O Homem de Aço
Média
4,3
6707 notas

379 Críticas do usuário

5
144 críticas
4
100 críticas
3
67 críticas
2
36 críticas
1
17 críticas
0
15 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
André da S. Ribeiro
André da S. Ribeiro

53 seguidores 43 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de novembro de 2013
Não tava com muitas expectativas pra esse filme por eu não ser mt fã de Superman, finalmente o Super Herói ganha um filme com a qualidade que merece passando por cima dos filmes antecessores, só pelo figurino já se percebe a grande melhora. Enfim viva a tecnologia e aos efeitos de hoje em dia que fizeram desse filme na minha opinião o melhor da DC Comics, Tbm não podemos esquecer de Zack Snyder e Christopher Nolan que fizeram um trabalho impecável, palmas para eles.
Aislan C.
Aislan C.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de julho de 2013
O Filme funciona, e muito bem. Não há pontos cegos nesta obra, pois tudo se explica: desde sempre Kal-El vive para que no futuro carregue a responsabilidade de se tornar um símbolo de esperança para a humanidade, sem que fosse preciso ser programado para isso, como os restos dos kriptonianos, que nascem numa verdadeira colônia, cujo destino de cada um já está inscrito, como Zod, um general, cujo objetivo é promover a sobrevivência dos kriptonianos, ainda que necessário destruir o planeta azul para isso. O filme é excelente, atuações convincentes aliados a um excelente roteiro e produção (Zack Snyder - diretor/Christopher Nolan - produtor). Será por isso que se nota o crescimento de Kal-El como feito na trilogia Batman de Nolan?
Que venha os próximos combates.
Stella A.
Stella A.

40 seguidores 42 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de julho de 2013
Me julguem, mas nunca assisti aos outros filmes do Super Man (não sou desse mundo). Foi uma experiencia maravilhosa conhecer esse quase Deus. (Deus grego podemos dizer? rs). A estória é linda, muito bonita mesmo, vamos quao grande é a pureza do homem de aço, e como tinha que ser tudo que ele é. Não sei os outros filmes, mas a estória desse me tocou. Tudo me agrada: o ator escolhido, a estória, que pelo que li, é bem fiel aos quadrinhos, o ator escolhido, os cenários, o ator escolhido, os efeitos visuais e sonoros de ultima geração (quase sai surda do cinema, sério!) e o ator escolhido. Desculpem a siceridade e entusiasmo, mas um dos motivos que mas me arrastou aos cinemas foi o Henry Cavill, não teria ator melhor para o papel. Apenas uma coisa que me incomodou foi o quanto apanhou o herói, é claro, que mal causou arranhões ao poderoso homem de aço, mas na minha cabeça, isso não poderia existir. Mas sem dúvidas, assistam!!!
Gasparzin
Gasparzin

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de julho de 2013
Filmaço! Só faltou a cereja do bolo: a trilha inesquecível de John Williams!
Carlos E.
Carlos E.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de julho de 2013
Não sei o que pretende a WB com esse filme. "Superman" está completamente irreconhecível. Posso estar até enganado, mas tive a sensação várias vezes que a "estrela" do filme era o vilão. Não sou um fã fervoroso dos filmes de Donner, porque estes também tinham falhas e muita coisa fora do universo do Homem de Aço, mas esse filme novo saiu completamente fora dos padrões. O Ator não tem carisma, é irritante a forma com que ele está o tempo todo franzindo a testa e com uma profunda dor de Torcicolo. Clark não teve uma infância infeliz e muito menos Jonathan Kent era um paranoico a ponto de se matar e Clark agindo como um retardado mental não faz nada para impedir isso. A destruição em massa da cidade foi um absurdo, Superman jamais deixaria que isso acontecesse. Teria dado um jeito para levar a luta para um outro lugar. Matar o General não era a solução, a não ser que você precise de um Superman que não seja mais um simbolo de esperança, mas sim um assassino frio e calculista. A magia do Homem de Aço se perdeu com esse filme. Superman Returns, mesmo com suas falhas, manteve o respeito que esse personagem merece e que amamos. Claro que tudo que falei é uma opinião minha, deixo que vocês tirem suas conclusões. Se verdadeiramente conhece o personagem entenderão o que eu quero dizer.

