A proposta do filme é boa e, considerando os recursos disponíveis, a execução também convence em boa parte do tempo.
O problema é que o filme sofre com muitos furos de continuidade. Para quem presta atenção aos detalhes, fica difícil ignorar objetos que desaparecem entre cenas, relógios marcando horários diferentes entre takes e outras inconsistências que quebram a imersão.
Além disso, o final é bastante previsível, o que reduz o impacto da história.
A ideia da protagonista desenvolver uma obsessão e entrar em um estado de paranoia por causa do rapaz tinha potencial para funcionar muito melhor.
Bastava que ele tivesse feito uma gestão de pessoas minimamente decente. Talvez o verdadeiro vilão do filme não seja a obsessão, mas a falta de comunicação.
Superestimado. Tem uma premissa interessante, mas não tem nada demais além disso. A namorada “enfeitiçada” começa a agir de jeitos muito estranhos e o cara é tão covarde que é incapaz de tentar resolver o problema além de ficar chorando assustado. Outra coisa que achei bem bizarra no filme é que o cara que vendeu o artefato mágico primeiro zomba dele, depois dá uma solução ruim, que simplesmente ele aceita e não questiona nada. spoiler: E outra, enquanto a menina estava só estranha os amigos estavam super preocupados, quando ela literalmente tenta se matar na frente deles ninguém nem acompanha ela no médico? E como se não fosse nada, a melhor amiga chama o namorado para entrar, na mesma noite, depois de uma situação extremamente maluca, dentro do carro dela no meio do nada?!
Enfim, achei bizarro e nada mais, bem pouco marcante, além de esquisito.
Ótima condução e narrativa. Há muito tempo (muitos anos) um filme não me trazia essa sensação de tensão, em que os jump scares realmente funcionam. O roteiro é dispensável, mas também não se espera muito de roteiro em filmes desse gênero.
Boas atuações. Todos os atores estão bem. Mas o grande destaque realmente é a Inde Navarrette. Sabemos que, para premiações, isso é meio complicado, pois ainda se tem um pé atrás com filmes desse gênero, ainda mais de baixo orçamento. Lembremos da Mia Goth, que esteve excelente nos filmes X, Pearl e Maxxxine, e sequer foi lembrada em qualquer premiação. Mas a Inde Navarrette merecia sim ser lembrada, talvez.
O filme ainda deixa bastante espaço para uma continuação. Realmente é um dos melhores filmes de terror das últimas décadas. Super recomendo.
O filme me surpreendeu positivamente. Tem começo, meio e fim onde o telespectador consegue entender o desenrolar da estória. Um filme que te prende do início ao fim sem ser cansativo!
filme lixo, o protagonista é um burro total, literalmente um beta, no lugar dele, qualquer um seria melhor até uma criança, o roteirista não merece trabalhar fazendo um filme até estudar pelo menos por 10 anos, pq que filme horrivel
Que filmaço! Um dos melhores do ano no gênero de terror . Vale muito apena assistir. Recomendo , 10/10. Um show de atuação da Inde Navarrete e do Michael Johnston !
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