Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América
Média
3,5
1123 notas

49 Críticas do usuário

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17 críticas
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Victor Stifler
Victor Stifler

18 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de março de 2013
Excelente e mto engraçado.. achei uma verdadeira crítica à hipocrisia norte americana, mas mta gente nao entendeu o filme, taxando-o de escatológico, homofóbico, racista, anti-semita, etc.. Na verdade, o filme eh para mostrar a reação americana à estes temas.
Thiago
Thiago

10 seguidores 62 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filme totalmente de mau-gosto, de humor negro e racista. Garanto que se este filme trata-se de um jornalista brasileiro, muitos dos que hoje elogiam iriam ficar indignados, como os habiotantes do Cazaquistão devem estar.
Vitor
Vitor

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Nunca em minha vida ri tanto com um filme. É realmente o unico filme que consegue fazer rir com a mesma intensidade do inicio ao fim. Ao ponto de voce considerar sair da sala devido a dor na barriga e nos musculos da face. Quem nao gostou, realmente pode se matar porque nao tem senso de humor nenhum. Nota MIL pra esse filme.
leonardo
leonardo

10 seguidores 69 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Sinceramente, se o filme tenta passar uma crítica a sociedade americana, faz justamente o contrário, ridiculariza a cultura de um país (Cazaquistão) com um humor sarcástico, grosseiro, e mentiroso. Traz a cultura americana como a solução de um desenvolvimento cultural e social do Cazaquistão, objetivo da viagem do repórter.
Jorge
Jorge

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Excelente, genial, humor apuradíssimo, o ponto mais interessante é quando ele se encontra com o grupo de estudantes e no final do filme ele classifica aquela experiência como uma das piores na viagem, genial e fulminante.
Roberto
Roberto

5 seguidores 39 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Adorei!! A melhor comédia já vista por minha pessoa. Para quem não tem preconceitos, gosta de humor negro e acha que a vida é uma piada, eis o filme certo. Repetindo, isso se você não tem preconceitos..abrace essa.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O humor que "BORAT" exala há muito tempo não se via em comédias. Talvez desde o último filme do grupo Monty Python ou mesmo do jornal Planeta Diário, da turma do atual Casseta & Planeta. Por vezes grosseiro, escatológico, mas inebriante, ah, isso sem dúvida alguma. Borat (Sacha Baron Cohen) é um repórter do Cazaquistão que no início do filme nos mostra o seu vilarejo (de uma pobreza invejável), sua família (e sua irmã, que, segundo ele, é a quarta prostituta de todo o Cazaquistão e seus hobbies (pingue-pongue, se bronzear com um maiô digno de uma São Paulo Fashion Week e espiar a mulherada no banheiro). O governo do Cazaquistão decide enviá-lo para os Estados Unidos para que ele possa trazer material que norteie o crescimento econômico e cultural da ex-república da URSS. Ao chegar a Nova Iorque tendo como trilha sonora "Everybody's talkin'", de Harry Nilson, do filme "PERDIDOS NA NOITE", aquele com Jon Voight e Dustin Hoffman. Ao invés de termos um cowboy chegando na megalópole, temos, isto sim, um repórter do Cazaquistão, cuja obsessão sexual é casar com a atriz Pamela Anderson, da série BAYWATCH. A viagem de BORAT através do continente americano é engracadissima. Ele se depara - e tira um sarro pesado - de judeus (o proprio Sara Baron Cohen e judeu), de gente de extrema direita do Texas que aprecia rodeios, de gente da televisao, do pessoas da Casa Branca, etc. Acho que todos sao afetados pelo "furacão" BORAT, a começar pelo presidente George W. Bush. A metralhadora humorística utiliza todos os meios para atingir os seus fins; ora mais rústicos, ora mais sofisticados. O ator Sara Baron Cohen mostrou ter "cojones" para enfrentar as conseqüências que o seu humor deixaria sobre os judeus, os fundamentalistas, enfim, sobre uma America atrasada que a maioria do mundo ignora a existência. Até o governo do Cazaquistão quis processá-lo. Porém, após perceber que o ataque do filme era sobre o imperialismo burro dos EUA, o governo retrocedeu na suas sanções e até quis homenagear o ator. O humor politicamente incorreto agradece. Numa época em que não se pode falar nada de mau de nenhuma instituição, todos ficam melindrados por qualquer crítica, Sara Baron Cohen ousou desafiar a tudo e a todos. Ah, e não percam a participação dele no filme "RICKY BOBBY: À TODA VELOCIDADE" (disponível nos importadores da nossa região), em que ele interpreta um piloto francês homossexual. Arrasador.
Daniel
Daniel

19 seguidores 95 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
A idéia do filme é boa, mas não gostei dele. Haviam me falado MUITO bem deste filme. Não sei se por isso, achei-o muito fraco. Possui raros momentos engraçados, que apenas compensam algumas outras cenas embaraçantes e grosseiras. Mas não deixa de ser irreverente.
Marcio
Marcio

8 seguidores 46 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2012
Eu pensava que o pior filme que eu já tinha assistido era "Skeleton Man".Mas esse ganhou.Fraco, piadas sem graça, história sem nexo, e nada interessante... além disso consegue ser preconceituoso e sujo.
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