Ps: O personagem verdadeiramente das HQ, não filme 1, 2, 3, 4 ou seriado x ou seriado y.
Daniel M.
Daniel M.

10 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de julho de 2013
Embora muitas vezes seja uma apologia a Jesus Cristo (ter 33 anos, ser uma espécie de messias, o grande salvador...), retratou-se o clássico herói por uma nova perspectiva, diferente da perfeição, e o final escolhido prova isso, e talvez por essa razão possa não agradar aos mais ortodoxos. O realismo de Nolan evidencia que estamos numa nova era em que maniqueísmos e inércias não podem existir – que, apesar dos sentimentos de ética e culpa, somos capazes de atos desesperados e com duras consequências. Em suma, acerta-se bem mais que se erra. O resultado final é muito bom, e de fato conseguiram dar uma nova energia à mitologia do Super-Homem.
Audrey F.
Audrey F.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de julho de 2013
Uma boa surpresa!
Um dos riscos que se corre em filmes de ação e' esvaziar as personagens de sua dimensão interior, que e' onde se cria uma empatia com o público. Nesta versão, somos presenteados com muito mais contexto quanto às origens da história, como o que se passou em Kripton antes do colapso final do planeta. A sequência em que Russel Crowe se arrisca para garantir que o filho se salve é visualmente maravilhosa e dramática, porque ele consegue dar intensidade e angustia ao papel, sem decepcionar os que precisam de adrenalina.

As cenas da família no interior do Kansas também são essenciais para a construção do caráter do herói, principalmente quando nos mostram a infância de Clark, quando o pequeno extraterrestre se via oprimido pelos próprios poderes, que não conseguia explicar ou controlar. O elenco está perfeito – novamente alicerçando a questão da empatia e da família, como poderoso núcleo gerador do caráter do herói. Ao se comparar o Homem de Aço tanto com seres com quem compartilha semelhança – humanos ou kriptonianos – o que faz dele um herói não é a invencibilidade, mas o equilíbrio entre força versus vulnerabilidade que por sua vez se ancora num cerne afetivo e no senso de responsabilidade e respeito diante da vida, do Universo.

Como se espera de uma associação entre diretor Zack Snyder com Christopher Nolan, o filme é bem mais sombrio: nas cores (não apenas do novo uniforme, mas de todas as tomadas), na trilha sonora (magnífica), na opção das personagens não projetarem a velha imagem artificial e estereotipada do Bem, do Belo e do Perfeito. Essa característica sombria dá homogeneidade ao filme e contemporaneidade à trama, já que a América de hoje não ilude mais ninguém (nem a si própria) com uma imagem de perfeição.

O próprio Henry Cavill, que encarna o Homem de Aço, tem um belo rosto de maxilar forte, mas é algo melancólico - mais apropriado ao seu drama interior do que o sorriso confiante e voz de barítono do super homem engomadinho do passado.

Como se trata da narrativa do herói em formação, é bem mais coerente e funcional ao arquétipo que sejam expostos seus conflitos e que o questionamento (humano?) sobre suas origens e a finalidade de sua existência se façam presentes. Aqui, o homem de aço , além de inexperiente como herói, não apenas toma decisões imperfeitas como também se vê impotente para, ao sanar um mal, evitar que outros males aconteçam. Isso e’ novidade em termos de Super Homem impecável e infalível, e expõe fragilidades da personagem que tornam sua existência mais rica e complexa. Em processo semelhante ao que acontece com o James Bond atual, ele se encontra fora de sua zona de conforto, o que e' bem mais "humano" e empático do que um justiceiro fortão e invencível.

