Pulp Fiction - Tempo de Violência: Críticas - Página 10
Pulp Fiction - Tempo de Violência
Média
4,6
5199 notas
190 Críticas do usuário
5
98 críticas
4
44 críticas
3
13 críticas
2
19 críticas
1
9 críticas
0
7 críticas
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Sandro B
13 seguidores
42 críticas
Seguir usuário
5,0
Enviada em 27 de dezembro de 2013
Não me canso de assistir. A trama fora de ordem; os diálogos simples, mas muito espontâneos e lógicos; a trilha sonora; e, por fim, o elenco são as grandes qualidades do filme. Os diálogos sobre "o silêncio que incomoda" e sobre a "massagem nos pés" são brilhantes. Esse ultimo expressa de forma muito interessante a divergência de opiniões e consegue expor os argumentos dos personagens, sendo que ambos os argumentos são muito bem fundamentados.
Além do mais, vi várias questões filosóficas, como a discussão sobre Milagres, a remissão a Ezequiel, muito interessantes, e, como sempre, expostas com espontaneidade e lógica.
O que mais me impressiona nesse filme são seus diálogos, cheios de ironias, sarcasmos, humor. Um filme que prende a atenção do início ao fim. Por ser um pouco confuso, fui obrigado assistir novamente pra entender melhor as história. Com certeza é a Obra Prima de Quentin Tarantino. Simplesmente sensacional....
Virou meu filme favorito do Tarantino. Eu gostei do filme que não consigo nem explicar direito o filme. Na minha opinião uma das melhores coisas que aconteceu nesse filme foi a spoiler: aparição do próprio Tarantino . Tarantino na minha opinião, por fora, é um diretor normal como qualquer um. Mas por dentro, é mais que um diretor
Ótimo filme. Grande elenco com atores que marcaram seus nomes em Hollywood num roteiro sensacional. E um estilo de narrativa que fez escola. O meu favorito do Tarantino
Resolvi assistir o filme devido ao grande falatório sobre o mesmo, mas percebi que é uma grande farça. As histórias não tem um engajamento definido, a começar pela "garota da capa" que não tem nenhuma interação significante no enredo do filme. Conheço muitas pessoas que gostam e falam muito bem do filme, acredito que o problema seja eu não gostar de filmes no estilo "Quentin Tarantino".
Eu gosto de filme com começo, meio e fim. Não precisa estar exatamente em uma ordem racional e blábláblá, mas que tenha um desfecho. Eu não gosto muito de filmes que acaba e a gente fica esperando o final com aquela cara de "você tá de brincadeira que acaba assim?". O filme tem várias histórias independentes que se separam e se juntam e tudo acaba meio no ar.
Ezequiel 25:17: "O caminho do homem justo é rodeado por todos os lados pelas desigualdades do egoísmo e da tirania dos homens maus. Bem-aventurado aquele que, em nome da caridade e da boa vontade, pastoreia os fracos pelo vale das trevas, pois ele é verdadeiramente o guardião do seu irmão e o descobridor das crianças perdidas. E derrubarei sobre ti, com grande vingança e furiosa raiva, aqueles que tentam envenenar e destruir meus irmãos. E você saberá que o meu nome é Senhor quando eu derramar minha vingança sobre você." (Recitação de Ezequiel 25:17, por Jules Winnfield
Pronto, se você leu este trecho, saiba que sua vida vai mudar quando assistir esse, que é o melhor filme de Quentin Tarantino (falo com todo o louvor!), e um dos clássicos do cinema. São mais de duas horas de puro sangue, violência gratuita, trilha sonora eclética, drogas ilícitas, diálogos intermináveis, tiros e mais tiros e uma busca por redenção.
Três histórias não-lineares envolvendo um casal de assaltantes (Tim Roth e Amanda Plummer) que só se interessam em roubar restaurantes; dois capangas (John Travolta e Samuel L. Jackson) que resolvem invadir um apê para pegar uma pasta que pertence ao seu chefe, Marsellus Wallace (Ving Rhames); um pugilista (Bruce Willis) que se recusa a perder uma luta, mesmo que lhe ofereçam uma grana gorda; e a esposa de Marsellus (Uma Thurman) que sai com Vincent Vega (Travolta) para curtir a noite.
Baseada nos poeirentos livros, chamados de Ficção de Polpa, o filme possui as mais famosas cenas que entraram para a história da sétima arte, que se recusa a dar-lhe reconhecimento, por seu conteúdo violento.
spoiler: Quem nunca se embalou com a cena em que os dois dançam twist, com o V dos dedos em seus olhos, assim como a cena de Mia se entupindo de cocaína ao som de Girl, you'll Be A Woman, Soon do Urge Overkill. Outro destaque fica para a cena do porão quando Butch (Bruce) e Marsellus são amarrados para um ritual sodomista, encabeçado por Zed (Peter Greene), que não poupa o chefão.
Poderia fazer um capítulo sobre esse filme, mas faltam muitas palavras sobre o quanto Tarantino é um GÊNIO! Ele é o Motörhead dos que apreciam um bom filme! E a Academia deu-lhe o que merecia por seu roteiro bem escrito. Até o Festival de Cannes rendeu-se à genialidade, dando-lhe a Palma de Ouro.
Bom, se você chegou de um foguete em Marte e não sabe do que estou falando, vá a uma locadora, veja o filme e tira suas conclusões.
Quando eu estava na República Tcheca, um amigo tcheco me falou desse filme e disse que era o melhor filme que ele já assistiu na vida. Então assisti ele e realmente eu esperava mais, principalmente no final, mas pra quem gosta de filmes do gênero, certamente vai gostar desse também.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade