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Curti a maneira como o filme mistura violência doméstica e desigualdades sociais sem reduzir Gal a uma simples vítima. A carroça dela se torna quase como símbolo da condição dela, ou seja, ferramenta de trabalho, meio de fuga e refúgio pelas crianças dela; ela representa todo o que esta mãe deve levar sozinha. O contraste entre a modernidade de São Paulo e a extrema precariedade do percurso dela mostra também um Brasil onde fortes desigualdades persistem. Achei comovente a maneira dela de transformar uma fuga em aventura para preservar a inocência das crianças dela. O título ganha então um sentido quase irônico: Gal é a melhor mãe do mundo porque ela deve cumprir sozinha o que a sociedade e as instituições não conseguem garantir.
A Melhor Mãe do Mundo (2025) – ⭐⭐⭐½☆
A Melhor Mãe do Mundo é um filme que achei mais ou menos. A história tem uma proposta interessante, mas não conseguiu me prender tanto quanto eu esperava.
Em alguns momentos achei um pouco parado e não consegui criar uma conexão tão forte com a trama. Apesar disso, tem seus bons momentos e algumas cenas que funcionam.
No geral, é um filme razoável, mas que poderia ter sido melhor.
Por isso, minha nota é 3,5 estrelas.
A Melhor Mãe do Mundo é um filme que achei mais ou menos. A história tem uma proposta interessante, mas não conseguiu me prender tanto quanto eu esperava.
Em alguns momentos achei um pouco parado e não consegui criar uma conexão tão forte com a trama. Apesar disso, tem seus bons momentos e algumas cenas que funcionam.
No geral, é um filme razoável, mas que poderia ter sido melhor.
Por isso, minha nota é 3,5 estrelas.
Não gostei muito do filme. Achei que algumas cenas de nudez foram desnecessárias e acabaram deixando desconfortável assistir com a família. A história tinha potencial, mas me incomodou o fato de a protagonista continuar voltando para o marido mesmo depois de tudo o que ela e os filhos sofreram. Também achei triste que a decisão mais firme de se afastar tenha acontecido apenas quando ela percebeu que a filha poderia estar em risco. Gostei de como o filme mostra a realidade de muitas mulheres que recebem incentivo para permanecer em relacionamentos abusivos, mas, no geral, a história não me prendeu. Além disso, o título 'A Melhor Mãe do Mundo' não fez muito sentido para mim, e o final deixou uma sensação de insegurança e de que nada foi realmente resolvido.
Após despirocar em seu filme anterior, a diretora se reencontra em A Melhor Mãe do Mundo, revelando, por trás de sua lente, um Brasil muito fácil de reconhecer. A história de Gal é recontada diariamente, não apenas nas ruas de São Paulo, mas em tantos outros lugares do país: família brasileira, dois contra o mundo, mãe solteira de um promissor vagabundo.
Luz, câmera e ação, gravando a cena vai: O filme não apenas escancara a luta de milhões de mulheres que criam seus filhos sem uma rede de apoio, como também expõe, de maneira sutil — e ainda assim, repugnante — as situações constrangedoras às quais Gal é submetida pelo marido. Ele a expõe diante da família, pressiona para que tudo pareça bem no churrasco e ignora, nos gestos mais íntimos dela, o evidente desejo de estar longe dali. E a atriz faz isso de forma impressionante com suas expressões.
O resultado é um relato assustadoramente fiel de uma realidade que muitos preferem fingir que não existe. Ainda assim, o filme também funciona como uma ode àquelas mulheres que têm a estranha mania de ter fé na vida.
Luz, câmera e ação, gravando a cena vai: O filme não apenas escancara a luta de milhões de mulheres que criam seus filhos sem uma rede de apoio, como também expõe, de maneira sutil — e ainda assim, repugnante — as situações constrangedoras às quais Gal é submetida pelo marido. Ele a expõe diante da família, pressiona para que tudo pareça bem no churrasco e ignora, nos gestos mais íntimos dela, o evidente desejo de estar longe dali. E a atriz faz isso de forma impressionante com suas expressões.
O resultado é um relato assustadoramente fiel de uma realidade que muitos preferem fingir que não existe. Ainda assim, o filme também funciona como uma ode àquelas mulheres que têm a estranha mania de ter fé na vida.
Que filme! Identificação total com a personagem principal. Chorei, me emocionei com a força daquela mulher, não queria que o filme acabasse. Shirley Cruz é uma potência, uma atriz tão sensacional, que por um momento pensei estar assistindo a um documentário!
Filme maravilhoso. Eu recomendo a todos que assistam!!! A realidade abordada é dura, mas é transmitida com leveza e vai despertar um olhar mais sensível para questões sociais importantes, como alternativas para mulheres e crianças vítimas da maldade encontrarem apoio e ajuda. As atuações são impecáveis e a inteligência, determinação e olhar atento daquela mãe são admiráveis. As músicas e participações, ual!.Parabéns a todos os envolvidos. Vocês arrasaram.
O filme simplesmente relata a realidade que algumas mulheres passam. A dificuldade até as vezes de encontrar apoio da própria família para recomeçar uma nova vida. Mas, o bom desse filme, é que ele demonstra que mesmo em meios de dificuldades, você encontra forças para sair dessas situações complicadas como; a violência doméstica, abuso psicológico e maus tratos do seu parceiro. O filme demonstra que não é nada fácil recomeçar, mas que as vezes é preciso e necessário dar um novo rumo em sua vida. Ninguém merece passar por violência psicológica e pela a violência física. Esse filme merece ganhar o Osca
Um filme brasileiro de emocionar qualquer um! a história é muito profunda e emocionante, ainda mais por ser essa a realidade de muitas mulheres. Recomendo assistir.
Excelente filme. A linguagem não verbal de Gal, às vezes, é surpreendente. Gostei também da atuação de Leandro e dos filhos de Gal.
Muitas vezes penso "como existem mulheres como Gal", não no sentido de culpabilizar à mulher vítima de violência de gênero, mas como a sociedade, a família e o Estado permitem que isso aconteça.
spoiler: A família contribuiu para que seja violentada tanto psicologicamente quanto sexualmente na própria casa onde solicitou refúgio.
Realidade cruel.
Indico assistir ao filme.
Muitas vezes penso "como existem mulheres como Gal", não no sentido de culpabilizar à mulher vítima de violência de gênero, mas como a sociedade, a família e o Estado permitem que isso aconteça.
spoiler: A família contribuiu para que seja violentada tanto psicologicamente quanto sexualmente na própria casa onde solicitou refúgio.
Realidade cruel.
Indico assistir ao filme.
A simbologia das relações, a violência como pano de fundo dos problemas sociais do Brasil.
Um aprofundamento sobre saídas possíveis para vida.
Um aprofundamento sobre saídas possíveis para vida.
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