Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América: Críticas - Página 2
Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América
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Josmar D.
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5,0
Enviada em 5 de maio de 2014
muito engraçado esse filme . meu filho adolescente não enjoa de ve-lo , volta e meia trás colegas da escola pra assisti-lo em casa e dão muitas risadas . não o acho tão apelativo a ponto de proibir meu filho de assisti-lo pois o conheço muito bem pra saber que esse filme não vai prejudica-lo em nada . eu também já ri demais ao assistir esse filme . nota 10
Filme medíocre, com piadas rasas, apelativas e de mau gosto! Trama vulgar com piadinhas que poderiam ter alguma graça há 50 anos atrás mas que agora não convencem quase ninguém. Basta uma análise mínima sobre o enredo para odiar este filme!
Eu pensava que o pior filme que eu já tinha assistido era "Skeleton Man".Mas esse ganhou.Fraco, piadas sem graça, história sem nexo, e nada interessante... além disso consegue ser preconceituoso e sujo.
Filme maluco. Uma comédia diferente, difícil de explicar. Nada convencional, talvez isso seja o de melhor nesse filme - ver algo que beira o estranho. Por ser bem diferente, só vendo para tirarem suas conclusões.
O humor que "BORAT" exala há muito tempo não se via em comédias. Talvez desde o último filme do grupo Monty Python ou mesmo do jornal Planeta Diário, da turma do atual Casseta & Planeta. Por vezes grosseiro, escatológico, mas inebriante, ah, isso sem dúvida alguma. Borat (Sacha Baron Cohen) é um repórter do Cazaquistão que no início do filme nos mostra o seu vilarejo (de uma pobreza invejável), sua família (e sua irmã, que, segundo ele, é a quarta prostituta de todo o Cazaquistão e seus hobbies (pingue-pongue, se bronzear com um maiô digno de uma São Paulo Fashion Week e espiar a mulherada no banheiro). O governo do Cazaquistão decide enviá-lo para os Estados Unidos para que ele possa trazer material que norteie o crescimento econômico e cultural da ex-república da URSS. Ao chegar a Nova Iorque tendo como trilha sonora "Everybody's talkin'", de Harry Nilson, do filme "PERDIDOS NA NOITE", aquele com Jon Voight e Dustin Hoffman. Ao invés de termos um cowboy chegando na megalópole, temos, isto sim, um repórter do Cazaquistão, cuja obsessão sexual é casar com a atriz Pamela Anderson, da série BAYWATCH. A viagem de BORAT através do continente americano é engracadissima. Ele se depara - e tira um sarro pesado - de judeus (o proprio Sara Baron Cohen e judeu), de gente de extrema direita do Texas que aprecia rodeios, de gente da televisao, do pessoas da Casa Branca, etc. Acho que todos sao afetados pelo "furacão" BORAT, a começar pelo presidente George W. Bush. A metralhadora humorística utiliza todos os meios para atingir os seus fins; ora mais rústicos, ora mais sofisticados. O ator Sara Baron Cohen mostrou ter "cojones" para enfrentar as conseqüências que o seu humor deixaria sobre os judeus, os fundamentalistas, enfim, sobre uma America atrasada que a maioria do mundo ignora a existência. Até o governo do Cazaquistão quis processá-lo. Porém, após perceber que o ataque do filme era sobre o imperialismo burro dos EUA, o governo retrocedeu na suas sanções e até quis homenagear o ator. O humor politicamente incorreto agradece. Numa época em que não se pode falar nada de mau de nenhuma instituição, todos ficam melindrados por qualquer crítica, Sara Baron Cohen ousou desafiar a tudo e a todos. Ah, e não percam a participação dele no filme "RICKY BOBBY: À TODA VELOCIDADE" (disponível nos importadores da nossa região), em que ele interpreta um piloto francês homossexual. Arrasador.
Pura insanidade! Não dava nada por ele e loquei com certa aflição, mas ele me surpreendeu. Com humor ácido americano e com muito deboche em relação ao povo do Afeganistão, ele chama a atenção pela coragem e pela insanidade do roteiro. Mereceu o prêmio de Melhor filme cômico do ano. 8,7
Sinceramente, se o filme tenta passar uma crítica a sociedade americana, faz justamente o contrário, ridiculariza a cultura de um país (Cazaquistão) com um humor sarcástico, grosseiro, e mentiroso. Traz a cultura americana como a solução de um desenvolvimento cultural e social do Cazaquistão, objetivo da viagem do repórter.
Sinceramente esperava bem mais desse filme. Na época de seu lançamento foi muito comentado e fiquei extremamente curioso para ver o revolucionário, anarquista e genial Sasha Baron Cohen em cena, mas o que vi em Borat foi uma sucessão de piadas sem graça, um roteiro ridículo feito com o simples intuito de ridicularizar as pessoas e exibir situações vexatórias na tentativa de expor o preconceito na sociedade. O filme só conseguiu denegrir a imagem do povo do Cazaquistão tratando-os como retardados e acéfalos. Infelizmente a ideia é até boa mas muito mal executada.
O filme não exalta preconceito algum! Apenas deixam claras as diferenças culturais que podem existir entre as comunidades. Em todas as culturas existem conceitos e preconceitos, e julga-las seria uma forma errada de tentar compreende-las. Borat é sublime pois não julga, mostra. Quem faz o julgamento por ele, pelo jeito, é quem senta na cadeira do cinema.
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