Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Thiago Petherson
169 seguidores
267 críticas
Seguir usuário
4,5
Enviada em 13 de julho de 2026
Muito bom terror.
Ótima condução e narrativa. Há muito tempo (muitos anos) um filme não me trazia essa sensação de tensão, em que os jump scares realmente funcionam. O roteiro é dispensável, mas também não se espera muito de roteiro em filmes desse gênero.
Boas atuações. Todos os atores estão bem. Mas o grande destaque realmente é a Inde Navarrette. Sabemos que, para premiações, isso é meio complicado, pois ainda se tem um pé atrás com filmes desse gênero, ainda mais de baixo orçamento. Lembremos da Mia Goth, que esteve excelente nos filmes X, Pearl e Maxxxine, e sequer foi lembrada em qualquer premiação. Mas a Inde Navarrette merecia sim ser lembrada, talvez.
O filme ainda deixa bastante espaço para uma continuação. Realmente é um dos melhores filmes de terror das últimas décadas. Super recomendo.
Fui assistir ao filme com ideia de que ele teria uma pegada de crítica social a obceção em outro pessoa em si. Porém o filme foca em como o sobrenatural e o mundo obscuro pode afetar negativamente de forma impactante a vida para conquistar seus anseios oque é totalmente valida uma vez que isso também é real. Porém o segundo e o terceiro ato acabam forçando a barra demais a ponto da situação ficar caricata e exagerada para uma situação onde ocorresse aquele contexto em uma realidade e apesar de ser um filme asssitivel, que te prende para saber o desfecho com situações de suspense afeito . Por colocarem situações não exageradas e caricatas o filme não está no nível de ser um terror de ser símbolo do mundo dos terror sobrenatural. Por fim venho trazer minha extrema admiração pela atris inde navarrete , por me apresentar uma das melhores atuações já infelizmente mesmo atuando de forma SOBRENATURAL não será indicada Oscar nem globo de ouro pelo preconceito do gênero do filme.
Muito embora não seja fã de filmes de terror, esse foi muito abaixo se comparado com outros que já assisti.
Antes mesmo de começar o filme (mesmo sem ler nada sobre ele) você já tem uma ideia do que virá, talvez pelo nome, sei lá. Até aí tudo bem, embora não seja um mistério, há sempre a possibilidade de que o filme te surpreenda. Porém, não é o que acontece: em poucos minutos o filme já te entrega tudo mastigado, ou seja, daí pra frente não se espera mais nada! É como se não sobrasse mais brechas para suspense, mistério, etc., transformando o filme num terror pedante, onde tenta o tempo todo te assustar pra te falar: "você está diante de um filme de terror!". No fim das contas você apenas fica no aguardo de um final previsível, já sabendo que a situação irá escalar até um desfecho trágico ou um plot twist tosco, já que não houve base para criar uma ambiguidade (como falar que era tudo da cabeça do rapaz).
Muitos filmes utilizam esse método narrativo de já revelar tudo no início e no decorrer do filme te surpreender revelando que na verdade você foi enganado, que o buraco é muito mais embaixo, etc. Já neste filme o que resta é acompanhar 1h30min de jump scare e terror crescente. Só que quando já se espera isso, por mais que o diretor abaixe o volume das cenas para criar uma calmaria, você já sabe que é uma técnica para te pegar desprevinido. Enfim, muito mal executado.
Sobre isso de terror crescente, em alguns momentos chega a dar vergonha alheia: o personagem literalmente está diante de algo demôniaco, mas ao invés de se desesperar, ele sempre se acalma apenas para ser supreendido com um novo espanto (como na cena da porta com silver tape). Imagine a situação: você chega em casa depois de um dia cansativo e se depara com sua namorada pelada e suja de sangue, impossível você baixar a guarda. Você ficará em alerta até o outro dia para descobrir o que o ocorreu. Já neste filme e outros parecidos é como se o personagem se assustasse, sentasse no sofá, abrisse uma cerveja, relaxasse... e olhasse pro lado assustado ao ver que além da namorada pelada e suja de sangue, também há um cachorro esquartejado na sala. E continua! Ao invés de finalmente entrar em alerta total, repete o ciclo, como se fosse um abobado, até finalmente ocorrer um desfecho brutal ou simplesmente não acontecer nada, pois a entidade não quer melar o filme antes de 1h de tela.
Sério, isso joga a suspensão de descrença no lixo! Não é possível que não consigam construir algo minimamente crível! Sem contar que o filme desdenha da inteligência do público: após fazer o pedido e quebrar o palito amaldiçoado, só faltou o rapaz quebrar a quarta parede e nos falar: "Olha, a menina tá enfeitiçada por causa disso, viu?" Sério, que coisa pedante!
Enfim, se todos os elogios que ando vendo por aí forem motivados por ser uma obra de baixo orçamento e independente, Hollywood conseguiu aplicar um novo golpe: empurrar as mesmas obras enlatadas, só que faturando mais e gastando menos.
Filme surpreendente pela tensão e simplicidade da trama. Um jovem apaixonada por amiga há 7 anos, tem dificuldade de se abrir. Um desejo realizado tornará a relação tensa e mortal.
Fez juz à fama. Impressionante como conseguiram fazer esse filme com tão pouco investimento. A trama nos prende do início ao fim, um ciclo que vai angustiando, a certeza de não haver "ponto de retorno", forte... a vítma vira vilão, a prisão dentro do corpo... muito bom MESMO.
Pega uma premissa que poderia facilmente virar uma comédia romântica caótica de 2007 e transforma em um dos filmes mais desconfortáveis do ano. Porque no fundo a ideia é simples: “e se alguém te amasse incondicionalmente… demais?” EM PLENO 2026!
E o mais assustador é como Curry Barker entende exatamente onde mora esse terror. O filme não depende só de gore ou jumpscares (apesar de ter alguns MUITO bons). O verdadeiro horror está na ansiedade constante, naquela sensação de que tudo está errado e vai dar mais errado ainda.
A obsessão cresce de forma tão desconfortável que chega uma hora em que você começa a se sentir preso junto dos personagens. E isso funciona muito por causa das atuações, principalmente de Inde Navarrette, que entrega uma das melhores performances desse começo de ano.
E honestamente? Tem algo muito especial quando um diretor com orçamento pequeno consegue criar mais tensão do que muito blockbuster milionário por aí. Curry Barker definitivamente entrou no radar do terror moderno.
O filme te prende do começo ao fim. Tem um tensão na trama que você fica esperando sempre algo acontecer pois não tem ideia do que vai rolar. Os atores atuaram muito bem. A história conta sobre um jovem que é apaixonado por uma garota mas tem vergonha de expressar seu sentimento. Notando que ela não sente o mesmo, ele compra um artigo misterioso e faz um pedido sem saber se seria real, e a partir daí as coisas começam aparecer. O filme passa uma mensagem social sobre obsessão disfarçada de amor e sobre o sobrenatural para o lado negativo.
Obsessão é um filme de terror que contou com a direção e roteiro de Curry Barker. Na trama, acompanhamos o jovem introvertido Bear (Michael Johnston), que é apaixonado por anos pela sua colega de trabalho Nikki (Inde Navarrette). Sem nunca ter se aberto para ela, Bear acaba realizando um desejo por meio de um objeto que comprou de uma loja para que Nikki passasse a ama-lo como o amor de sua vida. Tal desejo começa de imediato a ser realizado, porém trás consequências nefastas para ambos. Mesmo contando com o gore, cenas que causam incômodo e alguns (poucos) sustos, Obsessão carrega uma premissa e um fundo da sua história muito interessante. Ao abordar o amor, que ele deve ser construído de forma recíproca, para nao virar uma obsessão, a trama ganha conteúdo. Devemos tbm reconhecer que colocar Bear como um cara introspectivo, que nao consegue se declarar para Nikki, ganha bons contornos, pois diante da obsessão da sua amada, Bear continua tendo uma responsabilidade afetiva por ela, pois ainda a ama, porém nao existe uma retribuição a altura, pois a moça começa a surtar. Outro ponto, foi a boa atuação de Navarrette, com suas caras e bocas e até modo de falar, deu tom a um tipo de transe , hipnose em que a sua personagem se encontrar em sempre "dar o seu amor " a Bear. Vemos algumas cenas (rápidas) da moça tendo um lapso, querendo voltar a sua normalidade, mas nunca conseguindo. O roteiro amarrar bem a história, nao deixando saídas faceis para ambos, principalmente para Bear, que deve se matar ou matar Nikki para quebrar o efeito do seu desejo, além de nao conseguir fazer outros desejo. A direção é segura e competente ao nao deixar a narrativa estagnar, devido ao comportamento instável e inesperado de Nikki. A loucura fica completa quando acaba envolvendo os demais amigos do casal. Gostei tbm da ideia de nao colocar Bear como um personagem "estranho rejeitado" ou como vítima, mas como um culpado pela situação, de desejar ser amado, por alguem de uma forma que tal pessoa não o ama. A tragédia fica para Nikki, que esta aprisionada em seu corpo. O visual do filme é interessante, iluminação baixa tanto na rua, quanto na casa de Bear, que da a sensação de sempre ( ou quase sempre) de esconder o rosto de Nikki. Designer de som tbm foi top, pois fez nos dar susto grande acerto do filme foi de nunca suavizar a estranheza, mas tensionar ao seu limite e usar como elemento na trama. Ate agora é o melhor filme de terror de 2026, e arrisco a dizer, que se a academia seguir abraçando tal gênero, o filme pode ser lembrando no Oscar de 2027.
Curry Baker merece os parabéns!!! Fez um filme machista e misógino ironizando a falta de noção do feminismo radical, uma espécie de Atração Fatal contemporâneo, e mesmo assim fatura milhões e recebe elogios como a sandice de que "está renovando o terror"...Obsessão representa muito bem a cultura red pill em que está inserido, ou seja, a de que as mulheres são culpadas de tudo no mundo, e não tem absolutamente nada de novo. Quase todas as trasheiras nerds de terror adolescente dos anos 1980 tinham basicamente o mesmo argumento, só que com um homem no papel que agora coube a uma mulher! Se antes era o "desajustado" que perseguia as gostosas que ironizavam os nerds do pedaço e só ficavam com os gostosões esportistas, agora é a própria "chata" que estraga a camaradagem da turma nerd bem resolvida...É, de fato, Curry Baker merece muitos parabéns!!!!
Obsessão é um suspense que explora como o desejo e a fixação podem levar pessoas comuns a ultrapassarem todos os limites. A trama constrói a tensão aos poucos, mantendo o espectador curioso sobre as consequências das escolhas dos personagens. Em vez de depender apenas de reviravoltas, o filme investe no conflito psicológico e mostra como uma obsessão pode destruir relacionamentos, confiança e a própria identidade. Mesmo com alguns momentos previsíveis, é uma obra envolvente que prende a atenção e provoca reflexão sobre até onde alguém é capaz de ir quando perde o controle dos próprios sentimentos.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade