Durval Discos
Média
3,7
58 notas

10 Críticas do usuário

5
2 críticas
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Rogerio_ruts
Rogerio_ruts

13 seguidores 57 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Uma das obras mais brilhantes e criativas do cinema nacional.
O filme consegue mudar o ritmo da comédia ao drama ao suspense com perfeição.
"Um filme que me deixou tenso"
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Durval (Ary França) é proprietário de um loja de discos de vinil no bairro de Pinheiros em São Paulo. Mora no local de trabalho com a sua mãe, dona Carmita (a excelente Etty Fraser). Durval tem o aspecto de roqueiro dos anos 70. Ele recusa a aceitar a tecnologia moderna. Comerciar cds, então, seria uma blasfêmia. Sua loja vive às moscas. Vez por outra aparece algum freguês de trejeitos bizarros, como a personagem interpretada por Rita Lee e o fanático por reggae, Fat Marley (André Abujamra). Dona Carmita claramente ressente-se do fato de Durval não lhe ter dado um neto. Essa lacuna é preenchida quando a empregada contratada por Durval, Célia (Letícia Sabatella), pelo salário de R$ 100,00, traz às escondidas uma menina, Kiki, para o interior da casa do nosso protagonista. Nessa altura, a trama toma um rumo radicalmente diferente. As virtudes do filme da diretora que também foi moradora do bairro de Pinheiros, Anna Muylaert, são a abertura (feita numa tomada única e com a câmera na mão), o tema principal, no qual um indivíduo tem dificuldades de se desvencilhar do passado e de assimilar o novo e a utilização de uma trilha sonora composta de clássicos da MPB da década de 70 (Novos Baianos, Luiz Melodia, Jorge Ben e do maior de todos, Tim Maia), além da música de abertura, Mestre Jonas, dos Mulheres Negras. Tivesse Anna Muylaert se limitado a fazer um perfil das "figuras" que costumam pulular por ambientes como o de "Durval discos", acertaria na mosca em cheio. Teria feito uma comédia de costumes originalíssima. Como a opção de Muylaert foi mostrar os desvarios de dona Carmita, a diretora deu um tiro no próprio pé, fazendo um clichê do clichê do clichê, como diria o poeta.
Cláudio
Cláudio

14 seguidores 17 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Foi o melhor filme de 2003!!! nao posso acreditar que teve tantas criticas negativas! o roteiro é bom, atuaçoes nem se fala, a melhor trilha sonora,tudo isso gracás a uma extraordinaria direçao. o filme passa exatamente( pra quem realmente entende de cinema) o que a diretora pretendia, em cenas surreais, com o humor negro( ja dito antes) afiadissimo. pra quem nao gostou reassista o filme com o coraçao mais aberto e a mente sã e altamente critica se for possivel!
Diego
Diego

7 seguidores 50 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
É um filme muito interessante, é um longa diferente do que estamos acostumados a ver, tem uma tensão no fim que deixa o espectador ansioso para saber o fim e não tem nudez, sexo e palavrões (que é o motivo pelo qual muitas pessoas não assistem filmes brasileiros)."
Rodolfo
Rodolfo

5 seguidores 19 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme é maravilhoso, fui ao cinema achando que era apenas uma comédia engraçadinha com oa trilha musical. Mas isso era apenas o lado A. O filme mostra ser muito mais profundo, nem tão engraçado, mas mesmo mudando totalmente de rumo, e talvez isso até contribui, prende mais a atenção ainda. Sem dúvida nenhuma um ótimo filme, desde a abertura, muito bem feita, até o desfecho repentino. O lado B das coisas muitas vezes assusta, mas como tudo na vida tem dois lados, e o completo é o que faz a vida ser aproveitada, esse filme é nota 10. A propósito, nos momentos de comédia o filme agrada, e a trilha sonora é impecável."
Nelson d.
Nelson d.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2013
A trama foi muito boa mas, faltou um desfecho para o suspense que se formou já no final do filme. A mãe do Durval era louca ou enlouqueceu durante? Como se resolveu o crime de morte de Elizabeth? Como foi o reencontro de Kiki com sua mãe? O cavalo (Cigano) foi 'adotado?
Fabiovr
Fabiovr

