda que envolvam desmembramentos ou redução brusca da população; algo também como reflexo metafórico do mundo atual.

As brilhantes atuações de Chris Evans, Tilda Swinton, Ed Harris, John Hurt e Song Kang-ho também respondem pela força da produção, pois incorporam nitidamente seus personagens como algo que parece ser relevante para suas vidas. E não só isso contribui, pois o design de produção também é fenomenal na maneira com que retrata a variação entre as classes e o ambiente externo, inclusive com pontuações que fazem tudo parecer crível. Além da ação que surge nos momentos apropriados, com a violência gráfica, sem exageros, para causar agitação e expectativas com o que vem a seguir.

Também dirigido por Joon-ho Bong em solo americano, o filme é uma constante busca para retratar a sociedade do século XXI e seu modo capitalista exacerbado. A tensão proposta pela busca de igualdade jamais ofusca os interesses do roteiro como crítica social, algo que é plenamente relevante na tentativa de mostrar que o conforto da elite parece querer imperar sobre o calar das classes menos favorecidas.

Obs.: O final apoteótico deixa a sensação que talvez essa também seja a única salvação do mundo em que vivemos.
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