O Homem de Aço
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4,3
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Matheus S.
Matheus S.

14 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de julho de 2013
Grande Filme, só o que temos a dizer O homem de aço não deixou a desejar em quase nada, na minha opinião só não tem os tantos esperados slowmotions e como é um filme do super herói certinho nada de sangue do Zack Snyder porem as cenas de ação não tem o que reclamar, muito boas, muita destruição e batalhas épicas demonstrando realmente como seria a luta do Superman contra o Zod. E em minha visão tem bastantes coisas do diretor, mas quem se destaca mesmo é o Cristopher Nolan pelas frases marcantes e uma historia super explicadas, com um filme bem realista que mostra tudo e é difícil não intender, mostrando tudo detalhadamente desde Cripton !!! Atuações muito boas pela minha primeira visão, assisti infelizmente dublado porem não estava tão ruim, alguns tropeços de atores secundários mas nada tão ruim que quem é acostumado a assistir dublado perceba ! Trilha sonora boa , muito bem pensada com coisas novas porem nenhuma musica que percebi como tema principal, efeitos sonoros show ! Filme muito, recomendado para todos os fãs e não fãs do super man !!!
Marcio B.
Marcio B.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de julho de 2013
O filme vale uma nota dez e estabelece algo novo nas telas para os fãs do Superman, que assim como eu que tiveram uma infância lendo gibis estamos vendo aquelas aventuras se tornarem sólidas...
Gregory A.
Gregory A.

36 seguidores 42 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de novembro de 2014
Desde o começo deste ano de 2013, tive vontade de assistir esse novo filme do Superman, pois já fazia um tempo que não faziam. Assisti um dia depois da estréia, e foi exatamente como pensei que fosse em relação ao trailer... no começo é só história (Mas uma história interessante) bom, ok. A partir da cena em que o vilão Zod spoiler: ameaça a mãe do Clark, ele aparece e pega o Zod num golpe e grita "QUEM VOCÊ PENSA QUE É PRA MACHUCAR A MINHA MÃE?" E saem batendo em tudo quanto é canto de Metrópolis...
O filme começa a ficar muito, muito, mas MUITO explosivo! Toda hora passa pela sua cabeça "Agora acho que vai acabar" mas nunca acaba, daí os efeitos e a luta começam a ficar cansativos de tanta ação. Quando saí do cinema, eu estava completamente zonzo de tanto "CABUM", "PLOFT", "PAM"... mas apesar disso, as cenas de ação são incríveis, um visual bonito, atuações muito boas, e um aspecto filosófico perfeito vindo do roteiro (Uma boa lição de moral), o único defeito é o fato de tanta ação acumulada em uma cena só (Que deve durar uns 40 minutos), o que torna perturbador para os ouvidos.
Enfim, O Homem de Aço não é um dos melhores filmes de super herói de todos os tempos, mas pode ser o que tenha melhores cenas de ação de todos os tempos, com exceção do som, porquê haja quem aguente né? Todas as lutas do filme estão reunidas em apenas uma parte (Que é inegavelmente longa). Mesmo assim, vale apena o ingresso ;)
William D.
William D.

33 seguidores 63 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de julho de 2013
Expectativas não faltam quando se trata de um novo filme sobre uma história já conhecida, e além das expectativas, existe aquele apego e senso crítico para que dê certo. É querer que uma série famosa em um meio faça jus ao encanto proporcionado àqueles que já a experimentaram e a adotaram como parte de sua vida, os fãs. É querer também, que tal obra alcance níveis maiores e chegue ao entendimento dos mais leigos, e hoje sabemos que produções cinematográficas são o maior meio de conquistar aos mais distintos povos. Sendo assim, resta aos fãs, ironicamente, ter um desapego aos minuciosos detalhes e se concentrar mais na estrutura e elementos bases que não podem faltar em tal série. É apegar e se desapegar, estar pronto para sentir falta de detalhes que gostaria de ver, mas ao mesmo tempo estar aberto a uma nova interpretação, a um novo começo.
Com tais palavras, certifico que 'O Homem de Aço' fez jus ao prometido, e não tão somente, ele adicionou detalhes na trama que deixaram a história muito mais cativante aos marujos de primeira viagem, botando um fim nos fiascos passados dos Superman e abrindo portas para um novo e melhor começo no coração dos novos e antigos fãs.
Gabriel Vieira
Gabriel Vieira

25 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de julho de 2013
O ano era 1978. Superman- O Filme estreava nos cinemas. Apesar das limitações tecnológicas, o filme foi uma unanimidade, um dos melhores filmes de super-herói já feito. Christopher Reeve ficou eternizado no papel do herói, assim como Gene Hackman como Lex Luthor, como uma atuação brilhante como o irônico vilão. John Williams, também responsável pela trilha sonora de "Star Wars", "Tubarão", entre outros, deixou sua marca. O roteiro era do genial Mario Puzo, responsável por trazer, com a direção de Francis Ford Coppola a trilogia "O Poderoso Chefão" nos anos 80. Puzo também escreveu o roteiro da sua continuação, que foi um filme tão bom quanto seu antecessor, se não fosse as cenas de humor pastelão tiradas da cabeça do diretor Richard Lester, que dirigiu a pífia sequência deste. Melhor nem falar do quarto filme...

Em 2006, agora dirigido por Bryan Singer, presenciamos "Superman-O Retorno". Ao contrário de muitos, achei um bom filme. Brandon Routh esteve à altura de Christopher Reeve, assim como Kevin Spacey de Gene Hackman, e apesar da longa duração, foi um satisfatório retorno do Homem de Aço aos cinemas.

Um ano antes, Batman Begins estourava nos cinemas. O início da trilogia mais bem sucedida de um super herói nos cinemas foi uma unanimidade, assim como suas duas sequências, duas obras primas. Foi um respiro aliviado da DC Comics, após ver a Marvel no topo com Homem-Aranha 1 e 2.

Em 2012, "Os Vingadores" da Marvel foi um sucesso absoluto. A DC também fecharia a trilogia do Batman com sucesso no mesmo ano. Faltava a última ficha, um filme da Liga da Justiça. E, para isso, resolveram recriar a história do herói kryptoniano. Chamaram Zack Snyder para a cadeira de diretor. Talentossísimo, dirigiu "300'' e Watchmen. O produtor seria Christopher Nolan, o diretor da espetacular trilogia do Batman. O roteiro, de David Goyer, que escreveu o roteiro da trilogia do Homem-Morcego ao lado de Nolan. A trilha sonora desta vez ficaria a cargo de Hans Zimmer, responsável também pela trilha do Batman.

Então, com tudo conspirando a favor, chegou, enfim, o momento de assistir ao filme, com as expextativas estratosféricas. E o resultado pra mim, foi decepcionante...

Zack Snyder, com exceção de três ou quatro cenas isoladas, parece que não teve liberdade para filmar como queria. As cenas de ação que deveriam ser grandiosas, mais pareciam ter o dedo de Michael Bay, tamanha destruição sem fim causando monotonia ao filme e o deixando sem ritmo. Nova York(Metropolis) parece ter sido mais atingida do que no filme "O dia depois de amanhã". 50% da cidade destruída só pra mostrar o poder que Superman e Zod têm e a destruição que poderiam causar? Realmente, um menino de 4ª série acharia interessante colocar isso no seu filminho de escola. Nave alienígena saindo tentáculos e perseguindo o Superman por quilômetros???

Sobre as atuações: Henry Cavill não está mal como Superman. Sim, como Superman, porque o fator Clark Kent é deixado de lado o filme inteiro, só vindo a tona no último ato. Filmar algumas cenas e berrar loucamente na maioria delas é algo que faria bem. Amy Adams não me convenceu muito como Lois Lane. Sua personagem saiu do estereótipo de mocinha indefesa, mas me parece que ele não deu tudo de si na atuação, tal qual Marion Cotillard em Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Então, ela não é aquele par romântico de super herói que criamos uma identificação como Mary Jane no Homem-Aranha. Até com Margot Kidder, a Lois Lane original, criei mais simpatia! E sobre o Zod de Michael Shannon, apesar de ser mais complexo que o Zod do filme de 1981, me pareceu caricatural mesmo assim. O achei um vilão comum, que abusou do privilégio dado pelo Sol a este. Sua obsessão pelo Superman o fez destruir uma cidade inteira. Pobre Nova York que sempre sobra de pano de fundo pra isso! Como se não bastasse, o Zod tem um exército de kryptonianos com naves ultra-avançadas que parecem ter sido ideia de Steven Spielberg.