8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de janeiro de 2025
Ahhh... quanto afeto por um filme, e por várias e diferentes abas muito particulares.
Aquilo que nos diverte pode em minutos nos por a pensar. Durval existe mesmo! Não tenho nenhuma dúvida de que ele vive e se parece com o Ary França.
A São Paulo da música que insiste sonhadora a época com as vantagens do vinil, apresenta os lados A e B também em personagens ótimos e bem pensados. Vou parar por aqui, caso contrário a quinta estrela será concedida e pintada. Quero rever esse presente de Anna Muylaert.
Filipe Oliver
Filipe Oliver

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de março de 2024
Cara, esse filme é ótimo não tem nem o que dizer. Ele dá uma aula de atuação, roteiro e direção.
As metáforas que ele posue é o que mais me atraí! Se quiserem ver todas elas vejam o vídeo do canal Uma ideia da cabeça.
Eu só não dó 5 estrelas pois acho que deveria ficar mais explícito sobre a questão do apego materno entre Durval e sua mãe.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 860 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de abril de 2026
Durval discos é um filme nacional de comédia que contou com a direção e roteiro de Anna Muylaert. Na trama, acompanhamos Durval (Ary França), que possui uma loja de discos e mora com a sua mãe Carmita (Etty Fraser). Devido ao cansaço da sua mãe, Durval resolve contratar uma doméstica para o lar. Com isso, Célia (Letícia Sabatella) aceita o cargo, mesmo ganhando pouco. Porém, em poucos dias, Célia abandona a sua filha pequena na casa de Durval. Anna iniciou sua carreira de diretora em alto nível com um filme repleto de camadas. Anna mostra seu apego aos detalhes ,pois não quer mostrar apenas a história, mas se preocupa pela forma em que ela é contada. Logo é mostrando placas , lojas e detalhes interessante na rua em que a loja de discos de Durval está ( e isso hoje bate uma senhora nostalgia). Essa sensação continua com o telespectador diante do filme inteiro sem que a direcao precise recorrer a cenas fora da loja ( o filme passe quase todo dentro da loja). A narrativa se apresenta com um humor descontraído, ao mesmo tempo com uma pitada de drama diante da situacao em que Durval é um homem que foi superado pelo tempo. Ainda preferindo apenas vender Lp do que inovar com os CDs. Mais do que isso, Durval prefere as comidas antigas feita pela sua mãe (que nao se lembra como faz). Durval é um homem que prefere o conforto, por isso não procura contrariar a mae e muito menos sair de , a narrativa muda drasticamente de foco, antes mesmo de um esgotamento. O segundo ato temos a intensificação do drama com uma passagem para o suspense no terceiro ato. Claro que o humor ainda existe, mas se torna ácido demais, quase imperceptível. Não é um humor para rir, mas que percebemos o quanto aquilo é exagerado e beira a loucura. É preciso entender mesmo assim, existe um super coesão no texto. A câmera junto com os espaços pequenos da casa é um convinte a estar dentro do filme. A direção capricha na falta de espaço, nem que para isso use um cavalo em cena ( isso acontece de forma gradativa).Visualmente, o filme é riquíssimo; as capas dos LPs é um convite agradável. A trilha é um absurdo de bom: tim Maia, Gilberto Gil etc. Ainda temos a rápida, mas marcante participacao de Rita Lee. No mais, é um filme hoje que merece ser assistido e Anna ganha o seu primeiro reconhecido já em seu primeiro trabalho. Grande filme que nao tem medo de muda o seu lado ( lado A e B , assim como nos discos) de uma hora para outra.
contato kintal
contato kintal

12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de março de 2026
obra primaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
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