Média
3,6
65 notas
5
0 crítica
4
6 críticas
3
5 críticas
2
1 crítica
1
1 crítica
0
2 críticas
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Surpreendente atuações, cenários intrigantes, história impolgante, direção ótima, diálogo maravilhoso
Um filme Pastelão disfarçado de drama social.
Entediante do começo ao fim, mesmo sabendo que foi filmado “secretamente”, ora me poupe, que desperdício…
indicado ao Oscar? que Vergonha alheia, o filme não tem identidade. deixa o espectador angustiado não pelo enredo, mas pela paciência esgotada. Vergonhosamente ruim. Não salva nem o elenco esforçado. Proteja-se como de um acidente real.
Entediante do começo ao fim, mesmo sabendo que foi filmado “secretamente”, ora me poupe, que desperdício…
indicado ao Oscar? que Vergonha alheia, o filme não tem identidade. deixa o espectador angustiado não pelo enredo, mas pela paciência esgotada. Vergonhosamente ruim. Não salva nem o elenco esforçado. Proteja-se como de um acidente real.
Apesar da temática dura e pesada, é praticamente uma comédia de erros, com muito tempo de tela para contar uma história relativamente curta. Mesmo assim, Panahi faz um ótimo cinema e entrega tensão do começo ao fim. Bom filme.
Um dos melhores filmes do ano! Para um ano cheio de grandes filmes internacionais, assim sendo um dos melhores anos no Oscar para filmes estrangeiros.
Filme que vem bem a calhar com o momento atual, demonstra que mesmo a brutalidade de um regime opressor, que faz aflorar o mais visceral desejo de vingança, ainda assim não consegue desumanizar vitimas que não tiveram para si a compreensão e compaixão que, ao final, devotam ao carrasco e sua família. Teria tudo para levar o Oscar mas terá o Valor Sentimental pela frente
O filme é vergonhosamente ruim. Muito ruim. Não salva nada. Lamentável uma indicação disso ao Oscar.
Lamentável também a crítica deste site dando nota 4...
O filme foi difícil de assistir. Só o fiz pra poder compara-lo com o concorrente "Agente Secreto". Mas, ainda assim, foi completamente angustiante aguentar até o fim.
Enfim, o pior filme que já vi em mais de 45 anos de cinema.
Lamentável também a crítica deste site dando nota 4...
O filme foi difícil de assistir. Só o fiz pra poder compara-lo com o concorrente "Agente Secreto". Mas, ainda assim, foi completamente angustiante aguentar até o fim.
Enfim, o pior filme que já vi em mais de 45 anos de cinema.
É sempre interessante ver um filme que se passa num país que não conhecemos, conhecer sua cultura, relações e diferenças. Muito bom roteiro. Boas interpretações. História envolvente.
Será que, mesmo após traumas profundos, é possível superar tudo encarando diretamente um passado marcado pela tortura? Ou revisitar essas feridas apenas reabre dores que nunca cicatrizaram? O filme levanta ainda uma questão incômoda e essencial: o sonho do oprimido seria, no fundo, tornar-se o opressor?
Ao longo da narrativa, somos levados a refletir sobre o caráter humano diante da violência sofrida. Vemos personagens atravessados por traumas, vidas interrompidas, sonhos destruídos e perdas irreparáveis. Ainda assim, o filme sugere que, mesmo quando tudo nos foi arrancado, há algo que permanece intacto: a essência do que somos.
Encarar o passado não garante redenção nem justiça. Pelo contrário, pode expor limites morais, ambiguidades e contradições internas. O filme nos confronta com a ideia de que a dor não transforma automaticamente vítimas em algozes, mas também não oferece respostas fáceis. Entre o desejo de vingança e a necessidade de seguir adiante, existe um território cinzento onde o caráter se revela.
No fim, a obra parece afirmar que a violência deixa marcas irreversíveis, mas não define completamente quem somos. Mesmo feridos,mesmo quebrados, não nos desviamos totalmente daquilo que nos constitui e é justamente nessa resistência silenciosa que reside a força mais perturbadora do filme.
Ao longo da narrativa, somos levados a refletir sobre o caráter humano diante da violência sofrida. Vemos personagens atravessados por traumas, vidas interrompidas, sonhos destruídos e perdas irreparáveis. Ainda assim, o filme sugere que, mesmo quando tudo nos foi arrancado, há algo que permanece intacto: a essência do que somos.
Encarar o passado não garante redenção nem justiça. Pelo contrário, pode expor limites morais, ambiguidades e contradições internas. O filme nos confronta com a ideia de que a dor não transforma automaticamente vítimas em algozes, mas também não oferece respostas fáceis. Entre o desejo de vingança e a necessidade de seguir adiante, existe um território cinzento onde o caráter se revela.
No fim, a obra parece afirmar que a violência deixa marcas irreversíveis, mas não define completamente quem somos. Mesmo feridos,mesmo quebrados, não nos desviamos totalmente daquilo que nos constitui e é justamente nessa resistência silenciosa que reside a força mais perturbadora do filme.
Achei o filme muito bom. Psicologicamente pesado, mas mostra a reação das pessoas comuns após o trauma de ser torturado.
Embora bastante aclamado pela crítica, o filme não consegue ter uma identidade própria. O início deixa o espectador com a impressão de que irá assistir um drama com momentos de tensão. Mas o que se vê no decorrer no longa são personagens caricatos, que muitas das vezes foge da naturalidade, com diálogos e ações que remetem as comédias do tipo pastelão.
spoiler:
Um dos pontos fortes da trama seja a redenção do “Manco” e o desfecho de rigor implacável que sintetiza a ambiguidade narrativa e deixa a marca do diretor Jafir Panahi.
O desfecho sonoro oscila entre a hostilidade e a libertação, transferindo ao espectador a angústia, o desconforto e a provocação.
O desfecho sonoro oscila entre a hostilidade e a libertação, transferindo ao espectador a angústia, o desconforto e a provocação.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa