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Cleibsom Carlos
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229 críticas
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2,0
Enviada em 5 de julho de 2026
Curry Baker merece os parabéns!!! Fez um filme machista e misógino ironizando a falta de noção do feminismo radical, uma espécie de Atração Fatal contemporâneo, e mesmo assim fatura milhões e recebe elogios como a sandice de que "está renovando o terror"...Obsessão representa muito bem a cultura red pill em que está inserido, ou seja, a de que as mulheres são culpadas de tudo no mundo, e não tem absolutamente nada de novo. Quase todas as trasheiras nerds de terror adolescente dos anos 1980 tinham basicamente o mesmo argumento, só que com um homem no papel que agora coube a uma mulher! Se antes era o "desajustado" que perseguia as gostosas que ironizavam os nerds do pedaço e só ficavam com os gostosões esportistas, agora é a própria "chata" que estraga a camaradagem da turma nerd bem resolvida...É, de fato, Curry Baker merece muitos parabéns!!!!
Posso começar dizendo que, a última vez que eu tive uma sensação tão pesada e ruim, com aquele calafrio subindo pela espinha, corpo trêmulo e agonia do começo ao fim, assistindo um filme de terror, foi quando eu havia meus 12 anos de idade, assistindo O Exorcista pela primeira vez sozinho na sala de casa enquanto minha mãe dormia. Esperava um filme diferente, algo mais voltado a perseguição, algo mais slasher talvez, mas o que foi apresentado foi algo tão surreal, que me deixou em choque até o exato momento que estou escrevendo está avaliação. Incrédulo, chocado, entusiasmado e aterrorizado ao mesmo tempo. O que eu acabei de assistir, a uma hora atrás, foi algo único onde em meio de tantos filmes genéricos neste gênero, em 2026 foi nos apresentado o filme de terror do século e o nome dele é Obsessão.
"Obsessão" é um dos melhores filmes de terror dos ultimos anos. Sua história é boa, Inde Navarrete como Nikki é perfeita com certeza foi a melhor atuação dela em sua iniciante carreira.
A história te causa desconforto em cenas comuns como festa de amigos, tem cena que te causa nojo e repulsa, tem cena que te assusta como a forma de agir da Nikki, tem cenas constrangedoras que ficam por muitos segundos tornando terrivelmente constrangedoras até para nos que estamos assistindo.
Nosso protagonista que é tão errado que mesmo questionado pelos amigos sobre a Nikki ele insiste em mentir dizendo que está tudo bem e tudo normal, mesmo com a Nikki real pedindo para ele acabar com o sofrimento dela, ele reluta questionando se era tão ruim assim a vida dela presa dentro do inferno enquanto o corpo da Nikki possuido namorava o protagonista, então nossa única torcida de que tenha final feliz é com a própria Nikki mas da forma que acaba, foi a que mais sofreu traumas e sequelas para toda a vida.
Diretor é tão bom no que faz que até cenas de humor mesmo que poucas ainda assim funcionam dentro de um universo de horror, isso é para poucos.
Uma das melhores surprisas que tive nos ultimos anos, recomendo muito que assista de preferência com sua amiga que você sonha em namorar e ela só te vê como irmão mais velho.
A proposta do filme é boa e, considerando os recursos disponíveis, a execução também convence em boa parte do tempo.
O problema é que o filme sofre com muitos furos de continuidade. Para quem presta atenção aos detalhes, fica difícil ignorar objetos que desaparecem entre cenas, relógios marcando horários diferentes entre takes e outras inconsistências que quebram a imersão.
Além disso, o final é bastante previsível, o que reduz o impacto da história.
A ideia da protagonista desenvolver uma obsessão e entrar em um estado de paranoia por causa do rapaz tinha potencial para funcionar muito melhor.
Bastava que ele tivesse feito uma gestão de pessoas minimamente decente. Talvez o verdadeiro vilão do filme não seja a obsessão, mas a falta de comunicação.
Superestimado. Tem uma premissa interessante, mas não tem nada demais além disso. A namorada “enfeitiçada” começa a agir de jeitos muito estranhos e o cara é tão covarde que é incapaz de tentar resolver o problema além de ficar chorando assustado. Outra coisa que achei bem bizarra no filme é que o cara que vendeu o artefato mágico primeiro zomba dele, depois dá uma solução ruim, que simplesmente ele aceita e não questiona nada. spoiler: E outra, enquanto a menina estava só estranha os amigos estavam super preocupados, quando ela literalmente tenta se matar na frente deles ninguém nem acompanha ela no médico? E como se não fosse nada, a melhor amiga chama o namorado para entrar, na mesma noite, depois de uma situação extremamente maluca, dentro do carro dela no meio do nada?!
Enfim, achei bizarro e nada mais, bem pouco marcante, além de esquisito.
Ótima condução e narrativa. Há muito tempo (muitos anos) um filme não me trazia essa sensação de tensão, em que os jump scares realmente funcionam. O roteiro é dispensável, mas também não se espera muito de roteiro em filmes desse gênero.
Boas atuações. Todos os atores estão bem. Mas o grande destaque realmente é a Inde Navarrette. Sabemos que, para premiações, isso é meio complicado, pois ainda se tem um pé atrás com filmes desse gênero, ainda mais de baixo orçamento. Lembremos da Mia Goth, que esteve excelente nos filmes X, Pearl e Maxxxine, e sequer foi lembrada em qualquer premiação. Mas a Inde Navarrette merecia sim ser lembrada, talvez.
O filme ainda deixa bastante espaço para uma continuação. Realmente é um dos melhores filmes de terror das últimas décadas. Super recomendo.
O filme me surpreendeu positivamente. Tem começo, meio e fim onde o telespectador consegue entender o desenrolar da estória. Um filme que te prende do início ao fim sem ser cansativo!
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