Expresso do Amanhã
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3,6
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94 Críticas do usuário

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Birovisky
Birovisky

232 seguidores 196 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de junho de 2017
Sem espaços - h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/06/13/rezenha-critica-expresso-do-amanha-2013/

Pensa num filme que há tempos estava na minha lista e que sempre vinha adiando justamente porque meu sexto sentido estava querendo dizer algo. Pois bem, aquela carinha de putinho do Chris Evans (Capitão América) não engana ninguém, e o filme com um extremo potencial em virtude do roteiro que é baseado em uma obra literária naufragou em qualidade visual nos cinemas. Confiram a “rezenha” crítica de O Expresso do Amanhã.

O filme aborda a criação de um experimento para impedir o aquecimento global e que falha, como consequência uma nova era do gelo toma conta do planeta. O que resta é apenas neve e guerra. Os únicos sobreviventes da Terra estão a bordo de uma imensa máquina chamada Snowpiercer. Lá dentro, os mais pobres vivem em péssimas condições, enquanto a classe rica vive em meio ao luxo.

Durante os 126 minutos de duração, são jogados várias discussões em nossa retina sobre a divisão de classes sociais e o que cada cidadão independente sendo do bem ou não e o que merece quando nasce, seguindo uma linha de vida pré determinada até sua morte. Bem ditatorial e consequência do utópico socialismo.

São ideias boas, porém muito mal executadas, as 2 horas de filme transformaram-se em 3. Muito arrastado com um exagero de câmeras lentas, alguns discursinhos bem babacas e muita coisa jogada na tela sem uma razão. O começo do flme é muito bom porque não sabemos quase nada o que está rolando e no primeiro piquete dos miseráveis, um deles é condenado a um castigo, e achei a cena muito foda. Fora isso não se tem muito o que falar, você vai desgostando do filme. Se o diretor Bong Joon-ho tivesse assistido pelo menos o primeiro The Raid (famoso filme que um batalhão precisa chegar ao último andar de um prédio para capturar um traficante) teria sido um filme mais emocionante e tenso.

O que salvou o filme de um fiasco é a cena onde os miseráveis batalham com a “gang dos machados” e os caras com visão noturna dentro de um túnel. Achei bem curiosa aquela cena, porém mal executada como o restante do filme.

O terceiro ato da obra poderia ter tido um final com uma sequência de diálogos muito foda, mas que infelizmente a sensação foi brochante diante de tudo aquilo que é revelado. Fora o ambiente externo, o mundo coberto de neve com um efeito especial bem tosco, nem filme dos anos 80 possuem efeitos tão tosco, sem brincadeira.

Um filme para assistir uma vez e esquecer.

Minha nota é 2/5.
Rafael P.
Rafael P.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de janeiro de 2017
Este é um filme totalmente fora do usual. Pra quem gosta de expirimentar novos conceitos cinematograficos esse é um filme impecavel.
O ponto que mais me chamou a atenção é a tragédia constante que o filme traz e um final totalmente inesperado e, assim como todo o filme, tragico e dramatico.
Muito bom!!
cinetenisverde
cinetenisverde

29.483 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
O quão bom é a mensagem de um filme à medida que ela vai se tornando óbvia demais? Em Expresso do Amanhã, um filme violentamente gráfico e com desvios de caráter para o bem de seu argumento, talvez esse limite seja quando um personagem declara que "o trem é o mundo, nós somos a humanidade", em um momento tão avançado na história que até para aquele espectador que dormiu metade do filme a mensagem já é pura e cristalina como água derretida das calotas polares.
Lúcio T.
Lúcio T.

595 seguidores 242 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de novembro de 2016
Imagine um mundo pós-apocalíptico. Errou se pensou em zumbis nele, mas acertou sobre ter monstros e não são aqueles que provavelmente chamaríamos de mortos-vivos ou aberrações da natureza. Somos nós, humanos..... Somos monstros por querer consumir deste planeta cada vez mais e mais e uma hora o preço é cobrado. Sem tempo, queremos consertar as coisas e fod#""()$ mais e mais. E se imaginas a sobrevivência mundo afora, se enganou de novo. Estamos morando em uma caixa de metal, em várias delas, que percorrem o mundo como um relógio. E com toda esta tragédia mundial, finalmente as diferenças ficaram de lado? PÉÉÉÉÉ, mais uma vez errado. Estamos divididos por classe sociais (ainda), mas desta vez são as caixas de metal que separa os afortunados dos menos sortudos. Incrível que o que me diferencia de você seja um monte de papel ou uma apunhalado de pedras (.....desabafo.....)..... Que filmasso do diretor e roteirista sul-coreano Bong Joon-ho que se inspirou em uma HQ francesa, a Le Transperceneige, de Jacques Lob e Jean-Marc Rochette! Que originalidade! Um mundo inteiro dentro de um trem, do qual em sua frente vivem os ricos e em sua "cauda' vivem os pobres, separados por uma longa distância de vagões. A Fotografia está excelente! O enredo é sobre as diferenças sociais, revolução e controle (sobre natalidade, comida, ciclo, etc.) e poucos decidem por muitos. Tudo escancarado de uma forma fictícia, mas que mesmo assim choca e revolta. E ainda temos uma certa teoria da conspiração sobre eventos da História Mundial com controle populacional. Uma história genial! Pena que não isenta de alguns erros perceptíveis. Joon-ho se preocupa em explicar como diferentes nacionalidades convivem juntas (se bem que a grande maioria fala inglês, of course), mas com o tempo esquece e parece que houve o episódio da Torre de Babel inversa: todos falam a mesma língua por mais que o som seja diferente. Ele também nos mostra cada vagão como uma parte "necessária" de nossas vidas consumistas, temos um restaurante japonês, açougue, dentista, sauna, piscina, aquário (sim!!!!!), danceteria, "quartinho do suingue", bares, horta, etc. O que faltou foi um dos principais, o vagão hospitalar ou farmacêutico.....ou seriam eles imunes até a uma gripe? E são mostrados ovos, mas e o galinheiro ou até mesmo um mini zoológico (daí explicaria a carne do açougue)? Se bem que eles transitam por diversos vagões sem que se mostre tal passagem, entonces pode ser que ficou para a imaginação do espectador, mas pergunto, em tão pouco tempo se atravessa "o mundo"?. E falando sobre comida e fugindo um pouco dos erros, lógico que todos os lugares não são para uso-fruto da "escória" e estes são apenas alimentados com uma barra de proteína que é feita de algo bem.....bom, digamos que Pimba e Pumba do O REI LEÃO (1995) ficariam orgulhosos..... E o ator Chris Evans mostra que não nasceu só para ser o Capitão América e sim um grande líder (espera, e o que seria o Capitão América?????.....). O elenco atua bem e contamos com nomes conhecidos (e eternos protagonistas) como John Hurt (já atuou em V DE VINGANÇA de 2005). E taí a origem do porque que os endinheirados são tão bestas em um futuro caótico.....Av Marys..... Algumas coisas também ficam sem explicação com uma cena no arco final da película e possui situações que não precisava. Uma ficção cheia de ação, violência e drama (a parte que o personagem do Evans senta e começa a desabafar é froid) e com uma mensagem fodástica que já vi em uma propaganda: a Natureza não precisa dos humanos, ela pode até "morrer", mas ela recicla. Já os humanos, não vivemos sem ela e se sobrevivemos ao "recall", qual seria o preço?...
Sidney  M.
Sidney M.

