Média
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Um dos melhores filmes do ano! Para um ano cheio de grandes filmes internacionais, assim sendo um dos melhores anos no Oscar para filmes estrangeiros.
Mais um grande e impactante filme iraniano. Torturados tentam seguir suas vidas, mas os fantasmas do cativeiro rondam suas vidas. Seguir em frente?
Embora bastante aclamado pela crítica, o filme não consegue ter uma identidade própria. O início deixa o espectador com a impressão de que irá assistir um drama com momentos de tensão. Mas o que se vê no decorrer no longa são personagens caricatos, que muitas das vezes foge da naturalidade, com diálogos e ações que remetem as comédias do tipo pastelão.
spoiler:
Um dos pontos fortes da trama seja a redenção do “Manco” e o desfecho de rigor implacável que sintetiza a ambiguidade narrativa e deixa a marca do diretor Jafir Panahi.
O desfecho sonoro oscila entre a hostilidade e a libertação, transferindo ao espectador a angústia, o desconforto e a provocação.
O desfecho sonoro oscila entre a hostilidade e a libertação, transferindo ao espectador a angústia, o desconforto e a provocação.
É sempre interessante ver um filme que se passa num país que não conhecemos, conhecer sua cultura, relações e diferenças. Muito bom roteiro. Boas interpretações. História envolvente.
Será que, mesmo após traumas profundos, é possível superar tudo encarando diretamente um passado marcado pela tortura? Ou revisitar essas feridas apenas reabre dores que nunca cicatrizaram? O filme levanta ainda uma questão incômoda e essencial: o sonho do oprimido seria, no fundo, tornar-se o opressor?
Ao longo da narrativa, somos levados a refletir sobre o caráter humano diante da violência sofrida. Vemos personagens atravessados por traumas, vidas interrompidas, sonhos destruídos e perdas irreparáveis. Ainda assim, o filme sugere que, mesmo quando tudo nos foi arrancado, há algo que permanece intacto: a essência do que somos.
Encarar o passado não garante redenção nem justiça. Pelo contrário, pode expor limites morais, ambiguidades e contradições internas. O filme nos confronta com a ideia de que a dor não transforma automaticamente vítimas em algozes, mas também não oferece respostas fáceis. Entre o desejo de vingança e a necessidade de seguir adiante, existe um território cinzento onde o caráter se revela.
No fim, a obra parece afirmar que a violência deixa marcas irreversíveis, mas não define completamente quem somos. Mesmo feridos,mesmo quebrados, não nos desviamos totalmente daquilo que nos constitui e é justamente nessa resistência silenciosa que reside a força mais perturbadora do filme.
Ao longo da narrativa, somos levados a refletir sobre o caráter humano diante da violência sofrida. Vemos personagens atravessados por traumas, vidas interrompidas, sonhos destruídos e perdas irreparáveis. Ainda assim, o filme sugere que, mesmo quando tudo nos foi arrancado, há algo que permanece intacto: a essência do que somos.
Encarar o passado não garante redenção nem justiça. Pelo contrário, pode expor limites morais, ambiguidades e contradições internas. O filme nos confronta com a ideia de que a dor não transforma automaticamente vítimas em algozes, mas também não oferece respostas fáceis. Entre o desejo de vingança e a necessidade de seguir adiante, existe um território cinzento onde o caráter se revela.
No fim, a obra parece afirmar que a violência deixa marcas irreversíveis, mas não define completamente quem somos. Mesmo feridos,mesmo quebrados, não nos desviamos totalmente daquilo que nos constitui e é justamente nessa resistência silenciosa que reside a força mais perturbadora do filme.
Quem fala que esse filme é bom, deve comer muita bosta! Não percam seu tempo assim como eu perdi. Muito ruim
Apesar da temática dura e pesada, é praticamente uma comédia de erros, com muito tempo de tela para contar uma história relativamente curta. Mesmo assim, Panahi faz um ótimo cinema e entrega tensão do começo ao fim. Bom filme.
Surpreendente atuações, cenários intrigantes, história impolgante, direção ótima, diálogo maravilhoso
Filme que vem bem a calhar com o momento atual, demonstra que mesmo a brutalidade de um regime opressor, que faz aflorar o mais visceral desejo de vingança, ainda assim não consegue desumanizar vitimas que não tiveram para si a compreensão e compaixão que, ao final, devotam ao carrasco e sua família. Teria tudo para levar o Oscar mas terá o Valor Sentimental pela frente
O filme é vergonhosamente ruim. Muito ruim. Não salva nada. Lamentável uma indicação disso ao Oscar.
Lamentável também a crítica deste site dando nota 4...
O filme foi difícil de assistir. Só o fiz pra poder compara-lo com o concorrente "Agente Secreto". Mas, ainda assim, foi completamente angustiante aguentar até o fim.
Enfim, o pior filme que já vi em mais de 45 anos de cinema.
Lamentável também a crítica deste site dando nota 4...
O filme foi difícil de assistir. Só o fiz pra poder compara-lo com o concorrente "Agente Secreto". Mas, ainda assim, foi completamente angustiante aguentar até o fim.
Enfim, o pior filme que já vi em mais de 45 anos de cinema.
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