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Estamos em 1927 e o filme retrata toda a ingenuidade e costumes da época. Com uma história simples, porém muito bem contata, com ótimas fotografias, expressões faciais e suspense, Aurora merece destaque e deve ser visto pelos amantes do cinema mudo. Achei Asas (vencedor do Oscar do mesmo ano) mais interessante, mas não deixa de ser um clássico e belíssimo. As cenas no parque de diversão e a perseguição ao porquinho fujão são ótimas e muito engraçadas.
Com uma boa direção e atuações convincentes, principalmente da belíssima Janet Gaynor, no papel da esposa apaixonada e ameaçada, mas que perdoa o marido arrependido. Sem dúvida Aurora merece estar na lista dos grandes clássicos do cinema.
Com uma boa direção e atuações convincentes, principalmente da belíssima Janet Gaynor, no papel da esposa apaixonada e ameaçada, mas que perdoa o marido arrependido. Sem dúvida Aurora merece estar na lista dos grandes clássicos do cinema.
Belíssimo, um dos melhores filmes já feitos. Desde a bela fotografia até a fascinante história, Aurora é um marco no cinema mundial. Um filme para quem aprecia o cinema e tudo o que o envolve!
Sim um clássico do cinema mudo, aliás tão mudo que existem poucas frases durante o filme, o tornando quase 100% visual, e dai contar toda uma história somente com pantomima requer muito talento. E talento F.W. Murnau já tinha mostrado no mais famoso de seus filmes Nosferatu (1922), e dai temos muitas cenas com seu traço artístico de fotografia alemã. Bom o enredo é interessante, mas não supera outros filmes do mesmo ano e que inclusive Janet Gaynor atuou e concorreu na cerimônia do primeiro Oscar, confesso que prefiro ela em O anjo das ruas, mas seu talento aqui não ficou tão aquém, e nem sua beleza. Existem ótimas tomadas durante o filme, e o torna bem artístico e dramático, inclusive com o tempo certo para cada evolução emotiva. Vale a pena para quem curte cinema antigo.
Mãe de família (Gaynor) fica profundamenta abalada com o comportamente irresponsável do marido (O’Brien), que gasta todo o dinheiro com uma amante da cidade (Livingston), que lhe incute idéias de abandonar a vila onde mora após assassinar a esposa.
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