Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América
Média
3,5
1125 notas

49 Críticas do usuário

5
17 críticas
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Josmar D.
Josmar D.

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5,0
Enviada em 5 de maio de 2014
muito engraçado esse filme . meu filho adolescente não enjoa de ve-lo , volta e meia trás colegas da escola pra assisti-lo em casa e dão muitas risadas . não o acho tão apelativo a ponto de proibir meu filho de assisti-lo pois o conheço muito bem pra saber que esse filme não vai prejudica-lo em nada . eu também já ri demais ao assistir esse filme . nota 10
Marcus Cezar Meyer Sukevicius
Marcus Cezar Meyer Sukevicius

40 seguidores 155 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de outubro de 2020
Filme medíocre, com piadas rasas, apelativas e de mau gosto! Trama vulgar com piadinhas que poderiam ter alguma graça há 50 anos atrás mas que agora não convencem quase ninguém. Basta uma análise mínima sobre o enredo para odiar este filme!
Marcio
Marcio

8 seguidores 46 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2012
Eu pensava que o pior filme que eu já tinha assistido era "Skeleton Man".Mas esse ganhou.Fraco, piadas sem graça, história sem nexo, e nada interessante... além disso consegue ser preconceituoso e sujo.
Andre C.
Andre C.

17 seguidores 34 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de abril de 2013
Filme maluco. Uma comédia diferente, difícil de explicar. Nada convencional, talvez isso seja o de melhor nesse filme - ver algo que beira o estranho. Por ser bem diferente, só vendo para tirarem suas conclusões.
Gustavo H.
Gustavo H.

11 seguidores 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de janeiro de 2013
Comedia excelente com muito humor negro, o que difere ele de outros filmes de comedia são as cenas reais e os improvisos.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O humor que "BORAT" exala há muito tempo não se via em comédias. Talvez desde o último filme do grupo Monty Python ou mesmo do jornal Planeta Diário, da turma do atual Casseta & Planeta. Por vezes grosseiro, escatológico, mas inebriante, ah, isso sem dúvida alguma. Borat (Sacha Baron Cohen) é um repórter do Cazaquistão que no início do filme nos mostra o seu vilarejo (de uma pobreza invejável), sua família (e sua irmã, que, segundo ele, é a quarta prostituta de todo o Cazaquistão e seus hobbies (pingue-pongue, se bronzear com um maiô digno de uma São Paulo Fashion Week e espiar a mulherada no banheiro). O governo do Cazaquistão decide enviá-lo para os Estados Unidos para que ele possa trazer material que norteie o crescimento econômico e cultural da ex-república da URSS. Ao chegar a Nova Iorque tendo como trilha sonora "Everybody's talkin'", de Harry Nilson, do filme "PERDIDOS NA NOITE", aquele com Jon Voight e Dustin Hoffman. Ao invés de termos um cowboy chegando na megalópole, temos, isto sim, um repórter do Cazaquistão, cuja obsessão sexual é casar com a atriz Pamela Anderson, da série BAYWATCH. A viagem de BORAT através do continente americano é engracadissima. Ele se depara - e tira um sarro pesado - de judeus (o proprio Sara Baron Cohen e judeu), de gente de extrema direita do Texas que aprecia rodeios, de gente da televisao, do pessoas da Casa Branca, etc. Acho que todos sao afetados pelo "furacão" BORAT, a começar pelo presidente George W. Bush. A metralhadora humorística utiliza todos os meios para atingir os seus fins; ora mais rústicos, ora mais sofisticados. O ator Sara Baron Cohen mostrou ter "cojones" para enfrentar as conseqüências que o seu humor deixaria sobre os judeus, os fundamentalistas, enfim, sobre uma America atrasada que a maioria do mundo ignora a existência. Até o governo do Cazaquistão quis processá-lo. Porém, após perceber que o ataque do filme era sobre o imperialismo burro dos EUA, o governo retrocedeu na suas sanções e até quis homenagear o ator. O humor politicamente incorreto agradece. Numa época em que não se pode falar nada de mau de nenhuma instituição, todos ficam melindrados por qualquer crítica, Sara Baron Cohen ousou desafiar a tudo e a todos. Ah, e não percam a participação dele no filme "RICKY BOBBY: À TODA VELOCIDADE" (disponível nos importadores da nossa região), em que ele interpreta um piloto francês homossexual. Arrasador.
Lucimaraâ„¢
Lucimaraâ„¢

95 seguidores 139 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Pura insanidade! Não dava nada por ele e loquei com certa aflição, mas ele me surpreendeu. Com humor ácido americano e com muito deboche em relação ao povo do Afeganistão, ele chama a atenção pela coragem e pela insanidade do roteiro.
Mereceu o prêmio de Melhor filme cômico do ano. 8,7
leonardo
leonardo

10 seguidores 69 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Sinceramente, se o filme tenta passar uma crítica a sociedade americana, faz justamente o contrário, ridiculariza a cultura de um país (Cazaquistão) com um humor sarcástico, grosseiro, e mentiroso. Traz a cultura americana como a solução de um desenvolvimento cultural e social do Cazaquistão, objetivo da viagem do repórter.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Sinceramente esperava bem mais desse filme. Na época de seu lançamento foi muito comentado e fiquei extremamente curioso para ver o revolucionário, anarquista e genial Sasha Baron Cohen em cena, mas o que vi em Borat foi uma sucessão de piadas sem graça, um roteiro ridículo feito com o simples intuito de ridicularizar as pessoas e exibir situações vexatórias na tentativa de expor o preconceito na sociedade. O filme só conseguiu denegrir a imagem do povo do Cazaquistão tratando-os como retardados e acéfalos. Infelizmente a ideia é até boa mas muito mal executada.
Bruno
Bruno

31 seguidores 94 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme não exalta preconceito algum! Apenas deixam claras as diferenças culturais que podem existir entre as comunidades. Em todas as culturas existem conceitos e preconceitos, e julga-las seria uma forma errada de tentar compreende-las. Borat é sublime pois não julga, mostra. Quem faz o julgamento por ele, pelo jeito, é quem senta na cadeira do cinema.
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