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Madu Oliver
1 crítica
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1,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2020
Minha nota para esse filme: 1.Tinha td para ser bom, mas cagaram no final. O que não entendo são atores consagrados aceitarem atuar num filme como este.. Uma verdadeira Bosta! Não perca seu tempo como eu perdi o meu
Apesar da temática e um roteiro interessante, alguns absurdos do filme não se encaixaram tão bem. Também achei as primeiras cenas um tanto escuras. A melhor em cena com certeza é Tilda Swinton. Mas é um bom passatempo sim!
Após um experimento que visava acabar com o aquecimento global dar errado,o mundo agora congelou e os únicos sobreviventes vivem dentro de um trem que é dividido em duas partes,uma vive a classe alta como reis e a outra parte vive os pobres em condições miseráveis,até que um deles se revoltam e começa uma guerra em busca da igualdade.O filme não é apenas uma ficção,ele é um retrato de classes sociais e também um estudo do comportamento humano em situações extremas,até onde o humano vai para sobreviver ?.A direção é do Joon-ho Bong que é muito bom diretor e nesse filme o trabalho dele é bem evidente,ele sabe direitinho as batidas que ele segue e mantém o filme em um ritmo avassalador e intenso.O Sul Coreano aproveita a hostilidade da situação para criar cenas intensas e sangrentas que são bem divertidas,além de usar também o tempo ou situação do trem por exempli na cena do túnel que é insana.O rpteiro se baseia em uma Grafic Novel de sobrevivência e sabe criar tensão e unir diálogos de maneira orgânica,aliás o roteiro nos proporciona momentos realmente tocantes e que exaltam ainda mais a crueldade humana em determinados momentos e fazem um terceiro ato consistente e um desfecho que representa a esperança final de evolução da humanidade.O elenco é muito bom,temos Chris Evans que graças a técnicas e enquadramentos tem seu físico forte escondido e a atuação passa pelo emocional e o da ira que é fantástico,o Jamie Bell é outro que eu gostei, a Tilda Swinton é a personagem odiável que funciona,John Hurt é a sabedoria e ainda temos a boa participação do Ed Harris que é muito boa,e ainda temos Kang-Ho Song e a Octavia Spencer.Expresso do Amanhã é muito bem dirigido e escrito,possui um ótimo ritmo,sabe fazer críticas de classes e é cheio de momentos satisfatórios.Um filme feito para refletir mas se divertir junto.
Uma ficção científica maravilhosa, primeiro pela crítica social explícita no filme, aonde a classe tida como "dominante" determina o lugar de cada um. Outro ponto de vista maravilhoso é o trem usado como a terra que sobrou, aonde supostamente só a vida ali, o final não foi aquele final brilhante porém vale a pena ver este filme
Péssimo, do início ao fim. De cara já da pra ter uma noção do que o filme quer tratar : Uma luta de classes. O filme começa já com um gosto de que você perdeu algo, com todo o plano secreto já feito pela personagem principal e... continua assim : Uma sequência de cenas fracas e sem graça até chegar ao final digno do que o filme apresentou, uma ideia vaga mal explorada. Irrita a falta de senso espacial do filme, um trem que comporta um gigante galpão com vários moradores enquanto que ao mesmo tempo contrai-se num ambiente extremamente fechado para lutas, fazendo parecer que todo aquele universo foi criado por uma criança de 7 anos. Os personagens são totalmente mal explicados e explorados. Nem boas cenas, como a da escola, que abordou só um pouco do que o filme queria passar, consegue se salvar de um tiroteio mal filmado sem gosto algum. Filme pseudointelectual totalmente desprovido de todas as qualidades que um bom filme deveria ter.
Além de bom, não consigo enjoar deste filme. Snowpiercer é uma obra de visão totalmente diferente, com uma crítica extremamente relevante e uma dinâmica potente. Uma história fantasiosa, mas os problemas são externamente reais e as atitudes radicais. Dê contexto melodramático e sujo, a cada momento que se passa a tragédia aumenta, fazendo com que ois personagens deixem de ser seres imbatíveis de Hollywood e se tornam completos seres humanos que não possuem muita cerimônia para morrer, assim como no mundo real. Possuindo consequências realistas, o desenrolar do filme vem trazendo resultados totalmente diferentes e um final espantoso de inédito. Certamente não é um filme feito para agradar a todos, pois neste filme algo totalmente diferente foi adotado; a voraz realidade de uma revolução.
A ideia do filme é legal, mas ele acaba se tornando cansativo e parado. Os efeitos e as imagens são ótimos, mas o enredo acaba por se perder algumas vezes.
Sem espaços - h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/06/13/rezenha-critica-expresso-do-amanha-2013/
Pensa num filme que há tempos estava na minha lista e que sempre vinha adiando justamente porque meu sexto sentido estava querendo dizer algo. Pois bem, aquela carinha de putinho do Chris Evans (Capitão América) não engana ninguém, e o filme com um extremo potencial em virtude do roteiro que é baseado em uma obra literária naufragou em qualidade visual nos cinemas. Confiram a “rezenha” crítica de O Expresso do Amanhã.
O filme aborda a criação de um experimento para impedir o aquecimento global e que falha, como consequência uma nova era do gelo toma conta do planeta. O que resta é apenas neve e guerra. Os únicos sobreviventes da Terra estão a bordo de uma imensa máquina chamada Snowpiercer. Lá dentro, os mais pobres vivem em péssimas condições, enquanto a classe rica vive em meio ao luxo.
Durante os 126 minutos de duração, são jogados várias discussões em nossa retina sobre a divisão de classes sociais e o que cada cidadão independente sendo do bem ou não e o que merece quando nasce, seguindo uma linha de vida pré determinada até sua morte. Bem ditatorial e consequência do utópico socialismo.
São ideias boas, porém muito mal executadas, as 2 horas de filme transformaram-se em 3. Muito arrastado com um exagero de câmeras lentas, alguns discursinhos bem babacas e muita coisa jogada na tela sem uma razão. O começo do flme é muito bom porque não sabemos quase nada o que está rolando e no primeiro piquete dos miseráveis, um deles é condenado a um castigo, e achei a cena muito foda. Fora isso não se tem muito o que falar, você vai desgostando do filme. Se o diretor Bong Joon-ho tivesse assistido pelo menos o primeiro The Raid (famoso filme que um batalhão precisa chegar ao último andar de um prédio para capturar um traficante) teria sido um filme mais emocionante e tenso.
O que salvou o filme de um fiasco é a cena onde os miseráveis batalham com a “gang dos machados” e os caras com visão noturna dentro de um túnel. Achei bem curiosa aquela cena, porém mal executada como o restante do filme.
O terceiro ato da obra poderia ter tido um final com uma sequência de diálogos muito foda, mas que infelizmente a sensação foi brochante diante de tudo aquilo que é revelado. Fora o ambiente externo, o mundo coberto de neve com um efeito especial bem tosco, nem filme dos anos 80 possuem efeitos tão tosco, sem brincadeira.
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