Média
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Filme muito bom, entra em um momento de desconforto, e ao mesmo tempo genial, um filme insano de bom, recomendo dms rapaziada
Um dos melhores filmes de todos os tempos, recomendo demais assistirem essa maravilha espetacular e incrível
O filme é uma MERDA! Não tem praticamente nada de terror, e o final é extremamente previsível. Não percam o tempo de vocês!
E não caiam nessa ideia de que o filme é bom só porque tem vários comentários elogiando. Eu fui nessa e acabei me ferrando. Filme simplesmente uma porcaria, muito ruim mesmo!
Minha nota para esse filme: negativo -100/10. 臘♂️
E não caiam nessa ideia de que o filme é bom só porque tem vários comentários elogiando. Eu fui nessa e acabei me ferrando. Filme simplesmente uma porcaria, muito ruim mesmo!
Minha nota para esse filme: negativo -100/10. 臘♂️
Obsessão é um terror psicológico perturbador do início ao fim! O filme pega uma ideia aparentemente simples e a transforma em um pesadelo sufocante sobre desejo e obsessão. Com atuações intensas e uma atmosfera extremamente desconfortável, é sem dúvidas um dos melhores e mais marcantes terrores do ano. Imperdível para quem busca algo que realmente impressiona
Acho muito imprevisível as coisas que a mulher poderia fazer fiquei o filme inteiro com uma pulga atrás da orelha pois ela poderia fazer várias coisas não dava pra se entender oque passava na mente dela gostei desse suspense só achei nada haver quando ela deu aquele grito quando observava ele a dormi aquele grito deu uma ideia de sobrenatural sendo que ela era apenas uma humana com outro sentido de vida/ gostar dele (o desejo) e não algo sobrenatural
spoiler:
Acho que poderia até virar uma nova categoria do terror. Com certeza vai se tornar um clássico e a muito tempo não via isso!
Pra um filme que foi feito com baixo orçamento, ele até foi bom. Mas no final fico com muita raiva do egoísmo e perversidade do protagonista. Sinceramente em nenhum momento ele pensou na personagem sofrendo... Me pergunto se o título do filme tem a ver com ele ou com a garota amaldiçoada.
"Obsessão", o longa de estreia do diretor Curry Barker, propõe-se a ser um terror psicológico denso sobre a dependência emocional e as facetas mais feias da masculinidade tóxica, explorando a linha tênue entre o afeto e a possessividade. Embora o primeiro ato seja brilhante ao estabelecer uma atmosfera genuinamente sufocante e claustrofóbica baseada na rotina, a obra acaba se revelando uma experiência frustrante e inconstante, tropeçando nas próprias ambições e falhando em sustentar a sua premissa inicial.
O grande obstáculo do filme é a sua estrutura narrativa. Assim que a maldição central se concretiza, a história trava, resultando em um segundo ato arrastado, repetitivo e cansativo. A narrativa fica presa em um ciclo de brigas e ciúmes que não avança, deixando clara a necessidade de cortes na ilha de edição. Somado a isso, o roteiro sofre com diálogos engessados e uma mistura de tons desastrosa, inserindo um humor negro bizarro e piadas fora de hora que quebram completamente o peso dramático e a imersão. A tentativa do diretor de entregar uma mensagem moral acaba soando professoral e sem sutileza, subestimando a inteligência do público ao tentar mastigar o subtexto o tempo todo.
Acompanhar o protagonista Bear (Michael Johnston) é uma tarefa árdua, já que o personagem é unidimensional em sua maldade, não deixando espaço para que o público torça por alguém. Em contrapartida, a atriz Inde Navarrette é o grande trunfo e a verdadeira âncora emocional da produção. Apesar de o roteiro reduzir sua personagem a um mero instrumento de sofrimento físico e psicológico — levantando a incômoda dúvida se a obra critica a misoginia ou apenas a fetichiza —, Navarrette entrega uma performance visceral e madura. Ela consegue segurar as cenas através de pequenos detalhes físicos e olhares, mesmo quando as falas não ajudam.
Na parte técnica, a escolha de quase não usar trilha sonora funciona no início, mas acaba esvaziando a energia das cenas mais longas, culminando em ruídos mal mixados e sustos baratos. A reta final do filme agrava ainda mais os problemas de ritmo ao abandonar o terror psicológico contido por uma escalada de violência extrema e gratuita, soando como uma muleta apelativa para chocar o espectador. O encerramento frio e abrupto, sem resolver o mistério central, deixa uma sensação de frustração. No fim, "Obsessão" é uma obra indigesta que espreme uma ideia genial em uma execução falha. Ainda assim, é um filme que obriga a pensar e pode valer a pena para quem deseja experimentar uma atmosfera de opressão real, desde que se tenha estômago para seus excessos e paciência para seus tropeços.
O grande obstáculo do filme é a sua estrutura narrativa. Assim que a maldição central se concretiza, a história trava, resultando em um segundo ato arrastado, repetitivo e cansativo. A narrativa fica presa em um ciclo de brigas e ciúmes que não avança, deixando clara a necessidade de cortes na ilha de edição. Somado a isso, o roteiro sofre com diálogos engessados e uma mistura de tons desastrosa, inserindo um humor negro bizarro e piadas fora de hora que quebram completamente o peso dramático e a imersão. A tentativa do diretor de entregar uma mensagem moral acaba soando professoral e sem sutileza, subestimando a inteligência do público ao tentar mastigar o subtexto o tempo todo.
Acompanhar o protagonista Bear (Michael Johnston) é uma tarefa árdua, já que o personagem é unidimensional em sua maldade, não deixando espaço para que o público torça por alguém. Em contrapartida, a atriz Inde Navarrette é o grande trunfo e a verdadeira âncora emocional da produção. Apesar de o roteiro reduzir sua personagem a um mero instrumento de sofrimento físico e psicológico — levantando a incômoda dúvida se a obra critica a misoginia ou apenas a fetichiza —, Navarrette entrega uma performance visceral e madura. Ela consegue segurar as cenas através de pequenos detalhes físicos e olhares, mesmo quando as falas não ajudam.
Na parte técnica, a escolha de quase não usar trilha sonora funciona no início, mas acaba esvaziando a energia das cenas mais longas, culminando em ruídos mal mixados e sustos baratos. A reta final do filme agrava ainda mais os problemas de ritmo ao abandonar o terror psicológico contido por uma escalada de violência extrema e gratuita, soando como uma muleta apelativa para chocar o espectador. O encerramento frio e abrupto, sem resolver o mistério central, deixa uma sensação de frustração. No fim, "Obsessão" é uma obra indigesta que espreme uma ideia genial em uma execução falha. Ainda assim, é um filme que obriga a pensar e pode valer a pena para quem deseja experimentar uma atmosfera de opressão real, desde que se tenha estômago para seus excessos e paciência para seus tropeços.
Filme muito bom, mas faltou um final mais legal, poderiam ter usado melhor os personagens pra fazer um final mais épico
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