As personagens, atualizadas, abandonaram seus estereótipos. Sem o hiper-polimento dos anos 60, todas apresentam certo grau de conflito, vulnerabilidade e responsabilidade em relação aos rumos da trama, que e' bem coesa. Lois Lane não e’ uma pin-up bancando a repórter. Ela é menos glamorosa e mais comum, mas sem deixar de fazer contraponto com o Homem de Aço porque por sua vez é muito mais “mãos `a obra” e realista, humana. Os pais adotivos americanos, gente boa do interior, imprimem `a criação do herói a solidez das pessoas que cresceram em comunhão forte com a terra, imbuídas de valores simples e claros, com senso de obrigação e propósito. Os vilões estão encabeçados dignamente por Michael Shannon e Antje Traue, em caracterizações perfeitas. A motivação dos vilões também se explica, a certa altura, levando a questionar se os futuros vilões conseguirão tanta densidade.

A narrativa é entrecortada por flash-backs sem perder o ritmo, mas isso pode levar parte do público a perder de vista varias sutilezas ou mesmo as justificativas internas da trama que conectam as cenas, principalmente os que se distraírem facilmente com as típicas explosões e afins. Alem disso, os desatentos ou puristas apegados demais `as referências literais do gibi clássico vão sentir falta de certos elementos tradicionais e não vão perceber que estão METAFORICAMENTE PRESENTES, dando mais viabilidade `a historia. Assistindo, achei ótimas as soluções para elementos emblemáticos, mas já consigo imaginar gente falando “Tá, mas como é que apareceu o uniforme?” e coisas do tipo.

Não se pode antecipar se, no desdobramento dos próximos filmes, o Henry Cavill vai segurar a onda e conferir a garra que a personagem precisa para chegar a um acordo quanto `a sua missão como ser extraordinário, mas nesse primeiro momento, sua abordagem é apropriada.

Minha única critica ao filme (devo ser a única no mundo) foi excesso de cenas de ação (sou da velha guarda). Vende bilheteria hoje, especialmente em 3D. Fico imaginando como foi difícil editar o filme e decidir entre o que cortar, o que manter. Alinhada a outras produções do gênero super herói, não deixa a desejar (muitos vão ver o filme só por causa disso). Hoje em dia, com tantos filmes nessa linha, chega-se a um ponto em que os efeitos especiais num único filme são tantos, que não produzem mais um clímax, mas uma espécie de platô, onde as explosões se sucedem sem causar assombro ou emoção. Mas tirar isso de Nolan seria amputar a identidade da produção.

Vou assistir de novo, e provavelmente vou encontrar mais qualidades que não estou contemplando na primeira vez. Confiram!
Eduardo S.
Eduardo S.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de agosto de 2013
Poxa, ate concordo q fazer uma adaptacao para o publico q nao conhece a historia enteder foi otimo, mas, fugiram muito! Se nao falam o nome d Lana Leng, ninguem sabia q era ela crianca, qto mais fazer referencia como sendo o amor d Clark durante sua adolescencia; nao me lembro d ter conhecido um superman pescador ou garcom; o pai dele em todas as historias contadas do superman (fora "Lois e Clark, as novas aventuras do superman" q foi bonzinho), morre com problema cardiaco, no filme ele eh levado por um furacao; as duas maiores referencias do universo superman: Lex Luthor e a kryptonita, onde estao eles? Na boa, pra mim, o filme nao passou de uma serie d efeitos especiais para agradar o publico leigo! Detalhe, temho apenas 21 anos, imagino como os mais velhos ficaram revoltados!
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 3 de novembro de 2013
A minha empolgação para assistir Homem de Aço,estava tão rápido quanto a ele pró nova aventura desse grande personagem,não trouxe tudo que ele tem a mostrar.O filme é tão cheio de coisas,mas ao mesmo tempo tão Snyder,deu prioridade em se preocupar apenas em encher o filme de efeitos,e não se preocupou em preservar as características que o personagem vive.O filme ainda traz muita tecnologia,que talvez o filme nem precisasse desses atuações,são algo bem relevante,mostrando os principais no elenco,e escondendo outros,como Diane Lane e Kevin Cavill,foi uma ótima atração,com carisma e dedicação,foi uma das melhores apostas que esse novo formato do Super Homem, mas assisto essas novas aventuras do Homem de Aço,mas sinto falta de Christopher Reeve,junto com seus óculos marcantes,rasgando a roupa de dentro da cabine telefônica e até mesmo da cuequinha vermelha por cima da fantasia.
Romualdo G.
Romualdo G.

