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Igor C.
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430 críticas
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2,0
Enviada em 19 de janeiro de 2026
O filme segue a mesma linha do primeiro, porém aposta em um nível maior de gore e em cenas mais intensas. Apesar disso, o roteiro se perde em alguns momentos, o que acaba comprometendo um pouco a coesão da narrativa.
Achei péssimo. O primeiro filme é infinitamente superior, com uma história muito mais coesa e bem elaborada. Neste segundo, diversos furos de roteiro comprometem a narrativa. Há cenas totalmente forçadas, com situações que simplesmente não fazem sentido.
Spoilerspoiler: : Uma base isolada por um rio e cercada por um exército é atravessada por duas crianças de maneira inacreditável. Para piorar, um soldado as vê, mas não toma nenhuma ação imediata. Em seguida, trazem um infectado, e o pai das crianças consegue furar todos os acessos despercebido, iniciando o caos novamente em uma base totalmente cercada por soldados.spoiler:
O filme tinha potencial para ser apenas mediano, mas acabou se tornando fraco, oferecendo mais do mesmo, sem inovação ou consistência narrativa.
eu adoro filmes relacionados a apocalipses zumbis. o extermínio 2 acho legal até, uma história comovente,atores ótimos e é claro zumbis bem representado, mas a parte chata e da burrice do primeiro sobrevivente que foi mordido na base pela sua esposa e dos soldados que já sabem como funciona o vírus,os infectados e que atirar na cabeça é o que extermina eles. mais acabam morrendo e tbm n deixaram pelo menos um guarda olhando a mulher e a causa de tudo aqui foi das crianças burras e incompetentes que inventaram de ir a sua antiga casa
Crítica: Extermínio 2 — quando o caos perde a graça
Extermínio 2 tenta dar continuidade ao terror angustiante do primeiro filme, mas acaba se perdendo no próprio apocalipse. O roteiro corre mais que os infectados (literalmente), e os personagens… bom, você torce mais pelos zumbis do que por eles.
As cenas de ação parecem jogadas só pra impressionar, mas sem a tensão emocional que fazia o primeiro filme tão marcante. É como se faltasse alma no meio da carnificina. Até o drama familiar soa forçado, e as decisões dos personagens beiram o absurdo.
Visualmente, o filme até tenta manter uma estética suja e caótica, mas fica repetitivo rápido. E aquele final? Apressado e previsível.
Se o primeiro foi inovador, o segundo é só um eco barulhento — e um pouco chato — da mesma fórmula
Aqui já com a mudança na direção e um elenco recheado de estrelas, temos um filme com pegada diferente, mas com boas cenas de terror e drama e boas interpretações.
Extermínio 2 é lançado 5 anos após o primeiro filme. Dessa vez houve troca de direção que ficou com Juan Carlos Fresnadillo que também participou do roteiro ao lado de Rowan Joffe, Jesús Olmo e Enrique López. O filme foi produzido com parceria entre Reino Unido e Espanha. Após 6 meses do vírus ter destruído praticamente toda a Inglaterra, o exército americano tomou conta do país e declara livre do perigo e começa a reconstruir o país. Assim, acompanhamos Andy (Mackintosh Muggleton) e Tammy (Imogen Poots) que são irmãos e retornam para Londres na casa de seu pai, Don (Robert Carlyle). O que não esperavam é que de uma forma não controlada o vírus acaba se espalhando novamente em toda a cidade e agora todos estão ameaçados. O início do filme tem uma cena de ação potente, não apenas no início, mas a maioria das cenas de ação são realmente muito boas. Em termos narrativos surgem alguns dilemas morais também no primeiro ato do filme que são interessantes. A sequência honra o terror do primeiro filme e coloca personagens secundários com algum dilema e pressão externa, como o Sargento Doyle (Jeremy Renner) e Doutora Scarlet (Rose Byrne). O filme novamente toca de leve na critica do primeiro filme em que não temos controle sobre as infecções que foram projetadas para algum fim e potencializa isso a dilemas morais da natureza humana de sobrevivência. Além de olharmos com certo ceticismo a proteção que o Estado nos oferece. O ponto ruim do filme são as decisões idiotas por vezes criadas pelos irmãos e que acabam custando a vida de alguns personagens secundários importantes para a trama.
Extermínio 2 é uma continuação intensa, brutal e visualmente eficaz. Pode não ter a mesma sutileza e originalidade do primeiro filme, mas compensa com cenas poderosas e uma crítica sombria sobre o fracasso humano em controlar suas próprias criações.
Filme muito bom apesar de alguns cliches e burrice por conta de alguns personagens, um dos melhores do gênero, o visual cinematográfico escuro traz um ar mais sombrio a os acontecimentos, cenas de ações que te prendem e te fazem sentir a tensão do que tá rolando, super indicado pra quem gosta de filmes desse gênero. spoiler:
A cena em que começa a correria e a infestação começa a sair do controle e a melhor cena de muitos filmes do gênero, você sente a tensão e o medo dos personagens na pele, a cena de cima do prédio e os infestados atacando e o ponto alto do filme.
Começar com a crítica aplaudindo a cena inicial, ela é brutal, ela é rápida, mostra como é desesperador enfrentar um apocalipse de zumbi que eles vem e tomam com muita velocidade qualquer abrigo, menção honrosa também na cena que a esposa dele já infectada mas ainda humana beija o Dom e que ele vira um zumbi na hora admito que fui enganado pelo filme que pareceu sugerir que ela seria imune aos zumbis até que controlasse a manada, mas não, ela é brutalmente torturada e destruída pelo seu marido agora zumbi, gostei de ser enganado por isso. Mas acho que os elogios terminam aqui porque o filme não me agradou e vou relatar o porquê. Primeiro de tudo que quando o Dom zumbi sai da sala com sua esposa ele vai eliminando com enorme facilidade um bloqueio militar que foi altamente treinado para vigiar e dar segurança foi muito fácil derrubar todos que primeiro ele tivesse atacado enfermeiros e pessoas doentes no hospital mas não ele foi sozinho enfrentar soldados armados, outra coisa que incomodou foi que durante a emergência toda população civil seria trancafiada no porão para que não pudessem ser infectados e então guardas tomariam conta da segurança externa, mas literalmente esse porão tinha uma porta traseira que é facilmente aberta pois ninguém trancou ou fez segurança afinal no filme não se ouve disparos nem nenhum tipo de combate, ai já viu né todo mundo é morto (Isso aqui pra mim é bizarro até porque tem todo um aparato militar com inteligência monitoramento e segurança e mesmo assim com enorme facilidade um zumbi entra pela porta dos fundos). Em seguida vem o ataque com bombas pra destruir e aniquilar tudo que estivesse vivo ou morto dentro da cidade segura, uma atitude drástica para um problema que tinha acabado de começar, não tentaram combater, não usaram nenhuma medida de contenção, só surgiu zumbis ah que se lasque joga bomba e mata todo mundo, achei bem drástico isso poderia ser amarrado mais para o final talvez ou nem utilizado mas seguimos a análise. Uma coisa positiva também foi a audácia em um momento do filme torna-lo mais trágico e triste ainda matando seus protagonistas o soldado e a Major Scarlet o que destrói nossas expectativas de um final feliz com todos escapando, restando apenas as duas crianças, esse final trágico achei muito bom preferia que no primeiro filme também tivesse usado o final alternativo onde o Cillian morria e ficava só as duas mulheres pra sobreviver, aqui o final ruim é o canônico o que achei muito bom e ainda dá abertura que a França agora foi atacada pelos undeads. Diante de tanta ilógica do filme já citados no texto minha nota foi bem baixa mas vale a pena ser visto afinal uma terceira parte do mundo 28 later está sendo desenvolvido.
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