O vendedor de discos Noam (Ohad Knoller), o gerente de um café Yelli (Alon Friedman) e a vendedora de cosméticos Lulu (Daniela Virtzer) dividem um apartamento em um bairro descolado de Tel Aviv. O local é o símbolo da "bolha", apelido dado à cidade. O trio leva uma vida comum, sem se preocupar com os conflitos políticos que agitam o país, até Noam se apaixonar por Ashraf (Yousef "Joe" Sweid), um palestino que conheceu após um acidente no posto de controle de Naplouse.
Trata-se de um filme simplesmente que mexe com as emoções de maneira bem especial. Há quem o rotule de filme gay, ou de mais um drama sobre a intolerância sexual, política e religiosa. Mas o que acontece com esse filme é que foge dos rótulos. É um filme excelente. Se eu tivesse que rotulá-lo eu o colocaria nessa categoria. Emociona e faz pensar.
desperta o olhar sensível e a reflexão acerca do conflito entre os povos judeus e palestinos num entrelaçamento com a questão do homossexualismo, enfim um emaranhado crítico e poético que apenas pede mais amor e tolerância no mundo
Assisti por acaso e tive uma adorável surpresa... abordagens sempre contemporâneas e polêmicas. Lindo!
Esperava mais um filme clichê, e fiquei surpreso. O filme aborda temas polêmicos como guerra e a homossexualidade de forma tão leve e poética que a reflexão que se tem é imediata. O filme mostra que mesmo num contexto controverso é possível a convivência e o amor. Ótimo filme.
Vários
- O orçamento de Bubble foi de US$ 1,5 milhão.
Nacionalidades
França,
Israel
Distribuidor
-
Ano de produção
2006
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Árabe, Inglês, Hebraico
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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