24 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de julho de 2013
Quem precisa de um filme do Dragon Ball quando se tem o Superman dirigido por Zack Snyder? Depois desse filme, os Vingadores e toda a destruição de Nova York no final parece brincadeira de criança. Se precisamos de 6 Vingadores pra salvar o mundo de fracos alienígenas, só é preciso 1 Superman para destruí-lo... sim, porque salvar não é muito a praia dele.
Na Trama, somos apresentado às origens do primeiro super herói importante do mundo que trás paralelos com a história de Cristo (e eu sei que isso você está cansado e careca de saber).
É possível ver a fórmula que Nolan usou em Batman ali: Mais drama, ação mais no final e muita explicação. A edição é muito semelhante a de Batman Begins, que mescla flashbacks do passado para explicar o presente, fora que tudo precisa ter uma explicação realista das coisas. Nosso novo Superman só é forte aqui na Terra, pois absorve energia solar e outros nutrientes atmosféricos, seu S não é de Superman e sim de esperança, sua roupa nada mais é do que as vestimentas de baixo padrão de seu planeta natal e nosso herói não controla seus poderes.
O filme começa muito bem e acompanhamos no imersivo Planeta Krypton. O Planeta Natal de Clark é repleto de tecnologia de ponta e criaturas fantásticas, mesclando ficção científica com Fantasia brilhantemente bem (A única coisa que eu não gostei foi aquele monte de pênis gigante/nave levando os prisioneiros para a Zona Fantasma). As coisas desandam depois que Kal-El cai na terra, e aí o formato que Nolan deu para a Trilogia Batman simplesmente não funciona em O Homem de Aço.
O desenvolvimento do roteiro não é bom, mas as ideias inseridas sim. Não dá pra engolir a relação tão supercial entre Clark e Lois Lane, não dá pra engolir sua infância tão cheia de Bullying e não dá pra engolir a maneira como tudo se resolve. As ideias porém são ótimas e profundas: Nós não estamos sozinhos? Deus existe? O que eu sou, representa mesmo um perigo pra humanidade? Enfim, Superman deve descobrir as respostas enquanto a humanidade luta pra desmistificar suas próprias crenças.
O 3D não é muito bom, mas deixa tudo limpo e é um pouco interessante nas cenas de ação. De todo o modo dê preferência ao ingresso 2D (Se seu cinema não for filha da puta e te obrigar a assistir em 3D). Os efeitos especiais também são muito bons e o filme parece no mínimo 50% mais caro do que ele já é, mas há deslizes como é possível notar em algumas lutas os bonecos em computação gráfica de videogame da próxima geração.
A direção de Zack Snyder pouco tem de sua identidade própria além dos longos planos aéreos e abertos, sem falar dos zoons feitos por computação que dão mais agilidade nas cenas. Há muito de J.J Abrams no filme como uma certa quantidade de Lens Flare e a fotografia fria, mas com a diferença de que a iluminação não prejudica jamais as cenas de ação. Há também um grande uso de câmera de mão e o filme está em constante movimentação, o que deixa o público inquieto e excitado para a próxima cena de ação. A trilha sonora é incrível e quando a atuação falha, é ela que faz tudo parecer imponente e importante.
