A Vizinha Perfeita
Média
3,9
60 notas

16 Críticas do usuário

5
7 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.289 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de abril de 2026
Indicada a melhor documentário 2016 no Oscar! Temos aqui uma história triste de uma pessoa que veio ao mundo pra ser ruim e que irá pagar por erros que mudaram sua vida.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 446 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de março de 2026
Cara, que pesado!!! Documentário super intenso e chocante. Uma tristeza só... Me senti muito mal vendo a reação daquelas pessoas.
Paula Almeida
Paula Almeida

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de março de 2026
Eu realmente não consigo entender quem está dizendo que essa mulher tem algum tipo de razão, sério! Uma mulher completamente fora da casinha, ardilosa e muito, mas muito, sonsa, ao longo do documentário já dar pra se perceber isso, na cena dela sendo presa e no depoimento dado no mesmo dia eu tive total certeza disso. Nada que ela disse foi provado, absolutamente nada, agora tudo que foi dito por outros vizinhos teve provas e testemunhas. É muito triste e agoniante ver o que acontece em todo documentário, só consigo desejar todo conforto do mundo para essas 4 crianças que ficaram sem a mãe por conta de uma velha desequilibrada e ardilosa. No geral, é um show de racismo e despreparado policial, mas ganha as 4 estrelas pelas cenas reais que nos colocam de fato dentro do caso.
Telma Regina Alves
Telma Regina Alves

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2026
Gostei muito do documentário. A realidade que ele passa é indiscutível. Não gera dúvidas. Dá muito credibilidade aos fatos por eles terem sido captados a partir de câmeras corporais. Nas imagens, se vê a frieza, as artimanhas e como a assassina era calculista. A única coisa q não consegui definir direito foi se ela era racista ou uma pessoa ruim mesmo. O documentário, permite que a gente sinta na pele toda a dor das crianças e a indignação da comunidade. Uma obra muito bem feita sobre a maldade, a capacidade de dissimulação e a frieza humana.
Cla
Cla

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2026
nunca antes escrevi uma crítica e nunca antes me emocionei tanto em um documentário. falarei sobre o motivo dos dois.

o doc é extremamente bem montado, produzido e idealizado. conta a história e enreda uma narrativa com imagens reais que te mergulham de cabeça nos acontecimentos. é um convite a se colocar no lugar de todo mundo. das crianças, policiais, mães e até a vizinha.

e claro, precisamos falar dela. o nome do documentário. que traz cada semente do conflito pra luz, com os piores manejos de mediação e convivência comunitária - linha de intervenção, inclusive, extremamente cabível nesse caso antes que ele se tornasse uma tragédia.

o conflito? crianças brincando num enorme terreno em frente a casa que ela alugava, turminha provavelmente barulhenta, bagunceira e inconsequente. afinal, são crianças.

que escala porque? a vizinha parece não gostar nem um pouco desse movimento todo, em frente a casa que ela ESCOLHEU ALUGAR, de um pro proprietário que parecia não de importar com a bagunça - assim como o resto de toda a comunidade, o que inclui os vizinhos de parede da assassina.

os pais, responsáveis e policiais? levavam cada vez menos a sério as reclamações, porque brincadeira, felizmente, não se enquadra em nenhuma violação de direito civil e sua palavra contra a do coleguinha (principalmente menor de idade) também não. santo ordenamento jurídico! mas o que por um lado, trouxe pra velhinha ainda mais remorço, raiva, indignação, ruminação, paranoia e senso de impunidade.

o resultado? um tiro. de trás da porta. num desses conflitos, que infelizmente colocou uma mãe corajosa e protetora em frente àquela casa. pra defender suas crianças, que embora não fossem santas, eram só crianças. que crescerão órfãs, com a imagem da mãe baleada, porque elas ESTAVAM LÁ, participaram e viram tudo. tem noção?

como chorei.

nenhuma criança merece presenciar, viver ou carregar nada disso. isaac, israel, afrika e titus terão pra sempre uma marca que nenhum de nós vai conseguir mensurar.

e aí, o porquê da minha primeira crítica. imaginar que mesmo diante disso tudo, ainda tem gente que passa pano pra uma covarde, que atira numa MÃE por trás da porta, 2 minutos depois de já ter ligado pra policia, que estava a caminho…

desejo pra vocês um sopro de empatia profunda, de amor genuíno e bondade de Deus. o que faltou na alma daquela assassina, espero que nunca falte na de vocês.
Marlice Simoes
Marlice Simoes