Russell Crowe está bem como Jor-El, cujo papel já foi de Marlon Brando. O roteiro traz diálogos idênticos ao do filme original de 1978. Sei que pode ter sido uma homenagem, que seria bem-vinda, mas mostra de qualquer forma que faltou inspiração a David Goyer.

A cena final, mostrando aquele lado do Superman que todos queremos ver, dá uma sobrevida a este filme e nos deixa esperançosos que a continuação será melhor.(mas por favor, olha a maneira que ele consegue o emprego!!!!! será que é tão fácil assim exercer esta profissão?

Superman está de volta. De uma forma não muito convincente. Sobre este filme, será 8 ou 80. Ou você o amará ou o odiará. Infelizmente, tive de ficar com a segunda opção. Zack Snyder e Christopher Nolan certamente podem fazer mais que isso. E espero que se redimam na continuação.
Amanda M.
Amanda M.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de julho de 2013
Filme ótimo! Nosso Homem De Aço voltou com tudo. Depois de Super Man Return, que na minha opinião deixou muito a desejar.
Guilherme M.
Guilherme M.

197 seguidores 163 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de novembro de 2013
Efeitos visuais incriveis lutas com estilos dragon ball z que são excelente!!
Yara O.
Yara O.

34 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de julho de 2013
Depois do fim da consagrada trilogia Batman, a nova aposta da DC é Homem de Aço, que na tentativa de repetir o sucesso, leva o nome do diretor de Cavaleiro das Trevas, Christopher Nolan, na produção executiva do filme, mas o nome mais importante do longa é Zack Snyder. Diretor de filmes como 300, Sucker Punch e Watchmen, é a combinação que Homem de Aço precisava, ação, efeitos especiais sem deixar para traz a identidade de uma história em quadrinhos.
O difícil de recriar uma história tão mundialmente conhecida como a Superman, é modernizá-la de maneira que agrade a nova geração, mas sem desagradar os antigos fãs, e entre as cenas em Krypton (que foi uma das melhores sequências do filme) e flashs da infância de Clark Kent é possível relembrar as séries anteriores, e ainda ver um pouco das páginas das HQs nas telas. Mas o roteiro de Christopher Nolan e David S. Goyer, se preocupou tanto com o passado do SuperMan que acabou deixando o presente mal explicado. Nós entendemos o que leva Kal El (AKA. Clark Kent e Superman) a busca de respostas, mas como ele chega a seus objetivos é um tanto vago, e rápido demais.
Fora a falta de detalhes, o roteiro flui bem, e o novato Henry Cavill se mostrou uma ótima escolha, e faz jus
a capa de Superman, conseguindo equilibrar as suas cenas mais heroicas, com as mais humanas. Que aliás é o que torna o Superman de Cavill mais interessante, o Homem de Aço está mais próximo do público, o lado humano dele é mais forte do que o lado alienígena Kryptoniano.
Mas o roteiro que parecia ótimo, passa a pecar quando o vilão Zod (Michael Shannon), e sua tropa invade a Terra, e tudo o que acontece parece uma desculpa para explodir Metropolis, e mostrar a qualidade dos efeitos especiais somados ao 3D. Não fosse a trilha sonora de Hans Zimmer dar tensão as sequências de ação, seria fácil enjoar de ver prédios caindo, carros voando, e uma sequência de "BOOMS", exageradamente prolongada, mas felizmente bem concluída.
Dentre todos os erros e acertos, Superman veio para mostrar que temos muito a esperar da DC, ainda mais agora, com o anúncio de que O Homem de Aço encontrará Batman em sua próxima aventura.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 18 de julho de 2013
"Acho que as críticas foram muito duras com relação a esse filme. Assisti e achei o filme muito bom, nada espetacular, mas ninguém foi tão exigente com "Batman Begins", por exemplo, e vimos como a trilogia foi fantástica. Tenho um bom pressentimento quanto a possíveis continuações. O engraçado é que gostei de Cavill em seu papel e não gostei de Adams como Louis Lane."
Fabio G.
Fabio G.