29.825 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de agosto de 2016
O enredo é super interessante e bem criativo, entretanto achei monótono demais, a trama demora para ser desenvolvida, e por isso o deixa cansativo.
Gabriel P.
Gabriel P.

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de julho de 2016
Péssimo!Tem como plano de fundo a desigualde contado de uma forma no sense ,porém não cativa e força demais.
Luis R.
Luis R.

24.059 seguidores 759 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 4 de julho de 2016
A ideia do filme é interessantíssima,capaz de despertar reflexão e discussões pelos temas que aborda,mas a trama se desenvolve de maneira apática e tediosa,outro problema é o final,que me pareceu apressado e nada empolgante.
Ana A
Ana A

20 seguidores 37 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de julho de 2016
Apesar de contar com protagonistas de peso e conhecidos do grande parte do público, como Chris Evans, Jamie Bell, Tilda Swinton e Ed Harris, o underground “Expresso do Amanhã”, filme que mistura drama com ficção científica, é agradável e envolvente nos mostrando como a ação do homem contra a natureza pode ter consequências catastróficas.

O primeiro filme de língua inglesa do cineasta sul-coreano Jooh-ho Boong é inteiramente ambientado no interior de um trem, que serve como o último refúgio da humanidade após uma tentativa de reverter os danos causados ao meio-ambiente falhar e reduzir a temperatura do planeta drasticamente, impossibilitando qualquer forma de vida.

Em termos de atuação, o destaque fica por conta da camaleoa Tilda Swinton, quase irreconhecível por conta de sua maquiagem e figurino, o espectador só percebe que é a atriz que se encontra no papel de uma representante da alta sociedade depois de alguns minutos e quando a câmera se aproxima de suas feições. Os trejeitos da personagem, o modo de falar e andar são detalhes peculiares que tornam o – ou a – personagem Mason mais intrigante ainda, tanto que chega ao ponto do espectador querer saber sobre este ser intrigante e suas origens.

Evans, Bell e Harris – que não tem mais do que poucos minutos em cena – entregam trabalhos muito competentes, a interação entre os atores do último vagão convence ao mostrar que eles estão convivendo a muito tempo na mesma situação social.

A ideia te reunir o que sobrou da humanidade em um comboio que tem como serventia a locomoção se desenvolve em uma trama bem interessante, além de funcionar como uma espécie de Torre de Babel por conta da variedade de etnias que se encontram no mesmo local, é interessante perceber como aqueles indivíduos estão separados, literalmente, pelo seu status e a forma com o último vago, os considerados miseráveis, é representada pela fotografia escura e os personagens sujos, usando roupas rasgadas e se alimentado de uma espécie de ração, que é feita de um ingrediente nada suculento que os reduz a animais, que podem ser descartados a qualquer momento e não merecem o mínimo de conforto por não terem dinheiro suficiente para usufruir de conforto.

A sutileza do diretor em mostrar como os integrantes do último vagão estão desesperados para sair do ambiente onde se encontram através da interpretação de Evans, ao nos contar como os seres humanos recorreram aos seus instintos mais primitivos para sobreviver, é executada de maneira eficiente e simples, sem a necessidade de cenas adicionais, como flashbacks.

O “Expresso do Amanhã” é muito eficiente em mostrar a divisão de castas e desigualdade, como estamos constantemente lutando para sobreviver e preservar a nossa integridade moral. Com roteiro adaptado de uma HQ francesa e com a execução Jooh-ho Bong, este filme de ficção científica com toques dramáticos propõe a reflexão de nossas ações e suas consequências.
Pedro W.
Pedro W.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de março de 2016
Pelo começo o filme parecia ser bom e tinha de tudo para ser, porém foi muito mal narrado, sem explicações para várias coisas que acontecem. Não emocionou e não comoveu.
Bruna F.
Bruna F.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2016
Horrível, mal direcionado, escuro e com ações desnecessárias.
Não consegui ver nem até a metade do filme.
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