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2026
Nada justifica tirar a vida de alguém. Nenhum conflito, nenhuma provocação, nenhuma interpretação distorcida de ameaça. A vida é um limite que não pode ser ultrapassado.
Mas o documentário deixa claro algo igualmente grave: essa senhora vinha pedindo socorro há muito tempo. As ligações, os registros, os alertas estavam ali. O problema não começou no desfecho trágico, ele foi ignorado muito antes.
Há também uma responsabilidade coletiva que o filme escancara. Pais que não educam, não impõem limites e permitem que crianças perturbem constantemente uma pessoa visivelmente instável contribuem para a escalada do conflito. Não se trata de culpar crianças, mas de reconhecer a omissão de adultos que deveriam ter mediado, protegido e interrompido esse ciclo de provocação e tensão.
Quando somamos isso à facilidade absurda de acesso a armas de fogo nos Estados Unidos, o cenário se torna ainda mais perigoso. Um ambiente já fragilizado emocionalmente passa a ter um instrumento letal à disposição, transformando conflitos banais em tragédias irreversíveis.
Quando a justiça falha em intervir no momento certo, quando o sistema normaliza conflitos evidentes e trata sinais claros como exagero, ele também se torna parte do problema. Não por justificar o crime, mas por permitir que a situação chegasse a um ponto sem volta.
A Vizinha Perfeita não é apenas sobre uma morte injustificável. É sobre negligência, falta de responsabilidade, acesso fácil à violência e um sistema que chegou tarde demais. E isso deveria incomodar todo mundo.
Ramalhosalomaosigauque
Ramalhosalomaosigauque

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 4 de janeiro de 2026
Cara, estou a ver o documentario a 30min, e olha que eu sou um cara jovem. Cara, ninguém é obrigado a ouvir barulhos de crianças no seu terreno os pais devem cuidar das suas crianças e mais nada. A senhora não era surtada como a série tenta nos mostrar, ela só não queria barulho e viver na paz. Só achei ridículo o documentário tentar fazer a senhora de vilã.
JRusso
JRusso

69 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de dezembro de 2025
A Vizinha Perfeita não é um simples caso de implicância entre vizinhos, mas um microcosmo dos graves problemas sociais enfrentados pelos EUA. Está tudo lá: racismo, lei bizarra de proteção patrimonial, acesso fácil à arma de fogo, etc. Susan Lorincz, a "vizinha perfeita", mesmo com visíveis problemas mentais, não foi incomodada pela polícia pelo fato de ter uma arma dentro de casa. Um documentário importante para fazer luz a todos esses problemas vividos pelos EUA, mas pouco enfrentados pelas autoridades.
Jeison M.
Jeison M.

17 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de novembro de 2025
Documentário bem bacana, mas referente ao caso pra mim a mulher q atirou é quem é menos errada da história, os vizinhos provocaram, as crianças provocaram a policia que tinha o dever de intervir foi pra desdenhar e dar mais fôlego a tudo até o delegado dar declaração q se atirasse patins no seu filho ficaria bravo, se o tal delegado fosse metodicamente afrontado em sua casa ia atirar muito antes... Pra mim é legitima defesa, sequer mirar a mulher mirou, só atirou para repelir a injusta agressao... Um absurdo mas eu votaria facil em legitima defesa...
Ralph Nabarrete
Ralph Nabarrete

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1,5
Enviada em 6 de novembro de 2025
Apesar de forçarem a pauta identitária eu realmente acho que faltou bom senso e conversa entre a vizinhança. Já passei por isso também, pessoas sem educação vieram morar na rua e achavam estar num condomínio onde seus filhos poderiam fazer o que quisessem. Falta de bom senso e educação, provocações e nem respeitaram minha esposa grávida. Precisei me mudar para uma casa mais afastada na mesma rua, então sei que é muito ruim quando as pessoas acham poder tudo sem pensar no próximo. Entendo o lado da senhora, mas ela tbm foi culpada por não buscar diálogo com a vizinhança. Mas no caso do tiro acho que foi em legítima defesa mesmo. Se alguém invadir minha casa eu tentarei neutralizar independente da 1 pq não contaram apenas a história crua, colocaram pauta woke no meio.
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