22 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de julho de 2013
Talvez, não estamos preparados.
Os comentários que diversas pessoas, entendidas ou não em cinema, vem apresentando sobre o novo filme sobre Superman são que, esse é o melhor de todos os tempos sobre o grande herói dos quadrinhos norte-americano. Talvez classificá-lo como o melhor requer visões diversas, que, muitas vezes, tornam-se esquecidas, como os grandes admiradores tanto do personagem quanto dos filmes antigos da franquia. Tal olhar poderá persuadir sensações diversas e, é nesse ponto, que a discussão acerca de O Homem de Aço, torna-se bastante interessante.
Os fiéis amantes de Christopher Reeve e a antiga saga dos filmes antigos, iniciada por Richard Donner, nos idos anos 1970, explicitam uma limitada decepção. Não há Lex Luthor, Clark jornalista, a Lois Lane não é um produto caricato, sem cueca por cima das calças, e, principalmente, e, talvez o maior vazio, seja não escutar as trombetas incitantes da trilha de John Williams. Se, por acaso, persistem fãs da última versão, a de 2006, em que nem mesmo Kevin Spacey passa no teste, a decepção é vibrante em querer descobrir, de modo frustrante, o futuro do filho do herói, que passa muito longe no imaginário dessa vigente produção.
Os fãs específicos de Superman, dividem-se entre a necessidade de uma dinâmica mais concreta e objetiva, sem grandes intervenções kryptonianas na Terra, e a felicidade em verem a história bem contada, desenvolvida e articulada de forma acertada e bem distribuída. Muitos admiradores apostam no lado positivo, pelos confrontos fantásticos apresentadas no filme, que não deixam nenhuma batalha mitológica com grandes saudades. Na verdade, essa diversidade altamente “pluralista” que o diretor Zack Snyder conseguiu explorar é o que faz, desse, sem muitos questionamentos, um filme diferenciado.
Tudo está onde deve, ou seja, há grandes efeitos visuais, explosões daqui e dali, chão quebrando, muita pancadaria e tanto mais... e, surpreendentemente, essas não são as maiores qualidades do filme. Após um início altamente linear, completamente intencional, para não deixar o público, “perdido” de primeira, a vida na Terra do menino de Krypton é contada em recortes muito bem escolhidos e montados, com flashbacks delicados e artísticos. Dá gosto de ver qualidade em momentos não esperados.
A organização diferente aliada aos questionamentos muito realistas do jovem Clark descobrindo seus poderes, incitados pelas orientações de seus pais terráquios, que mesmo com as boas e velhas caras e bocas “canastronas” de Kevin Costner e a sempre maravilhosa Diane Lane, fazem os mais humanistas e humanitários engasgarem ou lacrimejarem levemente. Pela primeira vez, o espectador sai convencido das razões do Super-Homem amar o planeta e seus habitantes.
Sem contar na atuação interessante de Henry Cavill que não faz o tipinho “sou forte”, mas endereça-nos verdade em suas ações e gestos. Ele conseguiu juntar as personalidades do Homem-Aranha e do Wolverine em um só. Perceba da próxima vez, se o rosto do ator não possui uma ânsia tanto devastadora quanto romântica ao mesmo tempo. Ainda há, claro, Amy Adams, trazendo-nos uma Lois Lane diferente, mais humana e menos metida a engraçada como nas produções pretéritas. Não se pode esquecer, claro, de um Russel Crowe direitinho, mas de um Michael Shannon bem enjoadinho na trama.
Somando tudo isso, a essa temática bem exposta, lá estão as explosões e efeitos, para não decepcionar ninguém. Em termos cinematográficos, o filme é realmente muito bom. Afinal, mais uma vez, a ideia de Nolan em conseguir transformar o fantástico em perceptível, como já havia feito em seus Cavalheiros das Trevas, misturando a virtude do herói com reflexões sociais e humanas de maneira dura sem “pegar pesado”, é fascinante. Esse é o maior triunfo desse roteiro de David S. Goyer que já assinara os mencioados “Batmans”.
A tristeza ou alegria é ainda perceber a ânsia de morte desejada por nós aos vilões, enquanto o bondoso herói quer apenas salvar-nos. Fica claro que muitos saem do filme, pensando quando será o próximo e elogiando os belos efeitos, ou até mesmo quem sabe, alguns praguejando o protagonista na dor que o fez tornar vitorioso, chamando-lhe internamente de “idiota”. Essa era a intenção oposta do filme. Snyder nos alfinetou suavemente, questionando-nos a elevação pobre da essência positiva em comparação a uma progressão negativa de nossas próprias almas. Assim como a certeza de Jonathan Kent e o questionamento do homem de aço, talvez, não estejamos preparados para ele.
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