Filme nacional épico, com conteúdo histórico sobre poesia de cordel e outras estórias. Ariano Suassuna exibe todo valor da literatura nacional valorizando a poesia nacional
"O Auto da Compadecida" é um filme que encanta pela sua mistura única de comédia, drama e sátira social. Com diálogos inteligentes e personagens memoráveis, ele cativa o público de todas as idades. Sua narrativa atemporal e sua mensagem de esperança o tornam uma obra-prima do cinema brasileiro, deixando uma marca indelével na infância de muitos espectadores.
Caracterizada pela marcante presença do humor, a conhecida história ganhou um público ainda mais amplo em 1999, quando foi adaptada para a televisão (uma minissérie da TV Globo) e, no ano a seguir, virou longa metragem. Em termos de crítica, o filme fez sucesso no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro do ano de 2001. O Auto da Compadecida levou para casa os seguintes prêmios:Melhor Diretor (Guel Arraes) Melhor Ator (Matheus Nachtergaele) Melhor Roteiro (Adriana Falcão, João Falcão e Guel Arraes) Melhor Lançamento. A linguagem quase brincalhona, marcada pela espontaneidade, é uma das características da prosa do escritor que agrega graça à peça. Outro aspecto que colabora para o quesito é a construção dos personagens, que são muitas vezes caricaturais, trazendo ainda mais comicidade à trama.
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