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LFDSA730
1 crítica
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0,5
Enviada em 22 de agosto de 2026
嵐 Honestino é uma história importante, claro... mas lá vamos nós de novo com mais um filme sobre ditadura.. o cinema brasileiro parece preso no mesmo assunto há décadas.
Outro documentário dramático que retrata os “anos de chumbo” da ditadura militar no Brasil, que durou 21 anos -- entre 1964 e 1985. É uma ótima sugestão para os ignorantes que negam o período de exceção e o golpe que conduziu os militares a uma dos piores períodos da história do país. Torturas, assassinatos, perseguições, censura, um imenso conjunto de violações dos direitos humanos e dos cidadãos assombraram os brasileiros e é nesse cenário que o líder estudantil Honestino Guimarães luta pelas causas sociais e pela democracia. Morto aos 26 anos, sem que seu corpo jamais tenha aparecido, o protagonista é símbolo dessa resistência e sua vida é testemunhada por familiares, companheiros e pelo próprio diretor do filme, que conviveu com Honestino. Senti falta de algumas referências sobre lugares de Brasília -- cidade onde se passa grande parte do documentário. Para quem assiste, uma recomendação: espere os créditos e escute a canção final, interpretada por Fafá de Belém. Nota 8.
Honestino é um exercício de frustração: um filme com boas intenções, mas executado de forma preguiçosa e sem inspiração. Não vale o tempo nem o ingresso.
Um breve história da juventude Brasileira entre 1960 e 1973, os depoimentos refletem o momento difícil que essa geração teve que suportar. HONESTINO teve que enfrentar os anos mais tristes desse período, apesar da luta ele nunca deixou que a Ditadura ou a tristeza o derrotasse. Nunca abandonou a cerveja, o samba e o Vasco da Gama, nunca deixou de ir ao Maracanã com medo da repressão. A beleza do documentário é que ele traz a leveza da juventude e das paixões de um ser humano que sempre acreditou na VIDA. UMA OBRA DE ARTE !!!!!!!!!!!!
Honestino parte de um tema irretocável e o desperdiça em um desenvolvimento que se contenta com o contraste ideológico como substituto da complexidade. O filme cumpre um papel de registro e isso já é algo, mas fica aquém do que a própria história de seu protagonista exigia. Ao transformar Honestino em emblema, Michiles acaba fazendo com o personagem o mesmo que a ditadura tentou fazer com o homem: apagar sua humanidade. Só que, desta vez, por excesso de ideologia/politização.
Um monte de mais, do mesmo.... Parece que infelizmente o cinema brasileiro atualmente se resume a essa temática. É realmente um tema importante, mas empobrece nossa cultura e a deixa muito engessada falar de um tema só. O Brasil é mais, o Brasil tem mais.
Mostra a luta da resistência pela UNB e homenageia devidamente Honestino Guimarães que lutou contra a ditadura que durante 25 anos manteve aprisionada a democracia.
Em quanto o Brasil usar o dinheiro público para valorizar militante ao invés de valorizar o trabalhador honesto ou o micro empreendedor que sua a camisa para girar a economia desse país (47%), o Brasil nunca dará certo.
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