Jonas (Guilherme Weber) é o repórter do tempo de uma grande rede de TV, que mora em São Paulo mas está rumo à sua cidade-natal, localizada no interior do nordeste. O motivo é a morte de seu pai (Paulo César Pereio), com quem teve pouquíssimo contato e que foi assassinado inesperadamente. Jonas enfrenta problemas para chegar à cidade, até que recebe carona de Soledad (Giulia Gam), uma videomaker que está fazendo um documentário sobre a água no sertão. Ao chegar ele encontra uma parte da família a qual não conhecia até então, que lhe cobra que se vingue da morte do pai.
2:08
Temos aqui um filme nacional com uma identidade muito forte. E isso se deve muito à fotografia, que é um espetáculo. As cores quentes e a iluminação nos passa a sensação árida do sertão nordestino e os excelente enquadramentos tornam as paisagens dignas de aplauso. A direção acerta nas mise en scene, porém falha na hora de relatar os fatos e torna o roteiro um tanto confuso. As subtramas também parecem não contribuir muito ao filme, ...
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Não acho que a maconha e os palavões devem ser ditos vergonhosos, outra o filme é apenas uma extensão da alma do cineastra se ele viesse a se encaixar em uma "taxativa" de Pais perfeito. Em fim, usa quem quer, fala que tem boca, e vê o filme quem tem vontade.
Um dos melhores filmes brasileiros que já vi.
Um filme diferente que foge da realidade de filmes globais que são ridículos. um filme muito psicológico que por isso é realmente muito confuso, porem é justamente essa confusão psicológica do personagem principal que deixa o filme excelente. Precisa-se de ter um bom raciocínio para conseguir entender o filme, caso contrario, falarão que o filme é uma bosta, como em outros comentários de ...
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Comecei pela sequência, "Acqua Movie", esse é mais movimentada, com várias histórias entrelaçadas, muito gostoso o retrato do interior do nordeste desbravado por 4 jovens paulistas, o contraste dos sotaques e cultural… Melhor cena: Selton Mello ensinou a bolar o baseado, destaque para as falas em defesa as terras indígenas roubadas e devassadas… As pitadas de humor e a fotografia e locações áridas contratam e encantam, drogas, ...
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Vários
- Este é o 2º filme do diretor Lírio Ferreira. O anterior foi Baile Perfumado (1997);- O roteiro de Árido Movie passou por 6 tratamentos diferentes até chegar à sua versão final;- Exibido na mostra Première Brasil, fora de competição, no Festival do Rio 2005.
Prêmios
GRANDE PRÊMIO CINEMA BRASILIndicaçõesMelhor FilmeMelhor Diretor - Lírio FerreiraMelhor Ator - José DumontMelhor Ator Coadjuvante - Selton MelloMelhor Ator Coadjuvante - Aramis TrindadeMelhor Atriz Coadjuvante - Mariana LimaMelhor Roteiro OriginalMelhor FigurinoMelhor Trilha SonoraMelhor Direção de ArteMelhor FotografiaMelhor SomCINE PE - FESTIVAL DE PERNAMBUCOGanhouMelhor FilmeMelhor Diretor - Lírio FerreiraMelhor Ator Coadjuvante - Selton MelloM
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Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
-
Ano de produção
2005
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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