As cenas de ação são loucas e muitas delas desnecessárias. Enquanto o drama e o descobrimento de poderes toma conta de 2/3 do filme, parece que no final ele quer compensar tudo de uma vez numa overdose frenética de destruição em massa. Superman salva uma dúzia de pessoas, mas milhões morrem e a cidade interia é reduzida a pó. Se por um lado é algo realista e corajoso mostrar que de fato as pessoas morreriam se houvesse invasão ou algo do tipo, por outro é um tremendo exagero o nível do estrago e esperar que o público realmente acredite que Superman é um herói e não um apocalipse ambulante. Clark mostra pouco sensível a toda a destruição que causa e nem sequer mede esforços pra amenizar os estragos... aliás, os estragos começaram por culpa dele. Por mais que nosso herói ainda não esteja preparado para o peso de sua suposta "responsabilidade" para com a Terra, seu nível de imaturidade é inaceitável e ele está longe de ser aquele chatíssimo e bundão super herói certinho que conhecíamos. Aquele cara que sempre seguia as regras e tentava fazer o menor número de vítimas possíveis. Daria no mesmo se ele dissesse: Foda-se essa cidade.
O elenco de estrelas só tem elogio. Quando soube que Henry Cavill ia interpretar nosso herói eu decidi na hora que ia dar uma chance, afinal eu odeio o Superman de qualquer forma. Cavill convence com sua expressão sempre centrada como se nada o pudesse fazer perder a calma (então porque deixou todo mundo morrer?), quase não há esboço de sorriso no nosso herói, mas ele sabe estourar quando a raiva ou dor lhe pede. Snyder estava certo, ele é o Superman e um Superman muito digno de vestir o uniforme mais legal que o herói já teve nos cinemas.
Michael Shanon interpreta o grande vilão General Zod e é mais do que óbvio os paralelos entre seu personagem com o grande Imperador Júlio Cesar (Até mesmo sua aparência romana é visível). O ator interpreta muito bem seu papel e de fato é um grande vilão, coisa que a Warner tem se especializado em seus últimos filmes de heróis.
Russell Crowe que interpreta Jor-El (O pai biológico do Superman) está perfeito, mas não merece muito crédito.. visto que o papel só exige as únicas coisas que ele sabe fazer que convence o público. Ayelet Zurer, que interpreta a mãe biológica de Clark, aparece bem menos que Crowe, mas seus poucos momentos são fantásticos e a atriz mostra-se uma mulher de classe mesmo com seu mundo acabando.
Kevin Costner e Diane Lane são os atores que vivem o casal Kent, os pais adotivos de Clark. Kevin está fantástico e os elogios da crítica não são atoa, mas há uma cena com ele que absolutamente ninguém do cinema engoliu até agora. Diane (a versão envelhecida da Jennifer Lopez) também dá um espetáculo como Martha e é essencial para a formação do garoto.
Temos Amy Adams como a primeira Lois Lane que prestou no cinema. A atriz faz muito bem o seu papel (como sempre) e pela primeira vez a personagem é realmente útil num filme do herói. Para fechar com chave de ouro temos a atriz Antje Traue que interpreta a grande vilã Faora, a subcomandante de Zod. A atriz rouba todas as cenas em que participa, é muito mais intimidadora do que o General Zod e de quebra é muito bonita. Vamos combinar que morrer pelas mãos dela é uma honra.
Com cenas de ação de tirar o fôlego, destruição em massa, vilões memoráveis e um 3D dispensável, O Homem de Aço foi menos do que eu esperava, mas ainda sim foi um ótimo retorno do herói aos cinemas. É possível ver o logo da Lexcorp e da Wayne Enterprise durante algumas cenas, o que significa que o universo DC começou a se expandir, mas não esperem cenas pós-créditos porque elas não existem. Sem Nolan no roteiro do próximo filme e com Snyder mais seguro em sua direção, podemos esperar um Superman 2 do nível Batman Cavaleiro das Trevas?
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa