Eu ter assistido esse filme é um atentado terrorista contra mim mesmo kkkkkkk mas ainda sim é um filme bom, mas longe de ser um dos melhores do Sacha pra mim.
É um filme no sense. Contra cultura. Critica a homofobia, a xenofobia, o racismo e o conflito no Oriente Médio. Muito inteligente, com cenas de comédia mto boas.
Em um mundo onde a futilidade e a falta de noção imperam, nada melhor do que Sacha Baron Cohen para expor sem dó ou piedade o ridículo de coisas supostamente sérias que parecem piadas de tão nonsense.
O filme não poupa ninguém e seu humor escrachado e politicamente incorreto ofende pelo menos 90% do público, se não mais!
Vale lembrar que BRÜNO é anterior à cultura do cancelamento e hoje seria impossível de ser feito, o que é uma pena.
É um filme ruim como um todo, não tem originalidade, as piadas não funcionam e o humor não chega nem a ser obscuro e nem comum, apenas não é engraçado (tratando-se de um filme do gênero de comédia, é o mínimo que deveria entregar, não é mesmo?). A fotografia dos filmes do Sacha não costumam ter um apelo muito visual, logo, não foge do habitual, porém nesse filme o método simplesmente não funcionou. Uma pena.
Iniciar uma análise sobre “Brüno” é tão complexo quanto o filme. O longa-metragem de 2009 dirigido por Larry Charles foi escrito por quatro roteiristas, sendo um deles a estrela da obra e um nome que sempre nos chama atenção nos projetos que está envolvido, estamos falando de Sasha Baron Cohen.
Como premissa, acompanhamos a trajetória de Bruno, um austríaco, hiperativo e homossexual que possui de forma visível certos distúrbios de egocentrismo, ele busca se tornar a maior estrela do mundo através do lançamento de um programa de entrevistas com famosos, nesse decorrer se envolve em situações problemáticas que carregam toneladas de camadas narrativas e críticas.
Normalmente quando buscamos assistir filmes de comédia, nossa cabeça vai atrás de uma válvula de escape para nos divertirmos, porém, em “Brüno” nos chama muita atenção quando ele busca não se limitar à apenas risadas e traz de forma ácida uma diversidade de debates sobre tópicos extremamente fortes e pesados.
Diferente de outras obras do mesmo gênero que trazem os personagens gays como uma caricatura criada pela indústria apenas em tom humorístico, aqui ela é fundamental para que às críticas que o filme se propõe a fazer funcionem e não se limitem apenas ao superficial.
Inicialmente a sensação é que vemos observar um tema que já foi abordado em outros milhares de filmes que é a sede pela fama, e o quão triste são às vidas de milhares de pessoas que se submetem ao mesmo que o personagem, mas isso é apenas um gatilho para todos os assuntos são buscados trazer, como, por exemplo: A homofobia no mundo dos famosos, às celebridades que adotam crianças africanas por pura publicidade, a luta dos homossexuais para serem aceitos nas grandes mídias, enfim, sobram socos no estômago para todos os lados.
Os ataques aos religiosos também não passam batido, uma cena extremamente impactante é a que o personagem entrevista israelitas e palestinos, ambos abominam a homossexualidade, porém o ódio entre as doutrinas é tão grande, que eles preferem ficar ao lado de algo que são totalmente contra do que olhar no olho do outro.
Além de carregar tudo citado acima, sentimos que existe uma crítica em especial, que é nos apresentar a visão de um estrangeiro chegando à sociedade americana, um lugar que temos conhecimento do quão tóxico, problemático e preconceituoso ele é, mas que se vende como a maior maravilha do planeta para o resto do mundo.
A princípio tecnicamente o filme não aparenta encher os olhos, porém ao ser analisado profundamente percebe-se que ele carrega alguns pontos interessantes, o estilo de como a câmera se porta com o forte uso do zoom in e zoom out relembra alguns programas de televisão americanos e isso casa bem com a estética de falso documentário proposta pelo diretor. Essa combinação também funciona bem com toda a mise en scène da obra.
É compreensível também entender que Brüno abre alas para ser odiado, assim como às outras obras da dupla Larry Charles e Sasha Baron Cohen. As piadas são extremamente pesadas e sem nenhum filtro ou limite, e podem soar ofensivas a ponto de atingir muitos públicos de forma negativa, porém acreditamos que nada que está colocado em tela foi posto apenas para chocar gratuitamente, pois a quantidade de camadas da obra é gigantesca e geram muitos debates que não são possíveis ser resumidos de forma fácil.
Por fim, temos aqui uma obra polêmica, interessante, conflituosa e que vai para a lista dos filmes que ou você vai amar, ou queimará o DVD de ódio.
Crítica produzida por Jonathan Freitas de Alcantara & Alex Alves Brito.
O humor não tem tipo no cinema.Em "Bruno",temos a atuação desinibida de Sacha Baron Cohen.Depois de estrelar Borat e Ali G ,não nos surpreendemos com tal decisão do ator.O personagem da trama,não é nem um pouco engraçado,e abusa das cenas que causam vergonha alheia.Talvez seja mera coincidência lembranças de Ben Stiller em Zoolander,ou até mesmo,Adam Sandler em Zohan.
Engraçadíssimo! Quem gosta de filmes com mensagens moralistas irá odiar "Bruno". Porém esse é um filme para se dar muitas gargalhadas se vc for uma pessoa sem preconceitos.
Esse filme para ser péssimo tem que melhorar muito. E o pior filme que já assisti, ou melhor, tentei assistir, pois antes da metade larguei. É ridículo, não agrega em nada.
Humor negro total... mas muito bom e divertido. Eu acredito que existem pessoas muito , mas nuito parecidas com o protagonista e Sacha Baron Cohen é genial!
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